segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Já está arrumada
A sapataria de Verão. Pior que ter tudo isto, é não nos lembrarmos que temos tudo isto. Uma vergonha.
[vergonha é isto e ainda não ter arrumado todo o resto do armário e seus pendentes]
Até que fiz bem em experimentar
sábado, 28 de maio de 2011
Há dias assim
Pode nem tudo correr às mil maravilhas, mas há dias em que a boa disposição impera. Só porque sim. Ou porque sabemos que temos uma tarde inteira para nos dedicarmos a nós. Sim, pode não ser muito, mas há que aproveitar as coisas mais pequenas, as mais simples. Posso dizer que tenho mesmo vontade de cantar, mexer-me sem parar, esticar o cabelo, vestir uma roupa bonita e andar por aí a espalhar a minha alegria. Há dias assim.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Impossível de resistir
Apesar da minha pele sensível e de todos os cuidados que tenho que ter com ela (cremes e mais cremes da farmácia e quantidades industriais de protector solar) de vez em quando, não resisto a comprar um creme, digamos que, menos convencional. Não é que a minha paciência para os colocar seja grande, mas mesmo assim tem vindo a aumentar. Acabo por me derreter com as embalagens bonitas e os cheiros tropicais que tão poucas vezes tenho a oportunidade de utilizar. Assim, se vai aumentando a colecção lá por casa e todas as desculpas se tornam boas na altura de variar de hidratante. Então agora com o calor e o verão, as desculpas multiplicam-se, depois queixo-me das borbulhinhas. Mas sabe tão bem mudar de vez em quando.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Questões pertinentes
O ano está quase a acabar e com isso a vida no secundário. E se, durante esta semana a maior parte do meu tempo livre foi ocupada no estudo do português, outra grande parte foi ocupada com a questão que me coloco desde sempre, (ou pelo menos desde que entrei para aquela escola) mas como é que se estuda realmente português? Lembro-me bem de, durante estes três anos, me colocar sempre esta questão quando começavam a espreitar as vésperas de mais um teste. E não é que passados quase uns vinte, continuo sem resposta? Eu bem que me esforço ao tentar ler todos os textos informativos do manual, mais os resumos dos livros de apoio e análise de obra. Mas depois, quando chega a hora de aplicar todo esse conhecimento, acho sempre que todas as horas de estudo foram em vão. Ora porque as perguntas de interpretação de um texto são sempre aleatórias e subjectivas, impossíveis de serem preparadas em casa. Ora porque a gramática que sai, nada tem que ver com aquilo que está escrito nos livros, mas sim com pura lógica. E no que toca à composição? Também pode sempre calhar um qualquer tema que em nada a preparação nos ajuda. E se, já fico insegura antes de um teste, perante todas estas evidências, como hei-de ficar eu nos dias que antecedem um exame nacional?
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Do que se precisa
Eu não anseio por um dia de praia, por uma roupa mais fresca, por um gelado ou por férias. Eu anseio por tempo morto, tão morto em obrigações como nos pensamentos que me assolam a mente de há uns tempos para cá. Paz. Um dia de paz, era o que eu precisava.
domingo, 22 de maio de 2011
Este tempo
Chama-nos para as frutas, pelo menos a mim, e há lá coisa melhor que um sumo de laranja natural? O meu vício mais recente.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Cruzamentos
Se houve coisa que. desta vez, reparei nos Estados Unidos, foi o facto de toda a gente meter conversa com os outros, seja num café, no metro ou até mesmo na espera para atravessar a passadeira. E assim, se vai conhecendo outras pessoas, das que eu me lembro, além de duas raparigas portuguesas que falaram comigo na Starbucks, houve os senhores dos hotéis (que me perguntavam sempre se estava de férias ou à procura de universidade), um senhor num museu, o rapaz que me atendeu na Apple, aquilo foi conversa que durou lá para os vinte minutos, e até o senhor da TAP quando fomos fazer o check in para regressarmos, tinha que lá estar mesmo à espera que o meu pai fosse pagar uma coisa e em vez de estarmos os dois calados, pusemo-nos em amena cavaqueira. E se fiquei a saber que este estuda engenharia aeroespacial e está de férias até Agosto e por isso está a trabalhar no aeroporto, também houve o senhor que trabalhava há 25 anos naquele hotel, o rapaz que estava invejoso por eu ir para Nova Iorque e ter um iPad para me entreter durante a viagem, as duas raparigas que adoram morar em Cambridge "onde se respira juventude", o senhor que me ensinou a analisar as rochas de Marte e a senhora que tinha duas meninas adoráveis, uma de 11 e outra de 3 anos. Todas estas curtas conversas acabadas com um "was very nice to meet you". Mesmo como nos filmes. Tudo isto para dizer que, da primeira vez que saí aqui à rua e fui comprar uma coisa, o senhor da caixa também meteu conversa comigo por causa do número de contribuinte que lhe dei ser da escola onde andou. Não sei se isto é para durar, que também ainda não tive tempo para interagir com mais pessoas, mas pela experiência que já tive parece que isto agora é um íman, que atrai todos à conversa. Posso só ver aquelas pessoas uma vez na vida e falar com elas cinco minutos, mas e as coisas que aprendemos e ficamos a saber? Acho que só servem para nos enriquecer. A pergunta que me ponho é se estas pessoas alguma vez mais nas suas vidas vão pensar em mim, ou se se esqueceram segundos depois.
