quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Tão picuinhas que estou


Em relação ao meu armário. Cada vez tenho mais roupa, é um facto. Mas também é verdade que cada vez estou mais organizada no que toca a arrumá-la. Que isto tem que estar tudo muito bem dividido por secções, é parte do armário para vestidos, é outra para casacos (ai, os casacos, cada vez mais a minha perdição...), outra para as lãs, mais uma para as calças, outra para camisolas, mais uma parte destinada aos sapatos e por aí adiante*. Isto sem esquecer as cinco gavetas por onde estão divididas as t-shirts, camisolas de meia estação, camisolas de inverno, calções e leggings, camisolas básicas e casacos de malha... Todo um rol que completa a colecção da minha vida, isto é, pode-se chamar colecção a coisas que se usa? Cá para mim, sim, que assim vou mantendo a desculpa para poder continuar a alimentar este vício. O problema em toda esta organização instala-se quando a minha mãe, com toda a sua boa vontade, e com o meu agradecimento que por vezes também tenho os meus momentos de preguiça, começa a arrumar a roupa que durante a semana se começou a acumular na cadeira. Isto porque depois, quero vestir uma coisa, que se não está no sítio onde devia estar, para mim é como se estivesse para lavar ou engomar, e depois a minha mãe insiste em dizer que arrumou, e eu a dizer que não, que não a encontrei, quando no fim só estava era no sítio errado. Picuinhas, mesmo picuinhas, prefiro perder tempo a dobrar e arrumar a minha roupa a ela ser arrumada por outra pessoa mas no sítio errado. Só eu.
*coletes, saias, camisas, blusas, cachecóis, malas...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Não sei

Como é que hoje não descobriram tudo.

Acho piada


Àquelas pessoas que não conseguem ser elas próprias numa relação, que se adaptam sempre com o medo da rejeição. É que assim, nunca chegam a experimentar o verdadeiro amor, porque nunca nínguem vai gostar delas pelo que realmente são, só por aquilo que fingem ser, nem elas vão amar pelo simples facto que amar não é agradar o outro. Isto é, uma pessoa tem que ser aquilo que sempre foi, na sua essência, mas com cedências, com tolerância, não com mudanças radicais de personalidade. Pois que no fim vai-se a ver e existiram trezentas namoradas e mudou-se por todas elas, de atitudes, de opiniões, de gostos. E para quê? Para o simples facto de fazer com que essa pessoa goste de nós. Mas essas coisas não podem ser forçadas, ou se gosta pelo que se é, ou nada há a fazer. Para mim, são uns tristes passam a vida como uns "adaptados". Pena também, é só perceberem tarde de mais o quão burros foram. Ou então, nunca perceberem, de todo.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Note to myself

Ir à loja da Disney em Londres. E trazer um destes se possível.

Pois é, pois é

Melhor que recordar tudo o que já passámos com os nossos amigos, é fazermos planos novos. Para o que vem a seguir.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Um tumblr


Que descobri há pouco tempo, mas dos poucos que me é capaz de deixar com um sorriso na cara. Porque, por vezes, as mais pequenas coisas são as melhores e nós raramente nos lembramos disso. Por isso é que também há coisas assim, para nos (re)lembrarmos.

Juro que é hoje

Chega ao fim de semana, olho para a minha prateleira de livros e penso sempre: apetece-me voltar a ler a banda desenhada do Garfield, e já vai para algum tempo que digo isto. Mas tempo é coisa que não tenho tido muito [ou cabeça para fazer certas coisas, é capaz de ser mais isso], hoje tenho. Portanto, de hoje não passa. Isso e treinar guitarra.

Eu, uma desapreciadora de gelados confesso...


Que ontem fui experimentar os gelados do Santini, e não é que gostei? Isto de comer gelados já é estranho, em Fevereiro ainda mais. Mas com uma waffle a acompanhar, lá que consegui fazer o esforço. E pronto, no fim até gostei. Estão oficialmente declarados os únicos (ou dos poucos) gelados que a Lady C gosta. Agora lá para Julho como outro e está feita a dose do ano.

Filme de sábado à noite

Um filme como já não via há muito tempo, onde ri do princípio ao fim. Comédias destas é o que se quer.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Hoje

O que mais que mais me apetecia era isto: passeio com copo da Starbucks na mão.

Daqui a pouco estou chalada

E as litradas de chá que bebo quando estou a estudar? São chávenas umas a seguir às outras, com bolachinhas pelo meio, só assim para ensopar. E ontem o chá escolhido, foi chá inglês. Vá-se lá saber porquê...

Tudo e depressa


Cada vez aproveito mais os momentos de silêncio, porque cada vez são mais raros. A vida é uma confusão. Uma confusão barulhenta. E depois, quando damos por nós a só ouvir o silêncio quase que nos apetece chorar de alegria. Pois que parece que hoje em dia, ninguém consegue estar calado, aproveitar a calmaria. Querem tudo e depressa e tornam-se incapazes de aproveitar o que de melhor a vida tem. A calma e a serenidade com que somos capazes de viver. Mas não, querem tudo e depressa, para ontem. Que isto, o mundo pode acabar amanhã.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

E mais umas

Que hoje estou bem disposta!

