sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Daqui a pouco estou chalada
E as litradas de chá que bebo quando estou a estudar? São chávenas umas a seguir às outras, com bolachinhas pelo meio, só assim para ensopar. E ontem o chá escolhido, foi chá inglês. Vá-se lá saber porquê...
Tudo e depressa
Cada vez aproveito mais os momentos de silêncio, porque cada vez são mais raros. A vida é uma confusão. Uma confusão barulhenta. E depois, quando damos por nós a só ouvir o silêncio quase que nos apetece chorar de alegria. Pois que parece que hoje em dia, ninguém consegue estar calado, aproveitar a calmaria. Querem tudo e depressa e tornam-se incapazes de aproveitar o que de melhor a vida tem. A calma e a serenidade com que somos capazes de viver. Mas não, querem tudo e depressa, para ontem. Que isto, o mundo pode acabar amanhã.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
[quase] efemérides
Se a minha prima ainda tivesse namorado, hoje faziam três anos. Se eu ainda tivesse namorado, daqui a exactamente uma semana, fazíamos três anos. Mas isto são ses que não interessam para nada, o que realmente interessa - e importa - é que daqui a dois meses, por esta hora, estarei eu no aeroporto à espera do avião que me vai levar a Londres.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Belo início de semana
Acordar sem voz e com dores de garganta. Tomar um comprimido. Chegar à escola e ficar logo irritada por perceber que nínguem é capaz de fazer a mais simples coisa sem mim. Chegar a Educação Física já a suar (depois de voltas e mais voltas) e com muito pouca vontade para trabalhar. Fazer a aula a meio gás para ver se não ficava pior. Estar sol, a aula ser na rua e eu estar cheia de frio. Parar e não fazer mais nada, só esperar que tocasse. Uma dor de cabeça começar por causa do barulho nos balneários. Ir para desenho e ficar ainda pior, que naquela turma parecem todos uns selvagens (exceptuando a parte em que foi o coordenador quem esteve a tomar conta de nós). Quase chorar de tantas dores de cabeça. Não aguentar mais e pedir à mãe para me levar para casa. Passar na farmácia a comprar outros medicamentos. Esperar pelo almoço embrulhada numa manta por que estava cheia de frio. Almoçar, bem, pois a fome já era muita. Verificar se tinha febre. Não. Tomar medicamentos, beber chá e deitar-me no sofá. Adormecer e acordar com a chamada do pai, não é melhor ires ao médico?, para já não, não tenho febre. Dor de cabeça ainda em alta. Passar o resto da tarde na ronha, a ver televisão e a pensar nas aulas a que faltei. Temos pena. A mãe voltar e impingir-me um lanche. Torradas e cappuccino, e toma lá mais dois comprimidos para ver se essa dor de cabeça passa. Acalmou. Sexo e a cidade. Amiga a ligar para saber se estou melhor, quero lá eu saber das dores de garganta, o que me incomoda mesmo é a cabeça. Ir tomar banho para aquecer. Regressar ao sofá, já de pijama, e responder às mensagens em que me perguntavam se já estava melhor. Estudar um bocado de português que amanhã é capaz de haver ficha. Ir ao computador ver algumas coisas. Jantar, mãe posso comer pizza?, a minha sorte é que mesmo doente não perco o apetite. Voltar ao computador e escrever isto. E agora? Esperar pelo House que vão começar novos episódios e a seguir ir enfiar-me na cama. E sim, já estou melhor.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Tenho que perder este vício
Deixar de vir ao computador, controlar as horas que cá passo. Porque depois, vou a ver, e não fiz nada, a tarde já passou e eu não saí da cadeira.
Ao fim-de-semana
A minha secretária muda-se, literalmente, para a sala. Principalmente, por que no quarto não tenho espaço para fazer os grandes trabalhos que preciso, mas também por que assim há sempre companhia e posso ir vendo o que vai dando na televisão. Depois chega o fim do dia e lá tenho que andar a ordenar grafites, lápis de cores e pastéis, limpar afias, organizar dossiers, arrumar pastas, tudo para começar uma nova semana. E ainda dizem que a vida de artista é fácil. Nada disso.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Surpreendi-me
Só hoje é que descobri este blog, apesar de já seguir o principal faz tempo, [daquela miúda de cabelo vermelho que um dia foi parar à minha turma], cativante, intenso. A nossa Lisboa e outras coisas, em imagens, mais que perfeitas, tiradas por ela, de uma forma que nem sei explicar. Só sei dizer que gosto, e muito. Recomendo, os dois.