Ai ai
Sei que nas últimas três semanas devo muitas e muitas horas à cama.Também sei que tenho todo um armário para organizar, desde a roupa nova a todos os sapatos de Verão. Mas também há um trabalho de desenho para acabar, uma tela que precisa dos retoques finais, o último livro de português para ler, exercícios de geometria para resolver, apontamentos para estudar, fichas de multimédia para entregar, a renovação de uma sala para terminar e o último teste do secundário para resolver. Fico cansada só de escrever tudo aquilo que me espera este próximo fim de semana e semana seguintes. Só me apetecia esplanadar um pouco, pôr a conversa em dia com as amigas, matar saudades, apanhar sol, ver as séries em atraso e dormir. Dormir muito. Ou simplesmente ficar deitada sem fazer nada. Tudo isto seria o paraíso, que prevejo que esteja ainda longe de chegar. Dêem-me força para aguentar. Força e muita cafeína.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Tira o pé do chão
O concerto que eu adorava ter ido ver a Nova Iorque mas que pude ver agora (dias depois de voltar de lá) e que adorei. Duas horas e meia em que cantei muito, dancei ainda mais e diverti-me na melhor das companhias. Não me canso de ver esta mulher, um concerto a repetir, sempre.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Não me importo nada
De fazer malas. O grande problema está quando depois regresso e tenho que as arrumar. Ficam dias ali. A ver se desta não é assim.
Para dizer a verdade
Estou a adorar o novo projecto que estou a fazer na escola. É nestas [poucas] alturas em que temos a certeza de que fizemos a escolha certa.
Estou farta de gente parva
Que há dias em que gosto das brincadeiras parvas, das fotografias apalermadas e das carantonhas feias, mas há outros (os últimos) em que acho tudo aquilo uma perfeita anormalidade e sinto a falta de um humor inteligente. Aquela vontade de me rir por uma coisa cómica mas também assim a puxar para o intelectual e não só por causa de uma qualquer parvoeira. O mal só pode estar em mim, mas que precisava de pessoas destas agora na minha vida, precisava.
domingo, 15 de maio de 2011
Random
Só agora é que me apercebi que já só faltam três semanas de aulas e que eu ainda tenho mil e quinhentas coisas para fazer. Não só fui a Boston como a Nova Iorque e assim foram mais dias por aqui perdidos. Estou ainda a sofrer de um choque térmico visto que aqui já anda tudo de tops e afins enquanto que eu nestes dias não saía sem casaco e cachecol. Pode-se dizer que dormi umas duas horas no meio das quarenta e oito que tem um fim de semana. Mesmo da terceira vez, continua a fazer-me confusão regressar a Portugal e ver prédios tão pequenos. Ainda não tenho noção que já voltei à realidade e que amanhã já há escola. Fotos não sei para quando. Na América, todos os nossos desejos se realizam mesmo.