Bom dia

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

[quase] efemérides


Se a minha prima ainda tivesse namorado, hoje faziam três anos. Se eu ainda tivesse namorado, daqui a exactamente uma semana, fazíamos três anos. Mas isto são ses que não interessam para nada, o que realmente interessa - e importa - é que daqui a dois meses, por esta hora, estarei eu no aeroporto à espera do avião que me vai levar a Londres.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Belo início de semana

Acordar sem voz e com dores de garganta. Tomar um comprimido. Chegar à escola e ficar logo irritada por perceber que nínguem é capaz de fazer a mais simples coisa sem mim. Chegar a Educação Física já a suar (depois de voltas e mais voltas) e com muito pouca vontade para trabalhar. Fazer a aula a meio gás para ver se não ficava pior. Estar sol, a aula ser na rua e eu estar cheia de frio. Parar e não fazer mais nada, só esperar que tocasse. Uma dor de cabeça começar por causa do barulho nos balneários. Ir para desenho e ficar ainda pior, que naquela turma parecem todos uns selvagens (exceptuando a parte em que foi o coordenador quem esteve a tomar conta de nós). Quase chorar de tantas dores de cabeça. Não aguentar mais e pedir à mãe para me levar para casa. Passar na farmácia a comprar outros medicamentos. Esperar pelo almoço embrulhada numa manta por que estava cheia de frio. Almoçar, bem, pois a fome já era muita. Verificar se tinha febre. Não. Tomar medicamentos, beber chá e deitar-me no sofá. Adormecer e acordar com a chamada do pai, não é melhor ires ao médico?, para já não, não tenho febre. Dor de cabeça ainda em alta. Passar o resto da tarde na ronha, a ver televisão e a pensar nas aulas a que faltei. Temos pena. A mãe voltar e impingir-me um lanche. Torradas e cappuccino, e toma lá mais dois comprimidos para ver se essa dor de cabeça passa. Acalmou. Sexo e a cidade. Amiga a ligar para saber se estou melhor, quero lá eu saber das dores de garganta, o que me incomoda mesmo é a cabeça. Ir tomar banho para aquecer. Regressar ao sofá, já de pijama, e responder às mensagens em que me perguntavam se já estava melhor.  Estudar um bocado de português que amanhã é capaz de haver ficha. Ir ao computador ver algumas coisas. Jantar, mãe posso comer pizza?, a minha sorte é que mesmo doente não perco o apetite. Voltar ao computador e escrever isto. E agora? Esperar pelo House que vão começar novos episódios e a seguir ir enfiar-me na cama. E sim, já estou melhor.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Tenho que perder este vício

Deixar de vir ao computador, controlar as horas que cá passo. Porque depois, vou a ver, e não fiz nada, a tarde já passou e eu não saí da cadeira.

Cenas de um diário gráfico*3

Ao fim-de-semana

A minha secretária muda-se, literalmente, para a sala. Principalmente, por que no quarto não tenho espaço para fazer os grandes trabalhos que preciso, mas também por que assim há sempre companhia e posso ir vendo o que vai dando na televisão. Depois chega o fim do dia e lá tenho que andar a ordenar grafites, lápis de cores e pastéis, limpar afias, organizar dossiers, arrumar pastas, tudo para começar uma nova semana. E ainda dizem que a vida de artista é fácil. Nada disso.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Surpreendi-me


Só hoje é que descobri este blog, apesar de já seguir o principal faz tempo, [daquela miúda de cabelo vermelho que um dia foi parar à minha turma], cativante, intenso. A nossa Lisboa e outras coisas, em imagens, mais que perfeitas, tiradas por ela, de uma forma que nem sei explicar. Só sei dizer que gosto, e muito. Recomendo, os dois.

Quando é por obrigação, custa mais


Tenho que escrever um texto sobre o Sonho, ideias não me faltam mas sei que vão ter que ficar a fermentar mais um pouco nesta cabeça, enquanto isso, fica aqui o meu mote de inspiração:
Eles não sabem, nem sonham
que o sonho comanda a vida. 
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como uma bola colorida
entre as mãos de uma criança.

Pois que hoje

Lá acordamos nós cedo para ir começar as obras de renovação da sala de desenho. Aquilo para mim, foi uma autêntica terapia, entre lixar, pintar, limpar e arrumar. Muita conversa e música pelo meio. Um trabalho que não custou nada a fazer e que passou bem depressa, que venham as próximas sessões!

Filme de sexta à noite

Era um bom pequeno almoço...

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

...*145

Um dia destes

Compro um outfit parecido.

Adulta agora?

Até ao mês passado, sempre que precisava de dinheiro - fosse para almoçar na escola, ou para sair com os amigos - bastava-me pedir dinheiro aos meus pais. Mas este mês, tudo mudou, depois de se fazer as contas e ver, em média, quanto é que eu gastava por mês, passou a ser depositado na minha conta esse dinheiro. Que, a partir de agora, vou ter que aprender a gerir e fazê-lo durar até ao fim do mês. Acabou a história de pedir dinheiro aos papás sempre que quero, e eu (até que) acho bem, por que tenho que começar a ser responsável no que toca a questões monetárias, aprender a gerir o dinheiro, a fazê-lo chegar para tudo e a poupá-lo. Vamos lá ver como isto corre.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Sempre fui


Muito generosa. Nunca me importo de emprestar o que quer que seja, estou sempre disponível para todos e no fundo, só não dou mesmo aquilo que não posso, ou não tenho. Mas se há coisa que me irrita é a desconsideração pelos outros e isso, vê-se nas pequenas acções - o facto de emprestar um pincel e devolverem-mo sujo, uma afia-lápis voltar com a caixa cheia de aparas ou até mesmo um lápis que voltou por afiar - sim, se empresto é por que quero, mas acho que não custa nada devolver as coisas como estavam. Isso, e uma pessoa emprestar dinheiro e depois ainda ter que andar a pedir para lho devolverem. Vai na volta e tudo isto é normal e a estúpida aqui sou eu.

As aparências iludem


Posso não ser nenhuma coitadinha mas também não sou aquilo que aparento ser. A minha vida não é tão fácil como todos pensam...