sexta-feira, 6 de abril de 2012
O meu menino
Esteve uns dias fora para ver se ficava melhor. O problema agora é que está bom de mais, veio como novo. Sem nada, portanto. Agora é ir às cópias de segurança buscar o que preciso e instalar o básico para poder utilizá-lo normalmente. Ai vida.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Hoje deparei-me com duas situações completamente opostas. Um nascimento, o olhar para aquele bebé e pensar que tem toda uma vida pela frente, que estes primeiros meses são os mais puros e simples que alguém tem. Ainda não está moldado, não tem defeitos nem feitio. Há culturas que acreditam que os recém nascidos são como anjos e hoje eu apercebi-me mesmo disso, que quando nascemos somos seres perfeitos. A partir daí, só tende a piorar, sempre. Por nós, pelo mundo por tudo. Menos de uma hora depois deparei-me com o oposto, uma vida que está a chegar ao fim. Muitos e muitos anos vividos com tudo o que isso tem de bom e mau e agora uma doença que ataca e leva essa pessoa, um bocadinho de cada vez. Uma pessoa que não está bem mas que luta e que tem uma força incrível. Mas o desgaste está a destruir tudo à sua volta e ao pouco que resta da sua vida também. E agora sei que falta pouco para esta vida chegar ao fim e custa. Custa muito, por saber que já não está bem há muito tempo, por saber que sofre e que faz sofrer. E pior, saber que nada se pode fazer para evitar o inevitável. Que quem ficar vai sofrer ainda mais e que tenho que estar preparada para ser o apoio dessa dor, desse luto que se já vai fazendo há tanto tempo... E no meio disto tudo pensei que estamos nós, que está a vida, que vai passando tantas vezes sem darmos conta e é nestes momentos que me apercebo que temos que fazer por valer a pena, sempre, sem dar nada como garantido. Porque quando menos esperamos, foge-nos o chão. E para isso, nunca estamos preparados.
domingo, 1 de abril de 2012
Já me cruzei
Com umas quantas pessoas conhecidas durante as aulas de condução e tudo decorreu com normalidade. Mas claro, hoje quando fui conduzir com o meu pai, tinha de me aparecer à frente o meu professor de Projecto. O nervosa que fiquei, uma desgraça, o meu pai só se ria. Deixei o carro ir abaixo e tudo, acho que me senti intimidada por aquele que deve ser o meu professor preferido. Foi uma vergonha. Amanhã não quero ir à aula.
sábado, 31 de março de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Eu bem que tento
Mas ora é trabalho ao pé do melhor bolo de chocolate do mundo [não dá para resistir], ora são lanches inesperados com os meus rolinhos de carne preferidos. Ou então a minha mãe lembra-se de me trazer uma caixa cheia de areias para casa, que não posso deixar que se estraguem, ou faz-me pães de queijo ao jantar. Assim não dá.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Acabaste de ver Anatomia de Grey? Eu sei que sim. Portanto sabes que por muito que tudo agora te pareça impossível, de alguma maneira o destino ou o que lhe quiseres chamar vai pôr as coisas no lugar. Há-de aparecer o teu McDreamy ou McDreary, eu sei disso, podes confiar em mim. E não sejas parva, porque se até eu que não sou um guy e que gosto muito de homens, fall in love with you, tenho a certeza que há um montão deles prontos para isso.
Por vezes das pessoas que menos esperamos mas que, cada vez mais, demonstram que estão cá para o que der e vier. Mesmo que seja só uma pequena crise existencial. E sim, Rita, eu sei que vai ser mesmo assim, também acredito nisso. Obrigada, a sério. [já me puseste com um sorriso na cara]
Por vezes das pessoas que menos esperamos mas que, cada vez mais, demonstram que estão cá para o que der e vier. Mesmo que seja só uma pequena crise existencial. E sim, Rita, eu sei que vai ser mesmo assim, também acredito nisso. Obrigada, a sério. [já me puseste com um sorriso na cara]
Digo que não
Quero um namorado, que estou bem assim. E estou. Mas há dias em que queria mais. Um amor calmo, pacífico. Um porto seguro. A certeza de que alguém está sempre a pensar em mim. O poder contar todas as parvoíces do meu dia a alguém. O ter de me preocupar com uma pessoa, no meio da minha agitada e muito ocupada vida. O ter aquele alguém, que me dá o cone depois de comer o gelado. Uma companhia para os programas inesperados. Para as tardes de inverno e para as noites de verão. Para idas à praia para ver o mar e as estrelas [e a minha lua]. Para me levar ao aeroporto só porque sim. Para pegar no carro e andar sem destino. Para tantas e tantas coisas que me lembro, em dias assim. Coisas que um dia vão chegar, quando for a altura certa. Acredito tanto nisso.