Pois é
Posso até já ter saudades de comer bagels ao pequeno almoço, de parar na Starbucks, de olhar para a janela e ver o Empire State Building, da minha liberdade, de andar na rua e as pessoas sorrirem para mim, de comer cachorros quentes em cada esquina, de olhar para o mapa para ver a direcção que tenho que tomar para o metro me levar onde quero, de fazer compras, de estar num universo paralelo onde o meu fuso horário era diferente de todos os outros, de olhar para cima e não conseguir perceber onde acaba um prédio, de ver sítios novos e diferentes, de observar pessoas, de tirar fotografias, de procura esquilos no Central Park, de ouvir cada pessoa a falar uma língua diferente, de prestar atenção para ver se encontro portugueses, de irritar-me com a quantidade absurda de brasileiros que há espalhados por todo o lado, da confusão, de ver centenas de táxis amarelos, de comer Nuts 4 Nuts, de ir às farmácias que têm tudo, desde comida a material escolar, de ver que todas as pessoas têm estilos diferentes mas sempre uma coisa em comum - o seu iPhone, de atravessar a estrada com mais 50 pessoas, para cada lado, de estar lá sem pensar em quem não merece, de ver que a anormalidade pode ser normal, de assistir a um jogo de NBA ao vivo, de ver estudantes nerds em todo o lado, de pensar em lembranças para toda a gente, de ver o gosto e o empenho das pessoas em qualquer que seja o seu trabalho, de falar com as pessoas só porque elas meteram conversa comigo, de ver de manhã o Good Morning America. Mas também já estava farta de comer sempre em restaurantes, de dormir em hotéis, de arrumar malas e tirar etiquetas, de andar (muito), de ter que vestir camisolas e casacos atá mais não, de ter poucas opções de escolha de roupa apesar das muitas e muitas compras, de andar com a mochila às costas, de empurrar portas e pensar na nojice que estaria ali entranhada da quantidade de pessoas que tocam naquilo durante o dia. Posso até dizer que já tinha saudades da sopa da minha mãe, de poder pegar no telemóvel e poder mandar uma mensagem só porque sim, de estar com as minhas pessoas, de ouvir a minha língua, da minha rotina diária, de lavar as mãos sem ser só nos restaurantes e ao fim do dia no hotel, de escrever, do meu sofá e da minha manta, até de andar de carro. No fim, as mais pequenas coisas são sempre as que mais sentimos falta, mesmo nos grandes momentos, nas grandes oportunidades. Sem dúvida alguma.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Parto, outra vez
Boston será o meu Comer, Orar, Amar. O amor ficará em Lisboa, o orar será substituído pelo pensar e o comer, esse sim será para continuar a ter em conta. Esta vai ser a minha oportunidade de ficar a saber se gosto ou não de viajar sozinha. Vai fazer-me bem, sair daqui [quando não devia], quebrar a rotina e ir ver coisas novas. Passar por outras experiências. Esperasse coisas boas desta aventura, daqui a uns dias conto as novidades.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Quando é que vai ser diferente?
Por vezes conhecemos pessoas, começamos a ter um certo interesse por elas, criamos expectativas. Lá está, sempre as expectativas que não somos capazes de evitar. O que é mau, por que depois estamos com essas pessoas, gostamos de estar, mas quanto mais tempo passa, mais nos vamos apercebendo que as coisas não são bem como nós pensávamos que seria e deixamos de querer estar com essas pessoas. Isto acontece, às vezes, mas mesmo assim é uma pena. Não gosto nada.
Todos os rapazes
Deviam ler isto. Ler, ou já saber à partida. Quero um namorado que saiba todas aquelas pequenas coisas. Ponto.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Foi exactamente isto que aconteceu hoje
A professora deu-nos mais uns dias para acabarmos as nossas telas e bem que estávamos a precisar. Agora é dar mais um bocadinho de nós e acabar as obras primas.
Há muitas assim
As pessoas pequeninas vibram mais com a vida dos outros do que com a deles. As pessoas pequeninas contentam-se com pouco e admiram-se com o muito dos outros. As pessoas pequeninas não têm capacidade de se rirem de si próprios mas são os primeiros a rirem-se dos outros. As pessoas pequeninas são as primeiras a julgar os outros quando não sabem nem metade das coisas mas são os que ficam mais indignados quando lhes apontam o dedo. O pior é que a maior parte das vezes, estas pessoas pequeninas, já são pessoas grandes. Mas só em tamanho.
terça-feira, 3 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Falando em compras
Esta foi a minha última aquisição, depois de muito pensar se ia gostar de me ver com elas. Lá decidi arriscar, numa cor neutra e um modelo que é capaz de ficar bem com tudo. Acho que vai ser das coisas que mais vou usar nesta primavera, a ver vamos.























