sexta-feira, 30 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
Acabaste de ver Anatomia de Grey? Eu sei que sim. Portanto sabes que por muito que tudo agora te pareça impossível, de alguma maneira o destino ou o que lhe quiseres chamar vai pôr as coisas no lugar. Há-de aparecer o teu McDreamy ou McDreary, eu sei disso, podes confiar em mim. E não sejas parva, porque se até eu que não sou um guy e que gosto muito de homens, fall in love with you, tenho a certeza que há um montão deles prontos para isso.
Por vezes das pessoas que menos esperamos mas que, cada vez mais, demonstram que estão cá para o que der e vier. Mesmo que seja só uma pequena crise existencial. E sim, Rita, eu sei que vai ser mesmo assim, também acredito nisso. Obrigada, a sério. [já me puseste com um sorriso na cara]
Por vezes das pessoas que menos esperamos mas que, cada vez mais, demonstram que estão cá para o que der e vier. Mesmo que seja só uma pequena crise existencial. E sim, Rita, eu sei que vai ser mesmo assim, também acredito nisso. Obrigada, a sério. [já me puseste com um sorriso na cara]
Digo que não
Quero um namorado, que estou bem assim. E estou. Mas há dias em que queria mais. Um amor calmo, pacífico. Um porto seguro. A certeza de que alguém está sempre a pensar em mim. O poder contar todas as parvoíces do meu dia a alguém. O ter de me preocupar com uma pessoa, no meio da minha agitada e muito ocupada vida. O ter aquele alguém, que me dá o cone depois de comer o gelado. Uma companhia para os programas inesperados. Para as tardes de inverno e para as noites de verão. Para idas à praia para ver o mar e as estrelas [e a minha lua]. Para me levar ao aeroporto só porque sim. Para pegar no carro e andar sem destino. Para tantas e tantas coisas que me lembro, em dias assim. Coisas que um dia vão chegar, quando for a altura certa. Acredito tanto nisso.
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Já não é a primeira
Nem a segunda vez que vejo a série Sexo e a Cidade. Mas sempre que chega ao fim, uma tristeza invade-me, vá se lá saber porquê. Por tudo. Pela história de amor, pela história de amizade, pela história de vida. Pelo fim das tantas e tantas perguntas que me questiono, mil e uma vezes. A ficção que é tão a nossa realidade. A série que compreendo perfeitamente ter marcado tantas mulheres. E o ser uma referência. Quantas e quantas vezes não cito Carrie Bradshaw no meio dos nossos devaneios sobre rapazes. Porque quer queiramos quer não eles são um dos nossos principais temas de conversa, isso e quem mais nos ocupa o pensamento. Até podemos admitir que não, que temos todo um outro mundo além deles, e é verdade. Mas eles são uma parte bastante importante, nada a fazer. E assim será sempre.
domingo, 25 de março de 2012
Vai para uma semana
Que decidi voltar a ser disciplinada no que toca à alimentação. Acabaram-se os chocolates, as merendas, as batatas fritas, o pão com molho, as Oreos e os Filipinos e a malvada Coca-Cola [que este ano voltou em força para mim]. Muita fruta, muita água, muito chá, bolachas só integrais e refeições mais equilibradas voltaram a ser uma preocupação no meu dia-a-dia. Logo agora que andava cheia de vontade de fazer uma tarde de maçã. Ainda bem que me falta o tempo.
Queria tanto
Pôr aqui mais casas, como fiz há uns dias, das tantas e tantas que vejo. Mas é-me extremamente complicado escolher uma, porque há sempre mil e um detalhes que mudava. As minhas ideias borbulham ao ver essas coisas e tenho sempre a tendência de melhorar tudo na minha cabeça. De fazer tudo diferente, por gostar tanto de arquitectura e decoração, sou difícil de agradar. E por demais picuinhas. Um problema de miúda, portanto.
quinta-feira, 22 de março de 2012
O que eu gosto [cada vez mais] disto
Dos exercícios novos, do ter que ir conhecer um lugar, analisá-lo e pensar sobre ele. O traduzir toda essa pesquisa para que os outros a entendem, o arranjar forma de a mostrar. As horas de trabalho, nunca perdidas, mas sempre ganhas, no que é isto do aprender e pensar sobre arquitectura. O chegar o dia da apresentação, aquele nervosismo e o receio de que tudo corra mal. A verdadeira hora do espectáculo e o seu fim. O chegar ao fim e só ter opiniões positivas, tanto por parte dos colegas como dos professores. O receber os parabéns, a satisfação de isso acontecer. Nunca pensei que tal coisa me pudesse preencher tanto, como aconteceu. Gostei disso e sei que vou gostar cada vez mais. Cada passo é mais uma certeza de que tomei a decisão certa para a minha vida. E dúvido que exista uma sensação melhor que essa.
terça-feira, 20 de março de 2012
Está em mim
- Estás sempre a perguntar o porquê de tudo.