terça-feira, 27 de março de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Já não é a primeira
Nem a segunda vez que vejo a série Sexo e a Cidade. Mas sempre que chega ao fim, uma tristeza invade-me, vá se lá saber porquê. Por tudo. Pela história de amor, pela história de amizade, pela história de vida. Pelo fim das tantas e tantas perguntas que me questiono, mil e uma vezes. A ficção que é tão a nossa realidade. A série que compreendo perfeitamente ter marcado tantas mulheres. E o ser uma referência. Quantas e quantas vezes não cito Carrie Bradshaw no meio dos nossos devaneios sobre rapazes. Porque quer queiramos quer não eles são um dos nossos principais temas de conversa, isso e quem mais nos ocupa o pensamento. Até podemos admitir que não, que temos todo um outro mundo além deles, e é verdade. Mas eles são uma parte bastante importante, nada a fazer. E assim será sempre.
domingo, 25 de março de 2012
Vai para uma semana
Que decidi voltar a ser disciplinada no que toca à alimentação. Acabaram-se os chocolates, as merendas, as batatas fritas, o pão com molho, as Oreos e os Filipinos e a malvada Coca-Cola [que este ano voltou em força para mim]. Muita fruta, muita água, muito chá, bolachas só integrais e refeições mais equilibradas voltaram a ser uma preocupação no meu dia-a-dia. Logo agora que andava cheia de vontade de fazer uma tarde de maçã. Ainda bem que me falta o tempo.
Queria tanto
Pôr aqui mais casas, como fiz há uns dias, das tantas e tantas que vejo. Mas é-me extremamente complicado escolher uma, porque há sempre mil e um detalhes que mudava. As minhas ideias borbulham ao ver essas coisas e tenho sempre a tendência de melhorar tudo na minha cabeça. De fazer tudo diferente, por gostar tanto de arquitectura e decoração, sou difícil de agradar. E por demais picuinhas. Um problema de miúda, portanto.
quinta-feira, 22 de março de 2012
O que eu gosto [cada vez mais] disto
Dos exercícios novos, do ter que ir conhecer um lugar, analisá-lo e pensar sobre ele. O traduzir toda essa pesquisa para que os outros a entendem, o arranjar forma de a mostrar. As horas de trabalho, nunca perdidas, mas sempre ganhas, no que é isto do aprender e pensar sobre arquitectura. O chegar o dia da apresentação, aquele nervosismo e o receio de que tudo corra mal. A verdadeira hora do espectáculo e o seu fim. O chegar ao fim e só ter opiniões positivas, tanto por parte dos colegas como dos professores. O receber os parabéns, a satisfação de isso acontecer. Nunca pensei que tal coisa me pudesse preencher tanto, como aconteceu. Gostei disso e sei que vou gostar cada vez mais. Cada passo é mais uma certeza de que tomei a decisão certa para a minha vida. E dúvido que exista uma sensação melhor que essa.
terça-feira, 20 de março de 2012
Está em mim
- Estás sempre a perguntar o porquê de tudo.
Não é a primeira vez que me dizem isto e certamente não será a última. Mas não consigo não ser assim, nunca passarei da fase dos porquês. Mesmo quando me dizem que há coisas que não têm lógica, para mim tudo tem que ter, sou demasiado racional para assim não ser. E por isso continuarei sempre a perguntar o mesmo - porquê?. Paciência.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Prontinha, prontinha
Para mais uma semana para lá de preenchida. Trabalho de fim de semana feito, trabalho para a semana organizado [tantas to do lists], vontade de trabalhar lá no alto e baterias recarregadas, a meio, mas o suficiente. Vamos lá despachar isto que daqui a pouco é sábado outra vez.
domingo, 18 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
Hoje de manhã
Ao olhar para a agenda, apercebi-me de que gostava de a ver cheia, com coisas para fazer e dias ocupados. Mas depois, também reparei que para a semana há entrega de projecto e além de tudo o que já tenho para fazer e combinado, ainda vou ter que arranjar [melhor, inventar] tempo para mais trabalho. E estou numa altura, em que deve ser do sol a fazer-me mal à cabeça, que não me importo de ter que trabalhar e estou até entusiasmada com o que tenho para fazer e no que tenho que pensar para concretizar este projecto. No fim de contas, foi a vida que escolhi. E não estou nada arrependida.




































