segunda-feira, 27 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Um fim de tarde
Com direito a passeio por Lisboa. Depois de um dia de muito estudo, bem que merecia. Agora é suspirar por mais dias assim, em que se pode aproveitar o sol e o calor, [não só ao fim do dia] sem outras preocupações.
sábado, 25 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
O que será que me faz realmente feliz?
Lá por gostar de passar uma tarde inteira a ver uma qualquer série, será que no fim do dia, isso é uma coisa que me vai trazer felicidade? Apesar de gostar de o fazer (once in a while) não quer dizer necessariamente que me faça feliz. Tal como gostar de comer, também não me torna mais feliz. Agora, se falarmos de um almoço em boa companhia e boa conversa, já é capaz de ter outro significado para mim. Acredito, cada vez mais, que a sensação de aproveitar bem o tempo é o que me torna mais realizada, ter certos objectivos e vê-los cumpridos. Não sentir tempo desperdiçado. E luto, cada vez mais, contra isso. É ver-me sempre a delinear planos, verificar datas e organizar os dias. Um a um, de modo a que cada um deles seja aproveitado da melhor maneira. Seja com grandes ou pequenas coisas: manhãs na praia, tardes de passeio, idas a museus, voltas por jardins, lanches em sítios especiais, noites de esplanada, e por aí em diante. Apesar de estar de férias e saber que tenho todo o tempo por minha conta e que posso fazer dele o que bem entender, já tenho para ali apontadas uma série de coisas que quero fazer, isto porque, não quero chegar a Setembro e pensar que não fiz nada de jeito durante dois meses. Quero aproveitá-los, cumprir os meus desejos e vontades, com a melhor companhia possível. É entrar realmente de férias e ver-me a não parar em casa. Assim se espera - um Verão verdadeiramente feliz.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Dos dias de estudo
Quando chego ao fim do dia sinto-me como um pequeno monstrinho. Isto é, uma pessoa passou o dia todo calada, sentada e com a cabeça enfiada no meio dos livros, depois de tal maratona tão intensiva de estudo e quando nem de casa saímos, os nossos temas de conversa tornam-se para lá de limitados. Sinto que já só sei falei daquilo que ando a tentar meter na minha cabeça à força toda e que a minha vida, durante três semanas, não passa disto mesmo. Vão se vendo umas séries pelo meio para descontrair um pouco mas até isso me cansa, depois de passar um dia a estudar, sinto que não tenho paciência para mais nada. Até podia ficar contente quando tenho que sair para ir à escola ou às explicações, mas isso não passa de mais do mesmo noutro local. O que ainda me vai desanuviando um pouco são um ou outro jantares fora, as idas nocturnas ao café [em que ultimamente as conversas tornam-se profundas divagações de tão interessante que estão as nossas vidas], e uma ida ao cinema como ontem, não me podia ter feito melhor, além da boa companhia, ri-me como já não ria há muito tempo. E soube tão bem.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Lembro-me tão bem
Há pouco mais de um ano, daquele que deve ter sido o nosso único almoço sozinhas, de termos escrito uma lista interminável de coisas para fazer nesse Verão. A minha ainda permanece ali ao lado, já quase toda riscada, agora, só tinha vontade de acrescentar mais uma coisa: vivermos um Verão tão bom ou melhor que o do ano passado.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Preparo-me
Para finalmente ter o último dia em que me dedico a pinturas e afins. Depois de afiar todos os lápis e colocá-los por ordem, organizar os tons dos pastéis e arrumar todos os outros materiais necessários, posso dizer que já estou pronta para o próximo exame que se aproxima. Aquele que mais tralha tenho que levar atrás. Enfim.
Vou deixar-me de deambulações
Cibernáuticas e dedicar-me a outras coisas. Acabaram-se as noites no computador, é agora que vou pôr as séries em dia. Começamos e bem com este senhor aqui de cima: Gossip Girl, aqui vou eu.
domingo, 19 de junho de 2011
One moment, one photo*3
As pequenas coisas que fazem o meu dia: Ver o estudo por fim terminado. Agora é esperar que o esforço compense tudo. Boa sorte é o que se precisa [daí a caneta nova a espreitar ali ao lado].