Não é a primeira vez que me dizem isto e certamente não será a última. Mas não consigo não ser assim, nunca passarei da fase dos porquês. Mesmo quando me dizem que há coisas que não têm lógica, para mim tudo tem que ter, sou demasiado racional para assim não ser. E por isso continuarei sempre a perguntar o mesmo - porquê?. Paciência.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Prontinha, prontinha
Para mais uma semana para lá de preenchida. Trabalho de fim de semana feito, trabalho para a semana organizado [tantas to do lists], vontade de trabalhar lá no alto e baterias recarregadas, a meio, mas o suficiente. Vamos lá despachar isto que daqui a pouco é sábado outra vez.
domingo, 18 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Hoje de manhã
Ao olhar para a agenda, apercebi-me de que gostava de a ver cheia, com coisas para fazer e dias ocupados. Mas depois, também reparei que para a semana há entrega de projecto e além de tudo o que já tenho para fazer e combinado, ainda vou ter que arranjar [melhor, inventar] tempo para mais trabalho. E estou numa altura, em que deve ser do sol a fazer-me mal à cabeça, que não me importo de ter que trabalhar e estou até entusiasmada com o que tenho para fazer e no que tenho que pensar para concretizar este projecto. No fim de contas, foi a vida que escolhi. E não estou nada arrependida.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Mini house
Um pequeno apartamento mas com espaço para o essencial. A cor clara e as grandes janelas, ajudam a "aumentar" o espaço e pequenos truques fazem com que ele seja aproveitado ao máximo. A secretária estreita, com prateleiras por cima para armazenar toda uma colecção de livros. O pequeno armário que serve de suporte à cama que se esconde num plano superior. O aproveitamento de todo o espaço para arrumação, fazendo disso, objectos de decoração - a roupa pendurada na parede, as revistas a servirem de mesa de suporte e livros a fazerem de mesa de cabeceira. A ampliada zona de estar com um sofá de um lado e uma cadeira do outro, junto do foco de luz principal e ainda com uma mesa pelo meio. Sem dúvida que foi um espaço altamente aproveitado, tendo tudo arrumado e o que se quer. Escolhas inteligentes que tornaram um apartamento vulgar, num sítio acolhedor. Gosto muito. Bem que um dia poderia ter um assim para mim.
domingo, 11 de março de 2012
As pessoas
Que têm sempre um sorriso na cara, irritam-me. Isto é, ninguém está feliz todos os dias ou sempre com boa disposição. É impossível. Prefiro, por vezes, ser mal disposta e mostrar como realmente estou, do que parecer sempre uma pessoa de bem com a vida. Porque não o sou, não todos os dias. Não que isto queira dizer que tenho que andar a encher a cabeça das pessoas com os meus problemas e dramas, mas que sentido faria andar sempre a distribuir sorrisos se nem todos os dias é esse o meu estado de espírito? E também não digo que com isto, que quem o faça, seja uma pessoa falsa, ou assim, é só estranha, a meu ver. Modos de vida.
sábado, 10 de março de 2012
Do que se quer [realmente]
Ontem estive a ver a entrevista do Miguel Sousa Tavares para o Alta Definição, e percebi que o que ele quis, e tem, da vida, é exactamente o que eu quero ter um dia - tempo para ler, escrever e pensar. Ser livre, poder viajar, fazer o que quero e ainda ser paga por isso. Viver para escrever, sobre arquitectura, no meu caso. É, sem dúvida, o que quero para mim e demore o tempo que demorar, é o que um dia vou fazer.
quinta-feira, 8 de março de 2012
Questões que me ocorrem
Ao ver uma cena de um pedido de casamento numa qualquer série de televisão, pensei: deve ser boa a sensação de sermos escolhidas por alguém. Mas serão eles que escolhem ao fazer um pedido ou nós por termos sempre demasiados critérios? Ou melhor, seremos nós por nos armarmos sempre em tão difíceis ou eles por nós nunca termos a iniciativa? Estaremos sempre à espera que alguém apareça e nos "escolha" ou corremos atrás de alguém quando é isso que queremos? Opção de escolha temos sempre, e não estaremos com uma pessoa só porque ela nos quer, mas fazemos de tudo para termos quem realmente queremos ou esperamos que esse alguém nos queira? Quero acreditar que depende dos casos, das situações, das pessoas, das maneiras de ser mas, pelo que vejo, e das experiências que tenho, acho por muito que gostemos de alguém, nós, raparigas, esperamos sempre que os rapazes ajam, só resta saber se é por estarmos programas para tal ou por a sociedade quase nos impor que assim seja...
quarta-feira, 7 de março de 2012
Parece que sim
Que este menino vai ser a minha próxima aquisição. Apaixonei-me perdidamente por ele e combinei com o meu pai que se passasse no exame de código, ele oferecia-me este miminho. E pronto, foi o que fiz, passei. Agora quando for o exame de condução, peço o verniz que já está na minha wishlist há mais tempo [em conjunto com um carro, claro].











































