Com computadores, porta canetas, blocos de notas, candeeiros, quadros de inspiração. Post-its, plantas ou flores, canecas vazias, lápis de colecção, cadernos e dossiers.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Basta abrir a página do Facebook ou um qualquer blog para ver que toda a gente se queixa que já é segunda-feira [outra vez!] ou que o verão nunca mais chega [ou que o calor nunca mais passa!], semana após semana, é todo um aumento de queixas ou porque o fim de semana passou a correr, ou porque a chuva não dá tréguas ou porque custa sair da cama. Custar custa, mas tem que ser, tal como temos que trabalhar cinco dias por semana para termos dois de descanso [alguns] ou trabalhar um ano inteiro para ter quinze dias de férias, é a vida. Literalmente. E não devíamos precisar desses dois ou quinze dias de quando em vez para sermos felizes. Eu por exemplo, em tempo de aulas mal tenho fins de semana [e pouco me queixo disso, porque sei que assim é] mas também sei que quando estou de férias, faço por estar mesmo de férias. As da Páscoa não foram grande exemplo disso porque o último mês do semestre aproxima-se e há cada vez mais trabalho para fazer. É a vida, lá está, mas a hora da recompensa há-de chegar [tal como chegou antes, com muito passeio pelo caminho]. Mas não é pelo excesso de trabalho ou pela falta de tempo que me queixo de já ser segunda-feira [até porque passo muitos domingos a trabalhar] e nem me lembro de pensar que quero férias para não fazer nada, a questão está mesmo aí. Não espero para ser feliz. Tento aproveitar ao máximo [mesmo em tempos de correria] todas as oportunidades para o fazer. Não perder tempo com coisas acessórias ou com pessoas que não nos interessam assim tanto. Estar com quem quero, quando posso e aproveitar uma tarde ou uma hora. Por vezes é quanto basta para sermos felizes. Se fosse esperar pelo fim de semana, muitas vezes seria uma desgraçada, pelas férias do verão então, acho melhor nem falar. Aproveitar tudo e sempre [mesmo que seja 45 minutos de um episódio qualquer] porque a nossa vida é esta. E pensar [sempre também] que todo o esforço é recompensado. Mais tarde ou mais cedo.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
1, 2, 3
Depois de uns quantos dias de abuso [muita Coca Cola, batatas fritas, wafles e croaissants] e com a proximidade do Verão, chegou a altura de fazer uma contenção alimentar, acabar com a parte má dos refrigerantes, fritos e doces e começar a dedicar-me mais às frutas e aos vegetais. Para as próximas semanas vamos manter o pequeno-almoço do costume [duas torradas e um cappuccino], a meio da manhã comer uma peça de fruta e bolachas integrais, almoçar carne ou peixe com legumes, ao lanche comer um iogurte ou beber um sumo verde e jantar sopa. No meios destas refeições, quando a fome apertar, haverá sempre à mão uma gelatina 0% ou um quiejinho a vaca que ri light, pelo caminho beber muita água ou chá frio. E espero que assim a coisa melhore [há um vestido ou outro que eu gostava de conseguir vestir entretanto], claro que se algum dia tiver que comer massa ao almoço ou outro não jantar só sopa, não me vou preocupar com isso. Desde que não abuse e mantenha as coisas controladas sei que não há problema. E que não custa assim tanto.
As férias, que o são pouco
Não que me possa queixar depois de todo o passeio dos últimos tempos, mas descansar a sério também ia saber bem. Coisa que vai acontecer muito pouco. Muito projecto para fazer [e pensar e desenhar], um trabalho de história para começar e o estudo para um teste de melhoria que está já aí. Entre tudo isso, ainda há cafés e sessões de compras combinados com as amigas, uma sessão de maquetes [que está em modo dívida] para com o namorado e muita vontade de apanhar sol e continuar a sair para passear. Sem esquecer o almoço de Páscoa cá por casa. Tenho a certeza que não vai dar tempo para tudo, tudo, até porque as férias não são assim tão grandes. Mas o esforço para aproveitá-las ao máximo, vai cá estar. E dê por onde der, vou tentar fazer tudo e ainda mais. Sim, porque o tempo desperdiçado cada vez faz-me mais confusão e a noção de que se queremos, temos que nos mexer, cada vez está mais presente em mim. É só ter força para continuar.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Acho que já nem me lembro bem da última vez que me sentei no sofá para ver televisão e já nem sei bem a quantas ando no que toca a séries, tamanho o atraso. Em compensação, tenho passeado muito. Depois de uma semana na Holanda, em que tivemos tempo para visitar museus, ver boa arquitectura, descansar em jardins e esplanadas, comer em restaurantes giros e conversar muito, estive uns quatro dias em Lisboa e parti outra vez. Em direcção ao Porto, para o primeiro Encontro Nacional de Estudantes de Arquitectura [aqui fez-se história], onde levei com mais um banho de arquitectura, onde saí todas as noites, onde comi bem, tirei muitas fotos, conversei ainda mais, revi amigos e pus mais uns quantos quilómetros às pernas. A viagem de regresso custou, o cansaço acumulado já era mais que muito, mas valeu a pena. Vale sempre. E se desde de Dezembro que sei sempre onde vou parar a seguir, agora não. Só vejo trabalho para os próximos tempos e a falta de planos de viagens traz um pequeno vazio. Mas hão-de aparecer, para mais perto ou mais longe, hei-de voltar a passear. Coisa que, cada vez mais comprovo, ser aquilo que mais gosto de fazer. Absorver. E crescer com isso.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Mais uma entrega, mais uma semana intensa de trabalho. Que custou menos ou mais por sabermos que de seguida íamos partir. Um passeio diferente, com a turma e professores atrás, mas não deixa de ser mais uma viagem e uma oportunidade para conhecer outro país. Desta vez, é uma semana para o país das tulipas.