Dizem que o estudo
Dá fome e eu comprovo. Mas não este estudo, intensivo, que dura semanas, e que determina o nosso futuro. Este é agonizante. Ando a água e chás, pouco mais, que tudo o que mais entra só serve para me deixar mal disposta. Por mim, amanha já podia ser dia um de Julho, estas semanas matam-me e eu só quero é que acabem. O mais depressa possível.
sábado, 18 de junho de 2011
Quase sem coração
O tempo e as experiências ensinaram-me a ser uma pessoa fria. Ensinaram-me a lidar melhor com a perda, a dar valor a quem quer estar na minha vida e a deixar de dar importância àqueles que também não ma dão. Ensinaram-me também que, mais tarde ou mais cedo, as pessoas acabam sempre por nos desiludir. E assim, vou tendo cada vez mais medo de me entregar a alguém, medo de dar tudo de mim, quando no fim sei que acabo sempre destroçada. Mas se não arriscarmos nunca poderemos ser felizes, ou pelo menos, aproveitar as coisas boas da vida, não é verdade? E assim, vou aprimorando as minhas capacidades de relação com as pessoas, começo cada vez a entregar-me menos, a dar menos importância às pequenas coisas, a aproveitar aquilo que recebo sem pedir mais, sem esperar por mais, pois só assim, consigo depois ultrapassar com alguma facilidade o fim. Porque custar, custa sempre. Mas com o tempo vamos aprendendo que cada vez custa menos. E apesar de ser triste já não ser capaz de aproveitar tudo como deveria, também é triste as situações porque passamos assim nos tornarem - pessoas frias.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Não sei como
Consegues ser a única pessoa capaz de me pôr bem disposta no fim de um dia mau. Isso e seres a única pessoa com a qual não tenho vergonha de passar horas a falar pela webcam, dada a quantidade de caras parvas que faço para o computador [e que só tu conheces]. Ai, do que eu me fui lembrar a estas horas.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Se eu pudesse...
Chega sempre uma altura da nossa vida em que temos que fazer escolhas, sejam elas no âmbito pessoal como profissional. E nesse segundo aspecto eu posso dizer que sempre fui uma rapariga, sem qualquer tipo de dúvidas em relação àquilo que queria fazer no meu futuro. Ainda hoje, agora que tenho que fazer realmente uma escolha, sei que só tenho uma opção. Que para mim só há uma opção. Mas depois há dias em que penso que se pudesse fazer as coisas realmente à minha maneira, a minha escolha, a minha certeza de sempre, mudaria, num piscar de olhos. Idealizo várias vezes como seria [ou vai ser] a minha vida como arquitecta, mas umas outras quantas vezes penso em como seria a minha vida se fosse escritora. Não jornalista, não repórter mas sim escritora. É óbvio o meu prazer pela escrita, umas vezes mais que outras, mas como seria se pudesse fazer disso a minha vida? Em vez de ter que dedicar o meu tempo a fazer riscos no papel, entre perspectivas e coisas que tal como seria se pudesse dedicar todo o meu tempo à escrita? Numa vida irreal, somente imaginária, teria todo o tempo do mundo para fazer pesquisa, sobre tudo e mais alguma coisa, como boa curiosa que sou, para depois puder utilizá-la nos mais variados livros. Teria mais que tempo para pensar em todos os dilemas e encruzilhadas da vida, desde os mais simples aos mais complexos. Iria ter tempo para almoçar com as minhas amigas e saber a opinião delas sobre os mais variados assuntos. Iria ter tempo para escrever sobre a minha vida, a dos que me rodeiam e sobre as vidas que estão fechadas na minha cabeça. Teria tempo para observar as pessoas, os seus modos de vestir, os tiques, os jeitos. Iria depois descrevê-los num belo romance ou num drama policial. Deambularia todo o dia pela cidade, esta que tão perto está de mim ou outra qualquer que me apetecesse. Sempre com um bloco de notas atrás, sempre pronta a apontar a ideia mais estapafúrdia que me viesse à cabeça. Escreveria textos grandes, textos pequenos, sobre futilidades ou teorias dignas de filósofos. Escreveria simplesmente. Tudo e nada. Num mundo paralelo, tudo isto seria perfeito, o ideal. Faria das pessoas e das palavras a minha vida. Mas não passa de um sonho. Neste mundo, o real, contento-me com os prédios que sairão das minhas mãos, a minha escolha, a minha certeza de sempre. Ou não.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Pergunto-me
O que seria das séries se fossem feitas simplesmente por actores e não por pessoas reais, com as suas próprias vidas e vontades, que se fartam, que se chateiam e não querem mais. É que se formos a ver, todas as histórias acabam por ser adaptadas porque uma engravidou ou porque outro adoeceu. Se não fosse assim como seriam os guiões originais daquelas histórias intermináveis?
terça-feira, 14 de junho de 2011
Pensamento dos últimos dias
Porque demora tanto tempo e dá tanto trabalho para uma coisa ser boa quando depois só precisa de um segundo para se destruir para sempre?
