terça-feira, 5 de julho de 2011

Boston














Depois de ter voltado, o tempo não abundou, dado a quantidade de coisas que ficaram em atraso e o ser o fim do ano lectivo. E assim, para dizer a verdade, só agora é que vi realmente as fotos e a única coisa que consigo pensar é nas saudades que já tenho de lá estar. Mas pronto, mesmo com quase dois meses de atraso, vale sempre a pena recordar aqueles dias tão bons por terras americanas. O primeiro dia foi logo dedicado às compras (nem mostro as fotos da mala do carro cheia de sacos porque até tenho vergonha) depois disso, foi tempo de conhecer a cidade - é espectacular a conjugação entre os edifícios velhos e os novos, que acho que acaba por ser o que torna a cidade tão especial. Entre o passeio turístico num carro anfíbio, jogo dos Celtics, ida a Harvard, museu da ciência e de arte, houve ainda tempo para o aquário e para os passeios pelos belos jardins e ruas tranquilas, sem esquecer a biblioteca, que, mais uma vez, serviu para comprovar que lá tudo é exactamente como nos filmes. Por fim, uma viagem de comboio com paisagens lindas que me levaria à mais bonita cidade do mundo: Nova Iorque.

Ao fazer o pequeno-almoço

Apercebi-me que sou a grande fornecedora de chá desta casa: ora doses industriais de chá inglês, ora pacotes de chá preto dos Açores e ainda para juntar à festa latas da Boston Tea Party. Tudo dos últimos dois meses.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Para lá

De viciada nesta salada, o único aparte, como grande gulosa que sou, é que só como a mozzarella. Pronto.

Detesto os dias

Em que não faço a mais pequena ideia do que vou vestir. O que torna a coisa ainda mais irritante é olhar para o armário e ver montes de roupa que ainda não usei este ano. Isto de ter muito por onde escolher só torna é as coisas mais complicadas, essa é que é a verdade.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

01/07





O dia não começou com o melhor dos tempos mas sem nunca perdermos a esperança lá fomos nós à tarde para a piscina. E que tarde. Não podia ter sido melhor: o bom tempo que se pôs, a calmaria no meio da cidade, a [melhor] companhia, a boa conversa e o muito trabalho para o bronze. Que é o que se quer.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Férias


Finalmente. E começamos bem.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Descobertas americanas

Claro que já conhecia a marca e alguns dos seus produtos (Erase Paste, grande amiguinho) mas, por causa dos seus preços, nunca me tinha dado ao trabalho de conhecer melhor outros e assim, só lá pelos Estados Unidos, onde a paciência também era maior para andar pelas lojas a ver tudo e mais alguma coisa, é que descobri este - POREfessional. E digo-vos, agora no verão não há coisa melhor, depois de aplicar o creme hidratante de manhã, um bocadinho deste, faz milagres, a pele fica mais suave e sem brilhos, com este calor, acaba por ser perfeito porque nem há necessidade de aplicar base a seguir e além do mais não dá aquele ar pesado à pele que nesta altura do ano é menos desejado ainda. Uma óptima descoberta, para ser usada não só agora como todo o ano.


Apesar da marca ser Britânica também faz sucesso do outro lado do Oceano. E eu, que já conhecia, não resisti a ir à uma das lojas na Big Apple (preços mais baixos por lá também ajudam) e assim comprei um kit com tudo o que é preciso para viajar: gel de banho, shampoo, amaciador, creme hidrante, entre outras coisas. Uma boa opção para as féria, tudo em mini mas em bom e com cheiros fantásticos. Uma das coisas que me surpreendeu do tal kit foi este produto aqui de cima, Skinboost da Molton Brown, um spray hidratante, que pode e deve ser aplicado ao longo do dia quando sentimos a pele mais seca. Eu por mim só o tenho utilizado ao fim do dia, depois de tomar banho e aplicar creme hidratante novamente, ponho de seguida este spray que além de hidratar também refresca, nada melhor depois de um dia de calor. 

[o segundo não se vende em Portugal, mas aconselho, para quem queira experimentar, a comprar online, tanto um como outro, compensa imenso]

Summertime







segunda-feira, 27 de junho de 2011

Começar a semana

Com um bom pequeno almoço. Para mais uma maratona de estudo, portanto.

domingo, 26 de junho de 2011

Um fim de tarde





Com direito a passeio por Lisboa. Depois de um dia de muito estudo, bem que merecia. Agora é suspirar por mais dias assim, em que se pode aproveitar o sol e o calor, [não só ao fim do dia] sem outras preocupações.  

sábado, 25 de junho de 2011

Não saio de casa

Mas tenho ar de quem tem ido à praia. Assim não vale, preferia mil vezes o proveito à fama.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

O que será que me faz realmente feliz?