terça-feira, 25 de março de 2014
[paixão]
Por divisões brancas. Chão incluído. E muitos apontamentos de cor. Nos acessórios. E onde mais apetecer.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Pensamentos de quem não troca de mala desde que as aulas começaram
A rotina de quem acorda todos os dias às seis e pouco da manhã tem que ser simplificada. A maquilhagem é só o BB Cream e um batom [lá há um dia ou outro com direito a rímel], um jeito rápido no cabelo, a roupa pensada no dia anterior [se não, gera-se o caos], os acessórios quase reduzidos ao relógio. Perfume a correr, não há trocas de malas, isto se queremos tomar o pequeno almoço [e eu quero sempre]. Podia acordar meia hora mais cedo, fazer tudo com mais calma e andar mais arranjada, mas já que não deixo de ter um ar apresentável e consigo chegar sempre a horas, prefiro dormir mais aquele bocadinho.
quinta-feira, 20 de março de 2014
De projecto
Tenho que fazer um prédio. Ou vários. Ou muitos. Uns apartamentos maiores o outros mais pequenos. E no meio de toda a minha pesquisa, quando não estou a pensar na parte da arquitectura relacional, perco-me no meio das decorações. Não que o resto seja chato, é só diferente. E menos colorido.
Quando começou
Pensei sempre que nunca iria custar nada, que ando sempre a mil à hora e que não tenho tempo para estas coisas. Estava tão enganada e não sabia. Por puro acaso, passamos muitos dias sem nos vermos ou passamos muitos dias juntos e talvez por isso [por ainda não termos tido a correria de um fim de semana, que não me deixa habituar a ti] custa-me mais [cada vez mais] quando não estás cá. Continuo a andar de um lado para o outro e com mil coisas para fazer mas queria a calmaria de uma hora de almoço contigo ou um passeio ao fim de semana, em vez das muitas mensagens trocadas e das chamadas ao final do dia. Por tudo isto [e talvez muito mais] estava enganada. Muito. E não sabia. Fiquei mal habituada.
domingo, 9 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
Something [really big]
Something in the way she moves
Attracts me like no other lover
Something in the way she woos me
Attracts me like no other lover
Something in the way she woos me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
You know I believe and how
Somewhere, in her smile, she knows
That I don't need no other lover
Something in her style that shows me
That I don't need no other lover
Something in her style that shows me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
You know I believe and how
You're asking me will my love grow
I don't know, I don't know
You stick around now it may show
I don't know, I don't know
I don't know, I don't know
You stick around now it may show
I don't know, I don't know
Something in the way she knows
And all I have to do is think of her
Something in the things she shows me
And all I have to do is think of her
Something in the things she shows me
I don't want to leave her now
You know I believe and how
You know I believe and how
sábado, 1 de março de 2014
Podia vir falar do tempo ou de ser sábado mas...