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Original
Pratica a coragem. Sem medo. Sem te desviares um mílimetro que seja de quem és. Não te acanhes. Não te rebaixes. Não fiques com nada por dizer. És mais bravo do que pensas e o teu corpo mais resistente do que imaginas. Segue. Vai contigo. Conta com aquilo que tens. Ouve o bichinho que te diz esquerda quando toda a gente vai para a direita. (Esse bichinho és tu, não o pises). Pratica a tua intuição. Vai mais vezes. Erra as vezes que precisares. Dorme descansado. Tu não és mais do que ninguem, nunca o serás. Por mais que te gritem o contrário, tu és tu. Ponto. Por isso, pratica o que tens. Pratica o que só em ti existe e é raro nos outros. Pratica o desplante, a candura, o despropósito e o magnânime. Pratica o estrambólico, o arrumadinho e o absurdo. Pratica quem és. Só assim serás inteiro e te manterás original.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Sabe bem
Pegar nos livros e numa mochila com roupa e sair daqui. Começar o estudo intensivo noutro sítio. No campo.
One moment, one photo*2
As pequenas coisas que fazem o meu dia: a vista do banco onde estava sentada depois de subir a Calçada do Carmo. A altura do dia em que estive sozinha para pôr os pensamentos nos seus lugares, nas suas gavetas. Alguns para os fechar lá, trancar e deitar a chave fora...
I will never loose you
Há 12 anos juntas. A minha pessoa, a que sempre esteve, está e sei que estará na minha vida. Uma das minhas poucas certezas, mas a maior. A melhor. A de sempre e para sempre.
Todas as coisas têm o fim
Neste momento, foi o meu secundário que chegou ao fim e eu não sei aquilo que sinto. Não sei se estou contente, se estou triste. Sei que foram 3 anos da minha vida, provavelmente aqueles em que mais cresci. Três anos em que aconteceram muitas e muitas coisas, aquela que até hoje posso dizer ser a pior da minha vida, que foi superada com outras muito boas. Penso naquilo que era quando entrei naquela escola pela primeira vez e naquilo que sou agora que estou prestes a sair. Entrei lá uma miúda e saio de lá outra, maior por dentro. Hoje foi o meu último dia de aulas ali, para sempre, e um misto de emoções apoderou-se de mim - tristeza, nostalgia, medo. Tristeza por mais uma etapa ter chegado ao fim. Nostalgia por pensar, apesar de tudo, em todos os bons momentos que lá passei. Medo por aquilo que vem a seguir. Não foi o melhor fim de secundário de sempre, não aquele que estava à espera mas aquele que esperava por mim. O que não nos mata torna-nos mais fortes e mais forte saí de lá de certeza. Acabou mal em alguns aspectos, mas bem noutros, que as coisas têm a importância que lhes damos e há momentos em que percebemos o que realmente importa e quem realmente merece que nos importemos com eles. É por esses que estou bem. Tudo aquilo que perdi nestes três anos não e nada comparado com que aquilo que ganhei. A experiência, a convivência, as aprendizagens, as oportunidades, as memórias. Tudo isso fica no coração, tudo fica, porque tudo e todos, de uma maneira ou de outra marcaram esta fase. Uma fase que se pode dizer ter sido muito boa, que passou rápido e acabou demasiado depressa. E a mudança pode não ser o meu forte mas todos precisamos dela e mais uma chegou. Falta agora a parte mais difícil deste fim, os exames, porque apesar de já não haver aulas ainda há muito trabalho pela frente. Depois, o que vier a seguir, só pode ser melhor. Só tem que ser melhor.
