terça-feira, 16 de novembro de 2010

Não sei não


Um destes dias acordei com um arranhão no queixo, outro dia com um no nariz. Tudo normal, arranhei-me durante a noite que a pele está mais sensível por causa dos comprimidos para as borbulhas ( e quem ler isto vai pensar que sou uma borbulha com cara, nada disso), adiante, ontem acordei com uma manchinha vermelha que pensei ser uma borbulha a nascer, mas não. À noite quando fui a ver, era uma espécie de queimadura, mas onde é que terei arranjado isto? pensei eu, visto não me lembrar de tocar em nada quente nem coisa parecida. Pois que é estranho é, mas conspirações à parte, cá para mim é o meu irmão que vai lá durante a noite para se vingar de alguma coisa que lhe fiz...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

E não é que já só faltam 3 dias para estrear a nova temporada?

Azar ao jogo...

Sorte ao amor. Já o ditado dizia. E por várias vezes já o pude comprovar, a última vez foi quando nestas férias de Verão comecei a ter um azar horrível ao jogo, não que houvesse um amor, que não havia. Mas havia uma certa pessoa que possivelmente interferia com o meu azar, este tempo todo passou e essa tal pessoa deixou de falar comigo e não é que a sorte ao jogo voltou? Pois que tudo isto podem ser (e são) coincidências, mas não é sempre engraçado ver o que acontece? Das duas, uma: ou isto é tudo acaso ou então perdi a minha oportunidade de ter alguém na minha vida.*
*não acredito nisto, mesmo.  

Dr. House

É uma das minhas séries preferidas, não das que sigo sempre mas das que vejo quando apanho. O House é daquelas personagens que adoro de paixão, passo os episódios todos a rir-me dele. A questão é que quando estou desesperada para dormir (tipo, serem três da manhã e sono nem vê-lo) esta é a melhor série de todas para me adormecer, não me perguntem o porquê mas cinco minutos daquilo e é certinho que adormeço. E por vezes, quando estou mesmo naquelas noites, é ver-me maluquinha a procurar na programação quando é que vai dar, a minha sorte, até hoje, é que acaba sempre por dar. Mas o melhor, talvez fosse arranjar uns episódios gravados para ter lá de reserva.

Ao acabar este post lembrei-me que hoje estreia a 7ª temporada, logo já sei o que me espera.  

domingo, 14 de novembro de 2010

E não é que já só faltam 4 dias para estrear a nova temporada?

Paris vs New York

A minha mais recente (e melhor) descoberta. Um blog que faz comparações entre os mais pequenos detalhes entre Paris e Nova Iorque. Obviamente que em todas prefiro sempre a segunda.

Sunday Flower*

* eu sei que isto normalmente é as sextas, mas eu tenho-me esquecido e já tinha esta foto aqui há tanto tempo que não podia esperar mais 5 dias.

Não podia ser assim?

sábado, 13 de novembro de 2010

E não é que já só faltam 5 dias para estrear a nova temporada?

Da feijoada


A única coisa que se safa é mesmo a farinheira.

Dos restaurantes chineses


As únicas coisas que se safam são mesmo os crepes e o arroz xau xau.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

...*134

E não é que já só faltam 6 dias para estrear a nova temporada?

Outra vez os livros

Aqui em casa vê-se logo quando os livros são meus, isto porque, a lombada dos que já li estão sempre todas dobradas. A minha mãe farta-se de refilar comigo, mas eu não me importo, além de me dar mais jeito assim, também gosto que se perceba que já foi lido. O que eu gostava mesmo, era que eles ficassem assim: gastos, gastos. Mas isso seria um bocadinho impossível com a velocidade que os leio, e para mais já chega uma amiga minha (aquela a quem empresto sempre os meus livros depois de os acabar) dizer que os meus livros contam também a minha história, porque quando ela os vai ler já têm sempre lá alguma nódoa ou um simples riscos.

Digo isto, tantas e tantas vezes

Talvez seja de mim


No outro dia uma amiga minha estava a dizer que tinha comprado umas calças novas e outra perguntou quanto tinham custado, ficando chocada quando a resposta foi 25€. Chocada fiquei eu, por aquela rapariga achar que as calças tinham sido muito caras, quando (para mim) não o foram. Eu sei que nem todos têm as mesmas possibilidades e isso tudo, mas achar que umas calças deste valor caras acaba por ser um exagero, não sei. Então e o que a rapariga dirá de calças de 100€? Ninguém me julgue por estar a dizer isto, pois a mim não me incomoda nada calças deste valor (também as tenho) o que me faz uma certa confusão é o comentário da outra parte, mas talvez isto seja só de mim e aqui a estranha seja eu. Não sei não...

Já percebi

Que quando eles realmente gostam, acham-nos perfeitas. Lutam por nós, fazem acontecer. Quando não nos dão nada (ou muito pouco) simplesmente é porque não estão assim tão interessados. Mas, no meio disto tudo, há amores que acabam por acontecer...

Para aqueles dias

Em que não chove, estas sabrinas eram perfeitas, perfeitas.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Chamem-me maluca

Quero ser tratada como uma princesa. Moderna.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Amanhã

Estreio as minhas galochas novas. La la la la.

sábado, 6 de novembro de 2010

É de noite que faço as perguntas

Lições

Há muito que aprendi que de nada valia guardar mensagens, textos e cartas. Porque depois, quando tudo acaba, essas palavras deixam de ter significado, se é que alguma vez tiveram, não nos podemos basear nelas. E mais uma vez, comprovei que essa teoria não falha e cada vez vou conseguindo relativizar mais aquilo que me vão dizendo. E assim, vou deixando de dar importância àqueles que passam na nossa vida, mas que não vieram para ficar.

*

Dos beijos

Essas coisas não se pedem, faz-se por as merecer.

Tenha eu tempo

Cada vez gosto mais de ler. Anseio por isso. É das poucas coisas que ultimamente me preenchem. Que quero sempre mais.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Num dos programas da Tyra Banks


Falaram mais ou menos nesta questão e eu fiquei a pensar nisto. O problema não é uma mulher querer ter muitos sapatos ou muitos vestidos. O problema é a maneira como os quer obter. Vai uma grande diferença entre casar com um homem rico e estudar, arranjar trabalho e pagar tudo com o seu próprio dinheiro. Conseguido por si e não por mais nínguem.