sexta-feira, 4 de março de 2011

Outfit of the day*4




(clicar nas imagens para aumentar)
Camisola básica azul escura, Gap
Camisola cinzenta, Abercrombie&Fitch
Casaco cinzento escuro, Element
Calções castanhos, Gap
Collants azuis escuros, Calzedonia
Botas castanhas, Fly London
Mala castanha, Billabong

Questões pertinentes

quinta-feira, 3 de março de 2011

Outfit of the day*3



(clicar nas imagens para aumentar)
Camisola preta, Roxy
Cardigan cor de rosa, Blanco
Casaco preto, Billabong
Calças de ganga, Volcom 
Botas pretas, Timberland
Mala estampada, Billabong

Uma pancada [daquelas mesmo grandes]


Acho que quando ando de óculos de sol ninguém me reconhece. Há lá coisa mais parva. É que coloco os óculos, fico a achar que me dão um certo estilo e que, me torno irreconhecível aos olhos de todos. Não podia ser mais mentira. Mas a maior estupidez é que quando alguém depois me fala eu ainda me surpreendo por saberem que sou eu. Haja paciência e mais tino nesta cabeça.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Outfit of the day*2


(clicar nas imagens para aumentar)
Camisola básica lilás, Gap
Camisola cinzenta, Levi's
Cardigan azul petróleo, Zara
Calças de ganga, Levi's
Ténis, Merrell
Mala roxa, Billabong 

Cada vez mais


Tenho noção em quem posso confiar ou não. Tenho cautela antes de abrir a boca e dizer alguma coisa, seja ela relacionada comigo ou com outros. Apercebo-me a cada dia que passa que  quanto menos pessoas souberem da minha vida, melhor. Menos vezes temos que contar as coisas, menos explicações temos de dar, menos perigo corremos dos outros andarem a falar de nós, seja bem ou mal. Porque apesar de todos falarem, há coisas que nós podemos sempre evitar, controlar. E se, hoje em dia sei que posso confiar plenamente numas quantas pessoas, acabo por nem a metade contar o que se passa realmente comigo, na minha vida. Pelo simples facto de não me querer repetir, de me querer resguardar. Não me expor e não me cansar. Porque cada vez mais me apercebo que se menos pessoas souberem dos nossos problemas, menores eles se tornam. Pelo menos para a vida exterior.

Estes também marchavam todos ou de como os sinais de Primavera já estão a fazer efeito sobre mim

terça-feira, 1 de março de 2011

Outfit of the day*1


(clicar nas imagens para aumentar)
Camisola vermelha, Zara
Blusa estampado flores, Pepe Jeans
Cardigan castanho, Zara
Calças de ganga, Levi's
Ténis brancos, Converse All Stars
Mala castanha, Billabong

Sou uma rapariga

Cheia de coisas, guardo tudo. Mas mesmo assim ainda tenho gavetas, caixas e latas vazias no meu quarto.

...*146

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Outfit of the day


E porque não? Quando se tem um armário com roupa suficiente para uma vida e mais dois dias e muitas ideias nesta cabeça. Que isto o tempo ainda está frio, já anda tudo cansado de usar roupa de Inverno e eu continuo contentinha da vida a fazer combinações novas a cada dia que passa. Pois é, há dias em que acho que tive realmente boas ideias. E por isso, querendo eu algumas opiniões, assim mais formadas da coisa, pelo menos, durante o mês de Março vou tentar postar a roupa que vesti em cada um dos dias. Vai ser um teste à minha paciência e imaginação, mas todos precisamos de desafios novos, e por agora, este basta-me. Posso contar convosco?

Marchavam todos

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Pergunto eu

Como é que alguém consegue andar nuns sapatos destes?

Sunday breakfast

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Coisas que me dizem*6

- Este é o meu perfume preferido.
- Ai é?
- Sim, porque é o teu.