[e consegui escrever tudo isto sem chorar, mas sempre com uma lagriminha no canto do olho, que isto, há fins, que são sempre mais difíceis que outros]
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Dog days are over
Finalmente posso dizer isto e que todas as obrigações escolares acabaram, agora é aproveitar da melhor maneira o último dia que me resta naquela escola. Ah, e quem achou por bem juntar o período com o fim do secundário e a aproximação dos exames nacionais, achou muito mal, que isto hoje só me está a dar é para chorar e não é pouco. De maneiras que é isto - estamos em modus sensível non stop.
terça-feira, 7 de junho de 2011
O tempo não ajuda
Mas o bom, era pegar nos óculos de sol e num livro e sair porta fora rumo a uma qualquer esplanada. Apanhar sol e ler muito. Era o que se queria para hoje.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
One moment, one photo*1
As pequenas coisas que fazem o meu dia: hoje, no meio de um dia de tanto trabalho, ainda houve tempo para um banho relaxante e para tratar do cabelo. E concluir, depois de o esticar, que está cada vez maior, tal como eu quero.
A sério, quando?
Quando é que vamos dar um passo em frente? Quando é que vamos deixar de pensar em “ses”, em hipóteses, em condicionantes? Quando é que vamos dar a volta ao mundo? Quando é que vamos deixar um emprego que nos deprime? Quando é que vamos dizer a verdade a quem a merece ouvir? Quando é que vamos organizar o armário? Quando é que vamos pensar em nós? Quando é que vamos começar a correr? Quando é que vamos parar de correr atrás? Quando é que vamos cortar o cabelo acima dos ombros? Quando é que vamos dizer “amo-te”? Quando é que vamos dizer “odeio-te”? Quando é que vamos parar de adiar? Quando é que vamos pôr a papelada toda em dia? Quando é que vamos admitir que temos saudades? Quando é que vamos deixar de ser parvos? Quando é que vamos começar a ser espertos? Quando é que vamos beber 2,5 litros de água por dia? Quando é que vamos atirar-nos para o chão a chorar de tristeza? Quando é que vamos deixar de ter vergonha de olhares alheios? Quando é que vamos ser capazes de vestir roxo e vermelho? Quando é que vamos fazer uma limpeza daquelas? Quando é que nos aventuramos no dentista? Quando é que entramos em dieta? Quando é que assumimos os quilos a mais? Quando é que vamos ser nós? Quando é que vamos ajudar alguém? Quando é que vamos poupar? Quando é que vamos esbanjar tudo nuns sapatos de 12cms? Quando é que vamos ter filhos? Quando é que vamos admitir que vivemos bem sem putos? Quando é que vamos cantar aos altos berros? Quando é que lhe vamos dar com os pés? Quando é que vamos admitir que errámos? Quando é que vamos lutar pela razão? Quando é que vamos largar o Facebook? Quando é que vamos tratar do IRS com antecedência? Quando é que vamos passar mais tempo com os amigos? Quando é que vamos fazer um jantar romântico para o marido? Quando é que nos vamos enfiar no carro e andar só porque sim? Quando é que vamos ter um cão em casa à nossa espera? Quando é que vamos parar de fazer perguntas e começamos a tratar das respostas?
Ao ler este texto na sexta-feira passada, fiquei a pensar nele, a verdade é mesmo esta: passamos a vida a pensar em mil e um planos, a dizer que vamos fazer isto ou aquilo, mas depois nada acontece. Isto porque, nunca temos a coragem ou a força de vontade suficientes para fazer algo diferente, mesmo que seja algo que queremos, mas que sai da nossa linha de conforto. Tornamo-nos comodistas, queixando-nos das nossas vidas mas sem fazer nada para as tornar diferentes. E se já acho que isto acontece na nossa idade, como vai ser daqui a vinte ou trinta anos? Vamos continuar a fazer planos, a ter sonhos, mas sem nunca nos darmos ao trabalho de os realizar? Deviamos todos parar de procrastinar e fazer alguma coisa pela nossa vida, nem que isso passe por beber dois litros de água por dia, ou por arrumar o nosso armário. A sério, quando é que vamos parar de nos queixar de perguntar quando e começamos realmente a tratar das respostas?
sábado, 4 de junho de 2011
Não posso nem vou
Ceder à preguiça e ao velho hábito de procrastinar. É pensar que apesar de tudo o que falta fazer, são só mais 4 dias. Mais 4 dias para deixar de ir à escola, ter aulas, estar com aquelas pessoas, e dedicar-me inteiramente ao estudo para os exames. Porque no fim de contas, isso é a única coisa que importa agora.