Todas as mulheres têm pancada por um objecto [usável] em especifico e eu, durante muito tempo, achei que tinha por todos. Visto as mil malas que tenho, as gavetas cheias de camisolas a abarrotar, a secção de calças de ganga sem espaço para mais umas, os cabides cheios de vestidos no Verão e camisas no Inverno, enfim, toda a panóplia que uma rapariga precisa e a sua inerente [e constante] falta de espaço. Mas, por fim, cheguei a uma conclusão, por muito que goste de escolher a minha roupa, de pensar na mala ou nos acessórios [cada vez mais raros] que vou usar no dia seguinte, a minha escolha começa sempre pelo fim, isto é, pelo que vou calçar, nesta altura especialmente. Isto porque não posso dizer que sou maluca por sapatos, que não sou, sou maluca por botas. A minha secção de calçado já teve que ser ampliada, pois já não tinha mais sítio para as colocar e se sempre fiz um esforço para comprar um par por ano, este Inverno excedi-me e comprei três. Coisa que fez com que voltassem a não caber no armário. E é isto, assumo que a minha pancada é por botas, de várias cores e feitios, mais ou menos praticas. Adoro-as de paixão. E se já cansam estes dias de chuva, nunca me cansa a oportunidade para as usar e variar. Daqui até ao calor.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Vim aqui para me queixar
Na semana passada deu-se o início do novo semestre, como sempre com a nossa Semana Relâmpago, em que se junta em grupos, alunos de todos os anos e se faz assim, um projecto rapidinho. Escusado será dizer que tive muito trabalho [já começo a ser das mais velhas], os dias passados no Técnico cansam e depois de duas semanas de férias, custa entrar no ritmo. Até aí tudo bem, o trabalho correu bem, despachámos tudo antes do tempo, tive o Domingo para descansar. Segunda-feira com apresentações e terça, efectivamente, primeiro dia de aulas. Horário maravilhoso por um lado, em que todas as tardes são "livres" mas mau também por entrar todos os dias às oito da manhã, mas nem é disso que me queixo. Visto esta ser a primeira semana de aulas, ainda pouco há para fazer e eu tenho vindo para casa. Dormir a sesta. Só que hoje, um dos meus vizinhos decidiu passar a tarde a furar paredes e quebrou a minha rotina [com dois dias]. E pronto. Era só isto.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Quando passamos demasiado tempo sem pensar naquilo que queremos [um dia], até que chega um prazo e somos obrigados a fazê-lo. Uma viagem de carro sozinha foi mais que suficiente para pôr as ideias no lugar. Ficar a saber realmente o que queria [e se queria] e de que maneira. Às vezes, muitas vezes, mais vale tarde do que nunca. Porque mesmo que existam coisas que nos custem a entrar na cabeça, quando nos obrigamos a isso, podem tornar-se aquilo que mais queremos. Se for para ser à nossa maneira.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Das férias
Acabaram-se. Quinze dias que passaram a correr. Em que não parei em casa. Passeio para um lado. Compras para o outro. Amigas e amigos. Aviões e viagens de carro. Mais uns quantos kms e milhas em cima. Muita diversão. Conversas e mais conversas. Muito não fazer nada. Agora é voltar à rotina. Bem devagarinho.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Londreees
Depois de um semestre e de uma época de exames mais que cheios, chegou a semana de férias com as amigas. Muitas conversas, animação, caminhadas e muitas, muitas compras. Mesmo cansadas, foram dias que valeram muito a pena. Fica aqui um bocadinho de uma viagem a repetir o mais rapidamente possível.
A casa do Sherlock Holmes, não podia deixar de lá passar depois de andar viciada na nova série.
Camden Town, o mercado alternativo que ainda não conhecia.
As nossas compras na linda loja da Victoria's Secret.
O Grande Bernardo.
Churchill War Rooms. Um "museu" que vale mesmo a pena.
O amor espalhado em Convent Garden.
A loja dos M&M.
Portobello Market, o mercado mais querido e com mil coisas originais.
Patinhos no Hyde Park.
Uma vila amorosa, Bibury.
Windsor.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Eu já nem sei o que hei-de escrever por aqui depois de um mês em que fiquei com a cabeça em água com tanto exame. Só houve descanso num fim de semana e de resto foi estudo para muitos e muitos exames [esperemos que o esforço compense] com algumas coisas boas pelo caminho. Agora tenho direito a duas semanas inteirinhas de pura ramboiada que começam mesmo bem com uns dias por Londres com as amigas. Pode ser que depois disso venha inspirada para as minhas divagações.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Ontem tive a certeza que, além das borboletas na barriga, vieste trazer tranquilidade à minha vida. Pelo simples facto de me perceberes e não ter que estar sempre a arranjar justificações. Deve ter sido a primeira vez que isto me aconteceu e até estranhei, apesar do alivio que senti. Porque podemos não ter começado na altura mais fácil de todas [para nós] mas ao menos tenho a certeza que posso contar contigo. E isto só pode ser bom sinal.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Li algures uma frase que era qualquer coisa do género "mais vale a dor do trabalho, do que a dor do arrependimento", não me saiu da cabeça, talvez por me rever tanto nela. Não sou capaz de desistir, de perder oportunidades, de não tentar dar o melhor de mim, mesmo que falhe, que corra mal, que não aconteça como eu queria que acontecesse. Esta força que me move perante tudo na vida, faz com que aproveite ao máximo tudo aquilo que ela me poderá dar [ou não]. Porque é bom ter medos e incertezas, mas eles só nos servem para mostrar que somos reais, que temos que lhes fazer frente e dar tudo de nós. Sempre. Porque por muito que às vezes, as coisas não corram como imaginávamos, vai sempre chegar o dia em que vão correr. E só com persistência, determinação e coragem é que conseguimos.
