quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Aussie, Aussie
Quando a marca apareceu em Portugal e com uma publicidade tão amorosa [sim, sou uma fácil] decidi experimentar, mesmo achando que os preços saiam um bocadinho fora do "normal" para shampoo de supermercado. Coisa que se veio a comprovar mentira, visto que dada a sua concentração, dura, à vontade, três vezes mais. Adorei. O cheiro é fantástico, o meu cabelo ficava óptimo, tudo em bom, mesmo. Até que... a marca foi descontinuada por cá. Enfim. Voltei a usar outras coisas. Até que no ano passado lembrei-me de procurar a marca em Londres e claro que encontrei, trouxe logo shampoo e amaciador que me durou praticamente quatro meses. Voltei a ir lá e trouxe a gama de verão [máscara hidratante incluída] e uma normal e voltei a não me desiludir. Agora, passados seis meses, voltaram a acabar, apesar de ainda terem durado bastante. Eu bem que disse que a compra compensava. Não vou agora a nenhum sítio que tenha esta marca disponível [nem o meu pai tem ido], mas um dia destes cometo uma loucura e encomendo online. É ver carradas de shampoo a chegarem cá a casa. Acho que compensa sempre, dada a qualidade do produto e a sua duração. Um dia destes trato disso. Por agora vou-me contentando com o que há por cá. Muito tristemente.
Do cinzento
Houve uma altura da minha vida em que, praticamente, só usava cinzento, por achar que me fazia mais magra. Entretanto a paranóia passou e a roupa desta cor dissipou-se do meu armário. Até que, no inicio do Outono comprei uma camisola cinzenta [porque agora achei que me fazia falta] e voltei a ficar mega apaixonada por esta cor. Agora, não por achar que me emagrece mas por achar que me fica mesmo bem. E na verdade, não há semana que passe que não use aquela camisola. Já pensei comprar mais, pois que sim, mas não quero voltar a ficar com um armário monocolor. Tudo com muita calma e controlo, que na verdade aquela que tenho, chega-me perfeitamente.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Na semana passada baixou em mim, toda uma inspiração que deu para fazer, mais que um, post por dia. Isto devia ser mesmo da pouca vontade de estudar, ou da vontade de soltar a cabeça nos momentos de pausa. Agora que já estou mais relaxada, parece que a inspiração sumiu-se e eu, não gosto nada! Acho que estava tão bem lançada. Gostava mesmo de ter a vontade que existiu em tempos de escrever a toda a hora, mas a vida num corre corre, raramente mo permite fazer. E eu quero mudar isso, dê por onde der.
Pancada [bem grande]
A paixão [adormecida] por esta mala rosa pálido, voltou em força. Agora quero, porque quero, uma mala neste tom. Não sei bem para quê, visto que eu ando quase sempre [para aí, dia sim, dia não] vestida de vermelho! Não me compreendo.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Coisas extremamente importantes
Ainda estou para chegar ao dia em que percebo as casas imaculadas, com tudo sempre arrumado, limpo na perfeição. A mim faz-me confusão, faz-me parecer que ninguém vive lá ou se vivem é só mesmo para as limpezas e para as arrumações. Não consigo. Para mim, é impensável ter a secretária arrumada, há sempre isto ou aquilo que preciso, em tempo de estudo fica tudo quanto é necessário espalhado por tempo indeterminado. Tenho montes de folhas para arquivar, dossiers para organizar e tudo e tudo, mas tem lá uma pessoa paciência para isso quando programas muito mais interessantes se sobrepõem a tudo quanto é arrumação e limpezas no geral. Acho mesmo, que desde que saibamos onde está tudo o que é necessário e que a nossa casa não chegue ao caos de verdadeiros acumuladores, está tudo bem. Porque se formos a ver, nós não andamos por aqui assim tanto tempo e agora pensando fatalmente, queremos mesmo que as pessoas se lembrem de nós por termos uma casa arrumadinha ou por todos os momentos que tivemos, com essas pessoas, dentro e fora de nossa casa? Como em tudo, é necessário um equilíbrio. E não será mesmo esse o objectivo das nossas vidas? Vivermos de forma equilibrada. Sim, que podia arrumar a minha roupa todos os dias, mas prefiro fazê-lo uma vez por semana, tudo de uma assentada. Acho que me faz poupar tempo. E dá mais gozo ver as coisas arrumadas depois de uma certa desorganização, do que ver sempre tudo, impecavelmente no lugar. Pronto. São só devaneios.