Lá por gostar de passar uma tarde inteira a ver uma qualquer série, será que no fim do dia, isso é uma coisa que me vai trazer felicidade? Apesar de gostar de o fazer (once in a while) não quer dizer necessariamente que me faça feliz. Tal como gostar de comer, também não me torna mais feliz. Agora, se falarmos de um almoço em boa companhia e boa conversa, já é capaz de ter outro significado para mim. Acredito, cada vez mais, que a sensação de aproveitar bem o tempo é o que me torna mais realizada, ter certos objectivos e vê-los cumpridos. Não sentir tempo desperdiçado. E luto, cada vez mais, contra isso. É ver-me sempre a delinear planos, verificar datas e organizar os dias. Um a um, de modo a que cada um deles seja aproveitado da melhor maneira. Seja com grandes ou pequenas coisas: manhãs na praia, tardes de passeio, idas a museus, voltas por jardins, lanches em sítios especiais, noites de esplanada, e por aí em diante. Apesar de estar de férias e saber que tenho todo o tempo por minha conta e que posso fazer dele o que bem entender, já tenho para ali apontadas uma série de coisas que quero fazer, isto porque, não quero chegar a Setembro e pensar que não fiz nada de jeito durante dois meses. Quero aproveitá-los, cumprir os meus desejos e vontades, com a melhor companhia possível. É entrar realmente de férias e ver-me a não parar em casa. Assim se espera - um Verão verdadeiramente feliz.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Dos dias de estudo

Quando chego ao fim do dia sinto-me como um pequeno monstrinho. Isto é, uma pessoa passou o dia todo calada, sentada e com a cabeça enfiada no meio dos livros, depois de tal maratona tão intensiva de estudo e quando nem de casa saímos, os nossos temas de conversa tornam-se para lá de limitados. Sinto que já só sei falei daquilo que ando a tentar meter na minha cabeça à força toda e que a minha vida, durante três semanas, não passa disto mesmo. Vão se vendo umas séries pelo meio para descontrair um pouco mas até isso me cansa, depois de passar um dia a estudar, sinto que não tenho paciência para mais nada. Até podia ficar contente quando tenho que sair para ir à escola ou às explicações, mas isso não passa de mais do mesmo noutro local. O que ainda me vai desanuviando um pouco são um ou outro jantares fora, as idas nocturnas ao café [em que ultimamente as conversas tornam-se profundas divagações de tão interessante que estão as nossas vidas], e uma ida ao cinema como ontem, não me podia ter feito melhor, além da boa companhia, ri-me como já não ria há muito tempo. E soube tão bem.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Lembro-me tão bem


Há pouco mais de um ano, daquele que deve ter sido o nosso único almoço sozinhas, de termos escrito uma lista interminável de coisas para fazer nesse Verão. A minha ainda permanece ali ao lado, já quase toda riscada, agora, só tinha vontade de acrescentar mais uma coisa: vivermos um Verão tão bom ou melhor que o do ano passado.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Preparo-me

Para finalmente ter o último dia em que me dedico a pinturas e afins. Depois de afiar todos os lápis e colocá-los por ordem, organizar os tons dos pastéis e arrumar todos os outros materiais necessários, posso dizer que já estou pronta para o próximo exame que se aproxima. Aquele que mais tralha tenho que levar atrás. Enfim.

Vou deixar-me de deambulações

Cibernáuticas e dedicar-me a outras coisas. Acabaram-se as noites no computador, é agora que vou pôr as séries em dia. Começamos e bem com este senhor aqui de cima: Gossip Girl, aqui vou eu.

Agarra o Verão

Porque ele pode ter acabado de chegar, mas aposto que vai passar a correr.

domingo, 19 de junho de 2011

One moment, one photo*3

As pequenas coisas que fazem o meu dia: Ver o estudo por fim terminado. Agora é esperar que o esforço compense tudo. Boa sorte é o que se precisa [daí a caneta nova a espreitar ali ao lado].

Dizem que o estudo


Dá fome e eu comprovo. Mas não este estudo, intensivo, que dura semanas, e que determina o nosso futuro. Este é agonizante. Ando a água e chás, pouco mais, que tudo o que mais entra só serve para me deixar mal disposta. Por mim, amanha já podia ser dia um de Julho, estas semanas matam-me e eu só quero é que acabem. O mais depressa possível.

sábado, 18 de junho de 2011

Quase sem coração


O tempo e as experiências ensinaram-me a ser uma pessoa fria. Ensinaram-me a lidar melhor com a perda, a dar valor a quem quer estar na minha vida e a deixar de dar importância àqueles que também não ma dão. Ensinaram-me também que, mais tarde ou mais cedo, as pessoas acabam sempre por nos desiludir. E assim, vou tendo cada vez mais medo de me entregar a alguém, medo de dar tudo de mim, quando no fim sei que acabo sempre destroçada. Mas se não arriscarmos nunca poderemos ser felizes, ou pelo menos, aproveitar as coisas boas da vida, não é verdade? E assim, vou aprimorando as minhas capacidades de relação com as pessoas, começo cada vez a entregar-me menos, a dar menos importância às pequenas coisas, a aproveitar aquilo que recebo sem pedir mais, sem esperar por mais, pois só assim, consigo depois ultrapassar com alguma facilidade o fim. Porque custar, custa sempre. Mas com o tempo vamos aprendendo que cada vez custa menos. E apesar de ser triste já não ser capaz de aproveitar tudo como deveria, também é triste as situações porque passamos assim nos tornarem - pessoas frias.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Não sei como

Consegues ser a única pessoa capaz de me pôr bem disposta no fim de um dia mau. Isso e seres a única pessoa com a qual não tenho vergonha de passar horas a falar pela webcam, dada a quantidade de caras parvas que faço para o computador [e que só tu conheces]. Ai, do que eu me fui lembrar a estas horas.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Se eu pudesse...

