quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Tenho mesmo
Que começar a ser mais disciplinada. Não por deixar coisas que devia por fazer, mas por deixar essas ditas coisas sempre para a última da hora. Por pensar no porquê de fazer hoje se tenho mais uma semana, e depois ao fim dessa semana andar stressada para ter tudo pronto a horas. A verdade é que tenho sempre, mas com um pouco de organização [e menos preguiça], podia ter essas ditas coisas prontas a tempo e com mais umas horas de sono em cima, que bem preciso. Deixar de procrastinar, desta vez, de vez. E começar a fazer tudo o quanto antes, porque assim, aposto que além de não desperdiçar tempo, ainda o vou ganhar. Vamos lá ver se consigo. Que isto já não é um defeito, muito menos recente, é hábito de quem acaba sempre por se safar [trabalhando sobre pressão].
Todas as manhãs
É o mesmo drama. Nunca sei o que vestir. Isto ora faz calor, ora faz frio. Ora estou a tremer, ora estou a transpirar. Já estou sem ideias e soluções possíveis. Que desespero.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Já estava na hora
De guardar as roupas de verão e tirar do fundo do armário as de inverno. E a vontadinha que tenho eu de voltar a usar, todos aqueles casacos pesados, as coisas de lã, as camisolas mais fofinhas, as calças tapadas pelas botas, os vestidos mais quentes, os imensos collants, as meias altas, os cachecóis, as luvas e os gorros. Basicamente, todas as minhas roupas preferidas. Aquelas com que eu me sinto melhor, mais à vontade, mais bonita. Aquelas que me fazem sentir diferente, a fora do normal. A que se destaca, subtilmente. Tal como me dizem, tal como quero.
Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física. Não percebo nada de Física.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Eu devia estar a estudar...
Em vez disso estou a pôr-me a par das novas actualizações do meu pequenito [parecendo que não, isto também é importante].
Atrai turistas
Isto de ir todos os dias para Lisboa, andar de comboio e de metro, tem muito que se lhe diga. Além de assistir às cenas mais caricatas, ainda há uns quantos turistas que gostam de se meter comigo, até seria normal se fosse simplesmente para me perguntar uma qualquer direcção, mas não. [claro que comigo nunca é assim]. Ou estou numa fila de uma loja com uma amiga e um rapazito que estava atrás de mim, pergunta-me se não vou comprar nada e fica ali meia hora a meter conversa comigo, ou um casal, extremamente simpático, diz-me que acha bonito uma coisa qualquer que eu levava nesse dia. E depois o que faço eu? Meto mais conversa e fico a saber umas quantas coisas, o casal de Orange County, até me disse que tenho um inglês quase perfeito. Só pode ser deste treino, quase diário. O melhor é começar a recolher os contactos, para quando, num qualquer regresso aos Estados Unidos [que até agora foram os que me calharam, só podia], ter com quem contar, caso preciso de alguma coisa. Que isto há que ser esperta, pois claro.
domingo, 30 de outubro de 2011
[menina universitária]
Ainda por cima num curso extremamente prático e artístico, sofre as consequências nas costas e ombros, com toda a tralha que tem que andar atrás. Já pensei seriamente em andar com uma mochila de rodinhas.
- Carteira
- Óculos de sol
- Caixa plástica com: tesoura, fita-cola, alfinetes, compasso e etc e tal
- Bolsa com maquilhagem e afins
- Agenda
- Diário gráfico
- Lata de lápis
- Diário de bordo
- Estojo
- Telemóvel
- Chapéu de chuva
- Chaves de casa
- Batom do cieiro
- Phones
A isto tudo juntar ainda o dossier e o rolo com que tenho que andar praticamente todos os dias, mais os sacos com trabalhos ou materiais de que preciso. Basicamente, pareço um burro de carga. Todos os dias.
- Carteira
- Óculos de sol
- Caixa plástica com: tesoura, fita-cola, alfinetes, compasso e etc e tal
- Bolsa com maquilhagem e afins
- Agenda
- Diário gráfico
- Lata de lápis
- Diário de bordo
- Estojo
- Telemóvel
- Chapéu de chuva
- Chaves de casa
- Batom do cieiro
- Phones
A isto tudo juntar ainda o dossier e o rolo com que tenho que andar praticamente todos os dias, mais os sacos com trabalhos ou materiais de que preciso. Basicamente, pareço um burro de carga. Todos os dias.
Andava eu
À procura da mala perfeita, para poder andar com as mil e quinhentas coisas de que preciso diariamente [segue de seguida], quando no meio de tanta escolha dei de caras com a minha paixão assolapada, já de há uns largos meses. Desde que vi esta mala pela primeira vez, em Fevereiro, que achei que era linda de morrer e grande e tudo o mais. Em Abril, quando fui a Londres, estive para a comprar, mas como já trazia outra comigo, achei que devia deixá-la por lá. Depois disso, sempre que ia à Accessorize namorava-a mais um bocadinho, sem nunca pensar em comprá-la. Na semana passada, quando a vi, novamente, pensei só poderia ser um sinal para a trazer comigo (nunca há uma coisa assim durante tanto tempo numa loja), e era mesmo a ideal para o que eu precisava. E assim foi, hoje fui buscá-la para o seu novo lar. Depois de um flirt de quase um ano. Realmente, não sou uma rapariga nada fácil.
sábado, 29 de outubro de 2011
Quando
Uma amiga faz anos, a festa é boa. Quando duas fazem, é ainda melhor. E com isso, vem tudo a dobrar. Uma grande noite, rodeada de amigos [os mais velhos amigos], karaoke, sangria, discoteca, conversas, diversão e tudo o que mais pode haver. Agora vou ali dormir a sesta, que depois a Física espera por mim.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
It's Friday, I'm in love
Uma semana cheia. Com um jantar fabuloso [feito por mim]. Uma tarde numa das maiores e melhores companhias que podia ter. Uma surpresa na chegada a casa. Um projecto terminado. Umas botas novas. Bons almoços, conversas e passeios. Uma vida mais cansativa, diferente, mas tão mais bem aproveitada.
Eu nem sou dada a estas coisas
Mas estou viciada neste anúncio [com musica dos meus queridos Beatles, claro].
O mote desta semana
Foi, sem dúvida, as camisas, conjugadas com malhas e galochas. A roupa ideal, para quem andou sempre de um lado para o outro, entre o quente e o frio.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Isto de manhã já é em modo automático
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Não me perguntem porquê*
Mas ando um bocado para o bipolar. Ora estou muito bem disposta, a rir e a dizer parvoíces, ora estou pensativa, quase apática e sem vontade de fazer o que quer que seja. Pode ser do choque térmico, esperemos que sim.
*[que eu também não sei]
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
domingo, 23 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Recordo-me
Perfeitamente do momento em que me apaixonei pela primeira vez, - daquele clique - o momento que fez o meu mundo girar, mudar por completo. Por outro lado, não me lembro de me "desapaixonar", foi com o tempo, com a degradação do sentimento, sei lá eu. [a única coisa que sei, é que estou mais que agradecida por esse tal sentimento ter desaparecido]. Todos estes pensamentos e recordações passaram por mim agora, ao pensar, no tudo e nada que me tem acontecido. Muito mais do que aquilo que vivi com o meu primeiro amor, mais intenso, mais importante e, atrevo-me a dizer, se calhar, mais seguro, por nunca ter havido um clique. Por isso, sim, é que me sinto verdadeiramente agradecida. Até podem dizer que eu sou uma insensível, que eu respondo que sou um muro. Um muro de pedra que se voltou a abrir aos bocadinhos, mas que não vou deixar que se derrube. Não desta vez.

