Das séries, outra e outra vez
Já é mais que sabido que sou para lá de viciada em séries. Andei durante o semestre bastante calma, a ver poucas séries e só quando davam na televisão, nos seus respectivos dias. Entretanto chegou o Natal e como se sabe, as séries param todas, ficando eu assim sei nada para ver. Pois que então comecei a dedicar-me aos filmes [naqueles dias de pausa antes do estudo começar] e a ver todos os que já tinha vergonha de dizer que nunca tinha visto. Entretanto comecei a estudar e a coisa de ver filmes passou-me [passa sempre e dura pouco] vai daí que agarrei-me ao wareztuga [o pior dos meus inimigos] e fui procurar aquilo que ainda não tinha visto, porque não deu na televisão, e comecei a ver. Isto com um episódio à hora de almoço e uns quantos à noite, servem para despachar muita coisa. O problema é que rapidamente fico, outra vez, órfã de séries. E eu não quero começar a ver mais nenhuma [já vejo tantas], só quero que as minhas séries tenham episódios novos. Isto começa a ser problemático.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Dos vazios
Nas conversas de café, vagueamos pelos mais variados temas e no outro dia, passámos por limpezas, arrumações, dispensas, armários e arrecadações. Chegando à conclusão que, ou, efectivamente, temos espaço e o ocupamos imediatamente, ou, se deixamos alguma prateleira, gaveta ou afim por ocupar, vai acabar por se tornar, invariavelmente, no local da tralha que não se sabe onde colocar. Tenho o exemplo do meu armário, fui eu que o desenhei, pensando no local para cada coisa, mesmo assim, nos lugares "mortos" acaba sempre por lá aparecer qualquer coisa que tanto poderia estar ali como noutro local qualquer [que só sai quando eu vejo que preciso de mais espaço e reorganizo a coisa]. Acho que no fundo e, se calhar, até é uma coisa muito portuguesa [ou só minha e das minhas amigas] isto do não deitar nada fora, por questões sentimentalistas ou "porque um dia pode dar jeito". Já cheguei à conclusão que nunca damos uso ao que pode vir a dar jeito e aquilo que fazemos questão de guardar, é só isso mesmo, guardado para nunca mais ser mexido. E se assim é, porque continuamos nós a guardar coisas? Não sei responder a isto. Sei que tenho ali no quarto uma catrefada de maquetes que nunca vou precisar, mas que sou incapaz de deitar fora por todo o trabalho que deram [assim como exercícios de geometria ou apontamentos de uma qualquer disciplina]. Pronto, sei que devia praticar mais o desapego. Talvez quando houver falta de espaço.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Cheguei à conclusão
[imagem extremamente dramática]
Que até para ir tomar um café com as amigas de sempre, isto está cada vez mais complicado. Andámos a tentar combinar nas últimas semanas e só agora é que, efectivamente, fomos tomar café. O mais absurdo de tudo é que no máximo, moro a 5 minutos delas. Bem sei que a nossa vida cada vez tem mais afazeres, com faculdade, namorados e novos amigos, mas mesmo assim não devia ser tão complicado combinar uma coisa que sempre foi tão banal. Sei que estamos a crescer e diferentes, mas isto custa. Ah, e nem me vale a pena falar daqueles cafés que já estão há meses para serem combinados e que nunca chegam a acontecer. Esses sim, são uma vergonha.
Das casas
Uma pessoa vai crescendo e cada vez vai pensando mais na sua casa futura, para viver sozinha ou acompanhada. Isso nem interessa. O que interessa mesmo é que além dos sítios que uma pessoa pensa que gostaria de viver [corra a vida bem], como gostaria da decoração e afins, é chegar à conclusão que mesmo só para mim, iria precisar de um T3. Ora bem, além do meu quarto propriamente dito, precisaria de outro só para a roupa, adoro pensar em soluções para um mega closet ou só para um sítio para toda a minha roupa e por fim um escritório, mas não convencional com uma secretária, para mim teria que ser com uma mesa bem grande [tipo mesa de jantar] para poder trabalhar à vontade.
Possa sonhar.
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Quanto aos extras
Já desisti de levar um livro comigo, já está mais que percebido que com companhia acabo por nunca pegar naquilo [a conversa fala sempre mais alto]. Antes também levava sempre o meu diário de viagem, entretanto ficou cheio de coisas e prefiro deixá-lo em casa, acabo por só escrever quando volto e nos entretantos guardo os bilhetes que quero e aponto no telemóvel os meus dias. Desde que o iPhone tem uma câmera mesmo boa [e comecei a publicar fotos no Instagram] que comecei a deixar a minha pequena [ou a grande] máquina em casa, continuo a adorar tirar fotografias com elas, mas o telemóvel acaba por ser muito mais prático e ficam óptimas na mesma [e todas no mesmo sítio]. A carteira com tudo e mais alguma coisa também costuma ficar por casa, levo comigo só o essencial dentro de uma pequena bolsa e uma maior com os papeis de reservas que preciso e com os bilhetes de avião e onde aproveito para colocar aquelas pequenas coisas que dão sempre jeito num avião, os phones e as pastilhas elásticas. Por último, e um bastante importante, a mala! Durante muito tempo, sempre que fui para fora levei sempre uma [e a mesma] mochila, entretanto já variei para malas mas é claro que a mochila continua a ser a que dá mais jeito, principalmente durante o dia que andamos sempre com qualquer coisa para comer e uma garrafa de água [e no verão, um lenço para os piqueniques], à noite, claro, uma mala pequenina é mais que suficiente.
