quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
A saga do corte de cabelo
Ontem lá fui eu toda nervosa para o cabeleireiro para fazer esta bendita franja, saio de lá toda bonita, mas não bem com aquilo que queria. Tinha assim uma espécie de franja a direito ali a partir da boca e escadeado daí para baixo, achei que até estava bem e não disse nada. Umas horas depois chego a casa e acho que estou com cabeça de cebola, pego na tesoura toda indignada e corto um bocado daquela franja. Fico com meia franja direita (também não era bem o que queria) e a minha mãe diz para não mexer mais para não estragar o resto. Hoje à tarde, como a lata para voltar ao cabeleireiro para remediar a situação era pouca, fui a casa da minha tia, que já foi cabeleireira, ver se resolvia o problema. Resolver, resolvi, mas, mais uma vez, não com aquilo que queria. Fiquei com uma franja a direito, coisa que sempre disse que não faria, mas era a única solução. Não sei o que achar disto, não estou habituada, mas também ainda não me desmanchei a chorar à frente do espelho, é porque não deve estar assim tão mau. É esperar que cresça.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Quando a vontade de estudar é pouca
A inspiração para outras coisas, aparece. Desta vez, para cozinhar. Ao som de musicas de Natal [do Bublé, claro].
Tem de ser
Vou mentalizar-me para passar toda uma manhã de volta de derivadas e primitivas e que logo, saio e passo toda a tarde fora de casa. Não posso ceder à preguiça e tenho que me dedicar aos números. Não posso ceder à preguiça e tenho que me dedicar aos números. Não posso ceder à preguiça e tenho que me dedicar aos números. Não posso ceder à preguiça e tenho que me dedicar aos números. O problema é começar.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Para não variar muito
O espírito de Natal continua apoderado de mim [sim, não sou eu que estou apoderada dele mas o contrário] e não me apetece nadinha voltar aos números e aos rabiscos - voltar é como quem diz que ainda mal lhes toquei, mas pronto - e só penso em alapar-me no sofá e ver de seguida os três filmes que recebi da Audrey Hepburn. Era uma tarde tão mais bem passada. Mas temo que não possa ser... desgraçada de mim.
Das divagações que me atormentam [ou não]
Gosto de roupa, gosto muito. Gosto de pensar no dia antes o que vou vestir. Gosto de ir às compras e sentir-me satisfeita com o que comprei, seja uma coisa de cinco ou cem euros. Tenho os armários e tudo quanto é gaveta cheio e não me importo. Gosto de me sentir bonita e bem comigo mesma. Se isto é fútil? Acho que não, porque a minha vida não é só ir às compras (muito pelo contrário) nem penso só nisso. Tenho muitos outros interesses, gosto de me cultivar, de ter boas notas e fazer por isso, de me sentir realizada, de ter objectivos e ambições para a minha vida. Apesar de gostar de falar de roupa, de a ter (aos quilos) e me sentir feliz quando compro alguma coisa nova. Mas isto não faz de mim fútil, faz de mim uma pessoa apresentável e bem consigo mesmo. Por isso mesmo, por gostar e preocupar-me em cuidar de mim. É isso.
domingo, 25 de dezembro de 2011
Para o ano há mais
Um belo jantar, cheio de música e conversa, rodeada pela família. Uma meia noite com presentes, tal como deve ser. Mais conversa e família. A noite que só acabou pela madrugada, no meio de maratona de Sexo e a Cidade e muita conversa com a mais antiga amiga, a melhor prima. Um acordar vagaroso, com um pequeno-almoço já próximo do almoço, também este rodeado pela família. Um fim de tarde pacato, no sofá a ver a Princesa e o Sapo. Agora, um chá para filtrar todas as porcarias que comi e um fim de dia que vai chegar cedo, para repor baterias. Foi um bom Natal.
sábado, 24 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Bem sei
Que a partir do momento que começar a comprar sapatos de salto alto, nunca mais vou parar. Daí adiar tanto o fatídico dia.
Sim,
Quero ler mais sobre o que me interessa, absorver tudo, aprender mais e mais. Apercebi-me que tenho que fazer por saber mais, investir no que me interessa, mesmo sabendo que se dá valor a um curso, acredito que também se dá valor a quem sabe mais daquilo que se realmente gosta. Quero ser essa pessoa, fazer mais por isso, para um dia poder fazer o que realmente quero.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Agora
Vou sentar-me no sofá, embrulhar-me na minha manta e ver Sexo e a Cidade enquanto faço desenhos no diário gráfico. Isso tudo, com uma chávena de chá por perto.
Eu bem que gostava
De andar por aí com um ar fresco e airoso. Mas parece-me impossível, nem hoje que esteve um tempo tão agradável e eu andei por aí de t-shirt e casaco de malha, me safei de chegar ao comboio - depois de andar por toda a Baixa, entre muito entra e sai, fresquinho na rua e um calor que não se pode dentro das lojas - e estar a suar que nem uma perdida, com um ar cansado e lamacento que eu sei lá. Parecia que era Verão e que eu tinha corrido a meia maratona vestida num fato para a neve. Não será possível ter um ar normal e arranjadinho mesmo nos dias de frio, sol e pouca roupa vestida? Serei a única a sentir-me sempre assim?





