Depois


De um dia como o de ontem, em que saí de casa às oito da manhã e só cheguei depois da meia-noite, em que fiz mil e uma coisas e me desdobrei por não sei quantas pessoas. E depois de uma manhã em que já trabalhei muito, chego a casa e leio esta frase algures: O efeito é o mesmo que dizer àquela miúda que se gosta dela, mas não se lhe rouba um beijo; dizer que se está apaixonado por ela, mas não se lhe dá a mão. Tudo começou a fazer sentido.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Se hoje

Chegar a casa, aviso.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Não acho normal

Quando por duas vezes apanho o comboio em dias e horas diferentes e me aparece o mesmo rapaz à frente. Menos normal ainda acho quando estou eu sentada na carruagem do metro e o mesmo rapaz entra por ela a dentro. Duas vezes no mesmo transporte já é coincidência, uma terceira num diferente já é demasiado estranho.

Pois bem

A minha mala além de ser gigante anda sempre cheia de coisas que eu cá não gosto de malas leves. Mas então o que levo lá dentro perguntam vocês. Toda uma parafernália de coisas, ora bem: telemóvel, agenda, bloco de notas, chaves de casa, batom do cieiro, mini escova de cabelo com espelho, estojo (a abarrotar de coisas), lenços de papel, pen e phones. E depois há sempre aquelas coisas que mudam conforme os dias, ora são óculos de sol ou chapéu de chuva, caderno ou diário gráfico, máquina fotográfica ou bolsa de maquilhagem, protector solar ou perfume, creme de mãos ou pastilhas. Enfim, tudo o que couber lá dentro!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Todos acham


Que sou capaz de controlar tudo, tomar conta de todos, ser a líder das obrigações e a organizadora das aventuras. Mas às vezes também precisava que fosse ao contrário, que alguém se lembrasse de tomar conta de mim, só por uma vez.

Vá lá meninas

Contem-me tudo. Quero saber as coisas que vocês nunca largam, as que vão convosco para todo o lado nas vossas malas. Quero ver se há alguém com mais coisas que eu.
[depois logo digo o que anda espalhado pela minha malinha, cof cof]

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

É preciso


Chegar  a meio do segundo período do 12º ano para descobrir o que é uma verdadeira aula de desenho. É muito triste, mas é a mais pura das verdades. Foi preciso aparecer uma professora substituta acabada de sair da Faculdade de Belas Artes para descobrirmos tal coisa. É que isto não é só chegar lá e mandar fazer um projecto qualquer, não. É chegar lá, explicar come se faz (a dita teoria) e depois pôr os alunos a aplicarem-na e corrigir o que está errado. Isso, e pô-los todos numa rodinha a trabalhar, com um a servir de modelo, mas isso já é coisa que dá muito trabalho...

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ela não está assim tão interessada

Pois é, ela não quer assim tanto falar contigo, nem tão pouco está interessada em conhecer-te. Ora é a paciência que não abunda ora são os exemplos da tua falta de carácter pelas acções que cometeste no passado. Pois que ela até a favor de segundas oportunidades, mas para quê arriscar. Se no fundo não está para se sujeitar. E tem todo o seu direito. Uma coisa é ser simpática, acessível até. Outra é ter que te aturar e ter que levar contigo dia e noite. E para quê. Ela nem está assim tão interessada. Não que não sejas simpático por que até és, se calhar é do nariz que ela ainda não reparou bem mas de quem já lhe falaram mal. E de que vale se no fundo ela não está para se sujeitar. Não que a aparência seja assim tão importante, mas lá está, são as acções do passado que continuam a marcar-te. Ela nem precisa de justificações. E para quê ela dar-se ao trabalho de falar contigo. Se no fundo não está assim tão interessada. Pronto, até podia vir a gostar de ti, que até podes ser boa pessoa. Mas lá está, para quê. Se as tuas acções ficarão para sempre marcadas e se no fundo, ela não está assim tão interessada.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Não era a mesma coisa

Podia ter passado toda uma tarde na ronha entre filmes, chás, mantas e mensagens. Mas não. Passei uma tarde entre cappuccinos, torradas (tantas torradas...), Cluedos, Singstars e, principalmente, amigas. Tanto uma como outra são opções que me agradam, é verdade, mas é tão melhor a segunda escolha. Tão mais cheia de vida, de gente, de conversas que nunca se esgotam, de amizade e desabafos. Era ser assim mais vezes, só isso.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Hoje é noite de lua cheia

Tenho andado a pensar...