Quando é por obrigação, custa mais
Tenho que escrever um texto sobre o Sonho, ideias não me faltam mas sei que vão ter que ficar a fermentar mais um pouco nesta cabeça, enquanto isso, fica aqui o meu mote de inspiração:
Eles não sabem, nem sonham
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como uma bola colorida
entre as mãos de uma criança.
Pois que hoje
Lá acordamos nós cedo para ir começar as obras de renovação da sala de desenho. Aquilo para mim, foi uma autêntica terapia, entre lixar, pintar, limpar e arrumar. Muita conversa e música pelo meio. Um trabalho que não custou nada a fazer e que passou bem depressa, que venham as próximas sessões!
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Adulta agora?
Até ao mês passado, sempre que precisava de dinheiro - fosse para almoçar na escola, ou para sair com os amigos - bastava-me pedir dinheiro aos meus pais. Mas este mês, tudo mudou, depois de se fazer as contas e ver, em média, quanto é que eu gastava por mês, passou a ser depositado na minha conta esse dinheiro. Que, a partir de agora, vou ter que aprender a gerir e fazê-lo durar até ao fim do mês. Acabou a história de pedir dinheiro aos papás sempre que quero, e eu (até que) acho bem, por que tenho que começar a ser responsável no que toca a questões monetárias, aprender a gerir o dinheiro, a fazê-lo chegar para tudo e a poupá-lo. Vamos lá ver como isto corre.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Sempre fui
As aparências iludem
Posso não ser nenhuma coitadinha mas também não sou aquilo que aparento ser. A minha vida não é tão fácil como todos pensam...
Este tempo
Para uma friorenta como eu, já começa a ser suportável para se poder andar com a perna à mostra. Isto é, de saia ou calções mas com uns collants por baixo, que eu também não sou de ferro. Mas o sol aparece e dá-nos vontade de usar roupas assim, eu, tenho abusado delas. E ainda bem, que só me fazem é sentir bonita. E no fim de contas, não é isso que todas queremos?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Barriga cheia
De Starbucks, que isto um dia não são dias e hoje, marchou, não uma, mas duas vezes [esta noite não durmo, bem sei]. É o que dá termos bons professores e simpáticos que não só nos levam a comprar o material para as nossas obras, como também nos leva a passear ao centro comercial e a lanchar na Starbucks. Poucos podem dizer o mesmo que nós e relações e acções destas, são impossíveis de serem forçadas. Temos muita sorte, não temos, meninas?
Motivo de comemoração (menos, vá)
*isto é, se não contarmos com os que uso duas vezes por semana para fazer educação física
Adoro
A liberdade de chegar a casa e apanhar o cabelo. Não só porque fico mais à vontade mas também porque só o posso fazer em certos dias, naqueles em que ele vai ser lavado. Que isto a menina, quer ter o cabelo perfeitinho e sem marcas de elásticos nos outros dias também.
E finalmente aqui está o dito
O meu mais que tudo papel de parede, um ano depois, foi colocado. Mas valeu a pena a espera. Adorei o resultado final.
É sempre assim
Chego à Starbucks, peço o meu cappuccino. Vou sentar-me, passado um bocado penso que afinal não me apetece ler e levanto-me para ir buscar um talão de acesso à internet. Meia hora depois de estar naquilo e já com a minha bebida no fim, volto a levantar-me para ir pedir uma colher para poder raspar a espuma do fundo do copo. Faço sempre o mesmo em vez de levar tudo ao mesmo tempo, aposto que os senhores que aqui trabalham me acham uma chata.
[post escrito em tempo real]
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Vou
Com isto da organização da viagem de finalistas
Apercebo-me, cada vez com mais certeza, de que os rapazes são uns bananas. Enquanto que as raparigas não deixam de ir à viagem (nem a lado nenhum) por causa dos seus respectivos namorados, eles não se decidem se vão ou não por causa delas. E no fim de contas, vão acabar por não ir para não ferir susceptibilidades. Ora se isto não diz muita coisa, eu já não sei nada. Então nós é que somos as independentes e eles aqueles que se preocupa com os nossos sentimentos? Preocupação, sim, mas q.b. por favor. Que isto ninguém tem de deixar de fazer nada por que namora e muito menos a outra pessoa devia deixar tal acontecer. Uma coisa é ter um namorado, outra coisa é deixar de viver para o resto do mundo.


