Chega sempre uma altura da nossa vida em que temos que fazer escolhas, sejam elas no âmbito pessoal como profissional. E nesse segundo aspecto eu posso dizer que sempre fui uma rapariga, sem qualquer tipo de dúvidas em relação àquilo que queria fazer no meu futuro. Ainda hoje, agora que tenho que fazer realmente uma escolha, sei que só tenho uma opção. Que para mim só há uma opção. Mas depois há dias em que penso que se pudesse fazer as coisas realmente à minha maneira, a minha escolha, a minha certeza de sempre, mudaria, num piscar de olhos. Idealizo várias vezes como seria [ou vai ser] a minha vida como arquitecta, mas umas outras quantas vezes penso em como seria a minha vida se fosse escritora. Não jornalista, não repórter mas sim escritora. É óbvio o meu prazer pela escrita, umas vezes mais que outras, mas como seria se pudesse fazer disso a minha vida? Em vez de ter que dedicar o meu tempo a fazer riscos no papel, entre perspectivas e coisas que tal como seria se pudesse dedicar todo o meu tempo à escrita? Numa vida irreal, somente imaginária, teria todo o tempo do mundo para fazer pesquisa, sobre tudo e mais alguma coisa, como boa curiosa que sou, para depois puder utilizá-la nos mais variados livros. Teria mais que tempo para pensar em todos os dilemas e encruzilhadas da vida, desde os mais simples aos mais complexos. Iria ter tempo para almoçar com as minhas amigas e saber a opinião delas sobre os mais variados assuntos. Iria ter tempo para escrever sobre a minha vida, a dos que me rodeiam e sobre as vidas que estão fechadas na minha cabeça. Teria tempo para observar as pessoas, os seus modos de vestir, os tiques, os jeitos. Iria depois descrevê-los num belo romance ou num drama policial. Deambularia todo o dia pela cidade, esta que tão perto está de mim ou outra qualquer que me apetecesse. Sempre com um bloco de notas atrás, sempre pronta a apontar a ideia mais estapafúrdia que me viesse à cabeça. Escreveria textos grandes, textos pequenos, sobre futilidades ou teorias dignas de filósofos. Escreveria simplesmente. Tudo e nada. Num mundo paralelo, tudo isto seria perfeito, o ideal. Faria das pessoas e das palavras a minha vida. Mas não passa de um sonho. Neste mundo, o real, contento-me com os prédios que sairão das minhas mãos, a minha escolha, a minha certeza de sempre. Ou não.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Hoje é noite de lua cheia

Pergunto-me

O que seria das séries se fossem feitas simplesmente por actores e não por pessoas reais, com as suas próprias vidas e vontades, que se fartam, que se chateiam e não querem mais. É que se formos a ver, todas as histórias acabam por ser adaptadas porque uma engravidou ou porque outro adoeceu. Se não fosse assim como seriam os guiões originais daquelas histórias intermináveis?

terça-feira, 14 de junho de 2011

Pensamento dos últimos dias

Porque demora tanto tempo e dá tanto trabalho para uma coisa ser boa quando depois só precisa de um segundo para se destruir para sempre?

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Original

Pratica a coragem. Sem medo. Sem te desviares um mílimetro que seja de quem és. Não te acanhes. Não te rebaixes. Não fiques com nada por dizer. És mais bravo do que pensas e o teu corpo mais resistente do que imaginas. Segue. Vai contigo. Conta com aquilo que tens. Ouve o bichinho que te diz esquerda quando toda a gente vai para a direita. (Esse bichinho és tu, não o pises). Pratica a tua intuição. Vai mais vezes. Erra as vezes que precisares. Dorme descansado. Tu não és mais do que ninguem, nunca o serás. Por mais que te gritem o contrário, tu és tu. Ponto. Por isso, pratica o que tens. Pratica o que só em ti existe e é raro nos outros. Pratica o desplante, a candura, o despropósito e o magnânime. Pratica o estrambólico, o arrumadinho e o absurdo. Pratica quem és. Só assim serás inteiro e te manterás original.

Sabes que andas

A ver demasiada televisão, quando tudo o que dá já é repetido para ti.

Just three

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sabe bem

Pegar nos livros e numa mochila com roupa e sair daqui. Começar o estudo intensivo noutro sítio. No campo.