E cheguei à conclusão que tenho, pelo menos, estes três requisitos para um futuro namorado. Ora bem:
- ter o cabelo rapado (e barba de três dias)
- ter carta (e carro)
- pesar mais do que eu (e não, não sou gorda)
Posto isto, há muitos outros requisitos, claro está, mas esses são mais que óbvios.

Tal imagem fez-me lembrar este episódio

Há umas semanas atrás não tivemos uma qualquer aula antes do almoço e estávamos para lá todos sentados sem fazer nada quando alguém teve a ideia de jogarmos ao Verdade e Consequência (há lá coisa mais infantil, nada disso). Lá pusemos as cadeiras todas numa roda e começámos a jogar, jogo que rapidamente se tornou simplesmente no jogo da verdade, que isto para nós as consequências já não têm piada. A coisa já estava a aquecer quando decidimos que era hora de ir almoçar, mas não foi por isso que o jogo acabou, continuámos pelo caminho até ao restaurante, com algumas perdas e umas substituições. Continuámos enquanto comia-mos e depois também, apesar de estar cada vez mais difícil, quer se dizer, já desde o início estava. E no fim, depois de passarmos mais de duas horas nesta palhaçada, apercebemo-nos todos de uma coisa, para nós era difícil jogar o jogo da verdade, por que no fundo já sabíamos quase tudo o que havia a saber sobre os outros. É ou não é bonito chegar a tal conclusão?

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Juro*

Desde que passou a passagem de ano que não bebo refrigerantes, mais concretamente Coca-Cola, excluindo o facto de continuar a beber água das pedras que tem gás, mas pronto. E não é que agora me deu para sonhar que ando a bebê-la? Vou ter que matar o desejo ou continuar a privar-me de tal coisa? Ai, ai...
*ando a jurar muito...

Será do medo de que acabe ou da vontade de ficar com memórias?

No início do ano lectivo comprei uma agenda nova, agenda essa que era direccionada para os alunos do secundário, achei interessante por que vai mais à frente do que uma simples agenda, além de ter informações relacionadas com faculdades, o metro, salas de espectáculo, museus e afins. Tem ainda uma parte para escrevermos dedicatórias (o que no fim deste ano vai dar muito jeito), pôr-mos fotos, anotarmos os nossos concertos, entre outras coisas. Mas o que me fez mesmo comprar esta agenda foi o facto de na capa ter um autocolantes, tipo post-it, que dizia "Ainda vou ter saudades desta vida!", o que acho, sinceramente, que vai ser verdade daqui a uns tempos. Mas perguntam vocês o por quê de toda esta conversa sobre uma simples agenda. Ora bem, algures no seu interior diz que este vai ser um ano memorável, coisa que me deixou a pensar, então o que posso eu fazer para tornar este ano realmente memorável?, ora aí está: decidi apontar tudo o que fazia, e faço, nesta agenda. Em vez de a ocupar com aquilo que tenho para fazer, ocupo-a com o que fiz. Estranho? Não é assim tanto, tornou-se no meu diário, numa versão por tópicos. E aqui escrevo realmente sobre tudo, onde vou almoçar e com quem, os filmes que fui ver ao cinema, os livros que acabei de ler em determinado dia, o fim-de-semana aqui, o jantar ali, as consultas, os cafés, as tardes em casa das amigas. Realmente tudo, para que daqui a uns anos possa pegar nela e comprovar realmente que tive um memorável ano de finalista. Maluca? Talvez, todos os meus amigos acharam ridículo o que eu estava a fazer quando falei da ideia, mas agora até que acham piada e concordam comigo. Porque agora até pode não significar grande coisa, mas daqui a uns anos de certeza que quando olhar para ela e ver tudo o que lá está vai ter a sua graça.

Só porque amanhã já é véspera de fim-de-semana