quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Chegar a meio da manhã
E pensar que me apetece um banho revigorante [daqueles longos e a escaldar], seguidos de uma arrumação geral ao quarto e depois uma pequena hora de inspiração para a escrita que tem de ser feita hoje. Isto seguido de uma tarde de muito trabalho que ainda há muitas coisas para riscar daquela lista...
Gosto imenso
De casacos e casaquinhos. Nem sei quantos tenho. Mas no que toca àqueles mais fininhos, vão dos mais simples ao mais elaborados, o problema é que para ser prático e não ter tanto trabalho a pensar numa combinação com um mais trabalhado, opto sempre pelos simples. Que desperdício. Podia andar tão mais gira e diferente, de vez em quando.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
O que acontece quando
Olhamos ao espelho e não nos reconhecemos? Quando pensamos nas nossas acções e não nos vemos reflectidos nelas? Quando já não sabemos quem somos nós? É assim que [não] me tenho visto nos últimos tempos, penso em coisas que fiz, disse ou pensei e acho que se fosse há uns tempos atrás eu não iria gostar que uma pessoa fizesse, dissesse ou pensasse tais coisas. Estou a tornar-me naquilo que sempre detestei e critiquei. É pôr um travão a isto enquanto há tempo. Fazer mudar o rumo das coisas, na direcção certa, na minha. Porque é o que tem de ser, o que quero e o melhor para mim. Só assim é que faz sentido. E fazer com que tal coisa, nunca mais volte a acontecer.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Um dia destes
Quando andar por aí a decorar, tenho a certeza que os sapatos e algumas peças de roupa vão ser uma constante no meu trabalho. Daquelas peças mesmo especiais. Daí passar a vida a dizer: não era capaz de usar aqueles sapatos, mas para pôr numa prateleira eram perfeitos.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Vou passar o dia nisto
A navegar pelas lojas online para escolher as melhores prendas de Natal, vindas directamente dos Estados Unidos, pois claro.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Por agora
Posso ceder um bocadinho ao descanso, que esta semana foi de loucos. É parar para relaxar, estar com as amigas, divertir-me e não fazer nenhum. Sim, que hoje temos a casa por nossa conta e depois vamos sair. Siga, que bem merecemos.
7 anos de ti
Os melhores presentes são aqueles que não estamos à espera e tu, és a maior prova disso. Não te pedi, não te desejei mas quando te recebi, acolhi-te, protegi-te, tratei-te e passei a amar-te. Curiosamente, entraste na minha vida no inicio da minha adolescência e partiste naquele em que acredito ser o inicio da minha fase adulta. Durante tanto tempo estiveste sempre lá, a primeira coisa para qual olhava ao entrar em casa, ao entrar na cozinha todas as manhãs, como olharei novamente para aquele espaço sem pensar em ti? Foste a única testemunha constante em todos os momentos que passei naquela casa durante estes anos, estiveste lá, sempre, em todas as alturas, boas ou não. Podia não te dar comida todos os dias e feno raramente (mas dava a mãe), mas água nunca falhava quando via o biberon vazio. Além disso, lembrava-me sempre de te comprar miminhos e de vez em quando lá descascava uma maçã ou uma cenoura para pôr na tua tigela. Sinceramente preocupava-me muito mais contigo quando não podia estar por perto, pois não podia ouvir-te raspar o chão ou a morder a gaiola ou até a beber água incessantemente, até mesmo ir lá bater ou chamar por ti quando achava que estavas muito quietinha. Limpar-te a gaiola sempre foi um castigo, excepto quando era mais pequena e só tinha que ficar a tomar conta de ti, tirando isso, sempre me lembrei de te pôr na varanda para aproveitares o calor do verão (apesar de depois nunca te ir buscar ao fim do dia) e fui sempre eu que carreguei a tua monstruosa gaiola quando tínhamos que te levar para algum lado. Também fui sempre eu que tratei de ti, daquelas vezes em que te mexias enquanto te cortávamos o pêlo ou as unhas e acabavas por te magoar. Ontem chegou o dia de partires de tão velhinha e cansada estavas de me aturar. Chorei por ti como nunca chorei por ninguém, porque apesar de ter falhado algumas vezes, sempre me preocupei contigo e gostei muito de ti. Sempre quis que soubesses isso, daí dizer-to tantas vezes em segredo quando te fazia festinhas. Chorei ainda mais por estar sentada no sofá agarrada à minha mãe, com ela a chorar também. O que nos fazes! Fizeste parte de uma altura importante da minha vida e provavelmente na que fazia mais sentido fazeres. Não partiste sozinha, tinhas o teu amigo cão perto de ti e também ele ficou triste, mas fez-te companhia. Como te disse ontem: gosto muito de ti. Adeus, Nikita.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Ando para lá de desaparecida
Com tudo o que tenho tido para fazer da faculdade, que semana caótica. A culpa é principalmente de projecto que por mais que uma pessoa queira despachar as coisas, há sempre últimas ideias e pormenores a realizar, problemas de construção e afins. Fez-me ficar acordada até às cinco e meia da manhã, mas tudo bem, foi tudo entregue a tempo e horas, só falta a apresentação. Tirando essa [grande] disciplina, houve relatórios para entregar, outros trabalhos para fazer e novas coisas para pensar até Janeiro. Sim, que amanhã entro de férias, mas não são bem férias, que a lista de coisas para fazer já está bem grande. Entre tudo isto, muitos nervos e choro à mistura [por estas e outras razões], já nem há maquilhagem que me resista. Entretanto, novidades por aqui, o novo espaço deste blog, onde é mais fácil terem novidades minhas. Eu bem que tinha dito menos Técnico, mas por enquanto nada a fazer...
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Uma pessoa
Nem tem vontade de sair da cama quando, no primeiro dia da semana, sabe que vai ter um furo de 4 horas [com muito trabalho], aulas suplementares, uma delas com hora de começo mas sem fim previsto, isto porque o projecto tem de ser entregue daí a 48 horas. Espera-se um dia para lá de longo. Logo quando, a segunda-feira costumava ser o melhor dia da semana.
domingo, 11 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Ontem estava por tudo
E depois de um longo lanche na Starbucks (só podia), não resistimos a entrar logo na loja ao lado, a Sephora, para nos perdermos em todas as maquilhagens e perfumes e, como não podia deixar de ser, deliciarmo-nos mais um bocadinho com as coisas da Benefit, até deixámos a senhora da marca, fazer o que quisesse das nossas caras [e que bem que ficaram!], o que só pôde ser bom porque ficámos a conhecer melhor alguns dos muitos produtos. Já disse que quero tudo?
Sexta-feira em cheio
Muitas horas de projecto. Um almoço com a melhor amiga. Um teste que correu assim-assim. Um resto de tarde recheado de conversa, planos, lanche, compras, maquilhagem e afins. Para acabar o dia: um jantar e sessão de cinema em casa de outra amiga [the second best]. Há dias em cheio, que valem por mil, que enchem o vazio dos dias preenchidos por trabalho. Por mais que uma pessoa esteja rabugenta, ou triste ou chateada, há sempre aquelas amigas que estão lá sempre e preenchem os meus dias como mais ninguem. Obrigada, meninas.





