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Dos saldos
Ontem depois de um maravilhosos teste [not] decidi ir ver os saldos, na cabeça tinha que queria comprar [mais] uma camisa branca e umas leggings básicas. Depois de dar a volta às lojas do costume, acabei na Zara e para casa só veio comigo um casaco de fazenda [lindo, lindo!] vermelho e azul e uma camisa caqui. Nada daquilo que estava planeado, mas óptimas compras, com 50% de desconto. Entretanto quando estive por terras inglesas, fiz os meus primeiros investimentos desta época de saldos e com tudo a metade do preço trouxe para casa uma camisola bem quentinha, umas galochas e um vestido [que amei de paixão] mas que ainda não sei bem quando sairá à rua. Logo se vê. Já estou mais que satisfeita com as minhas compras. No inicio do próximo mês aproveita-se novamente o consumo londrino, desta vez com as amigas.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
domingo, 12 de janeiro de 2014
Tudo o que é demais...
Tudo bem que eu comprei umas amiguinhas destas, que as adoro de paixão e tudo isso, mas também não preciso de demonstrar o meu amor por elas, ao usá-las todos os dias! E que tal tréguas, senhora chuva?
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
O problema devo ser eu, mas...
Esta semana ainda só fui um dia há faculdade e rever os meus colegas só me fez sentir mal. Isto é, percebi que andam todos super empenhados, a estudar até às tantas e eu [apesar de não ter as melhores notas do mundo] não sinto necessidade disso. Senti-me mal por ter ido sair e por ter visto um filme. Quando afinal, esta semana, já jantei umas três vezes fora, fui ao café, pus How I met your mother e Big Bang Theory em dia e estudei, claro. E pelos vistos este meu método nem tem corrido mal, porque só fiz o primeiro exame e sei que aquela já me safei. É ter calma, estudar focada e aproveitar todo o tempo, que esta época não precisa de ser só stress.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Nunca me tinha acontecido
Parece que fui mordida pelo bicho do sono. Acordo e adio o despertador mais dez minutos, e depois outros dez e depois mais quinze e no fim perco a conta a quantas vezes ouvi o despertador de manhã. Ou então levanto-me e vou tomar o pequeno-almoço [e por vezes adormeço à mesa] e volto para a cama por mais meia hora. Uma coisa mais que parva para quem sempre se levantou ao primeiro toque do telemóvel. Logo agora que preciso de disciplina para manter horários e ser produtiva no estudo em casa. Alguma sugestão?
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
E nunca este texto me fez tanto sentido
Desde pequenos somos programados para pedir. Sorte a de quem aprendeu, ou foi ensinado, ou tem a capacidade natural de, antes de questionar, entender. Antes de criticar, saber colocar-se do outro lado. Antes de pedir, dar tudo. Para antes de perguntar... Ver."
domingo, 5 de janeiro de 2014
E que bem que começou
O meu ano começa verdadeiramente quando tenho a minha agenda nova comigo. Comprei-a ontem e como sempre, adoro aquele ritual de abrir uma agenda em branco e começar a preencher com os compromissos futuros, as datas importantes e os desejos/objectivos para o novo ano. Também trouxe para casa um diário gráfico novo, outro dos meus companheiros, onde aponto ideias, escrevo textos, anoto as conferências e desenho projecto. Duas espécies de diários que andam sempre comigo. E ontem, além deste recomeço que é sempre um conjunto de folhas em branco, acabei por ter um óptimo dia. Manhã de descanso, compras e almoço com a mãe e o irmão. Algum estudo. Jantar [alguma vez fazemos isto?] e café com a melhor amiga e depois, quase sem querer, um pequeno encontro com outros amigos que acabou por ser muito divertido. Um dia que estava sem planos e que acabou por correr melhor que bem. Espero que este seja o pronuncio para muitos mais dias assim ao longo deste ano. Que cá eu, gostei muito. E quero repetir.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Ora bolas
Depois do Natal, da viagem à Escócia e da passagem de ano tenho que voltar à vida real e começar a estudar.






