E pronto, aqui ficam as minhas dicas no que toca a fazer uma mala de viagem. Pode ser que tenha ajudado alguém. Ou então só serviu para espalhar o meu entusiasmo pela próxima que aí vem.
E pronto, aqui ficam as minhas dicas no que toca a fazer uma mala de viagem. Pode ser que tenha ajudado alguém. Ou então só serviu para espalhar o meu entusiasmo pela próxima que aí vem.
No que toca a roupa
É mesmo levar todas as peças que possam combinar entre si, de modo a termos mais opções. Em caso de irmos no Inverno, em que o casaco toma o destaque principal, devemos mesmo é apostar na variedade de cachecóis, gorros e acessórios que podemos usar. Quanto aos sapatos, acho que umas botas e um par de ténis é mais do que suficiente. No Verão e mesmo com uma bagagem limitada, isto muda tudo de figura, a roupa ocupa muito menos espaço e com calor precisamos de menos coisas vestidas, portanto já se pode abusar um pouco mais naquilo que levamos connosco. Sempre sem esquecer, que o prático e o essencial é que contam quando estamos longe de casa. E em modo passeio on.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Necessaire for trips
Já que comecei a falar de truques para as malas de viagem, acho que o necessaire é um dos pontos mais importantes. A parte mais relevante é mesmo descomplicar. Efectivamente não precisamos de mil cremes, gel de limpeza, três desmaquilhantes e afins. Principalmente quando vamos em companhias low costs e sabemos que temos um stock limitado. Portanto, além do básico, pasta dos dentes, shampoo, amaciado e gel de banho [que quando vou por, pelo menos, uma semana, opto por comprar lá e partilhar com a companhia], basta um frasco pequeno de água micelar [serve para desmaquilhar, refrescar, tonificar], creme hidratante para rosto e corpo, BBCream, rímel e um batom. Acho que para uns dias fora, em que a rotina de beleza nem é a maior das nossas preocupações, isto acaba por ser mais que suficiente. Ah, e claro! Um perfume. Digo eu, que não vivo sem eles.
Não há vez que
Vá de férias no Inverno e que não leve a minha parka verde seco. Ora porque tanto dá para o frio como para a chuva, ora porque fica bem com tudo [preto, azul escuro, castanho]. Enfim, é sempre a opção fácil e a que segue sempre comigo. Mas na verdade, já estou mais que farta das minhas fotos com aquele casaco [sim, adoro-o, mas...], ainda por cima quando não se vê mais nada sem ser ele! Portanto, para as próximas férias o meu objectivo é levar outro casaco, ou dois talvez, tão práticos como aquele e que combinem com tudo. Sim, porque o meu grande segredo no que toca a fazer malas, é levar tudo a combinar, porque assim, apesar de a roupa ser para x dias, como combina tudo, posso fazer as combinações que quiser sem ter que levar tudo pré-definido. Truques. Fora isso, agora o meu drama é mesmo o casaco, porque tenho uns bons para o frio e outros para a chuva, tenho até os que dão para tudo, mas será que combinam com o que quero? Dramas, só dramas. O que vale é que ainda tenho quinze dias para me organizar.
domingo, 18 de janeiro de 2015
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
E pronto
Quinze dias depois chegou ao fim a [primeira] fase de exames. Quinze dias de muito estudo e dedicação, que espero que tragam frutos. Agora é relaxar que o último exame é já esta tarde. E depois disso, é descansar a cabeça. Que bem preciso.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Mais preguiçosa não há
Isto da época de exames tem sempre um mau efeito em mim. Perco toda a vontade de me vestir e arranjar [é que estou tão bem de pijama]. No outro dia até saí de leggings e ténis, coisa que normalmente nunca aconteceria, a sorte é que só fui até à biblioteca. Portanto, ou até vou jantar fora [único programa admitido em tempo de estudo] e até penso no que vestir e sou capaz de me maquilhar e tudo ou então se saio para estudar ou ir fazer exames, visto a primeira coisa que me aparece, coloco BBCream na cara e estou pronta para ir. É que não há mesmo paciência para mais.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Da minha mala
Isto em tempo de aulas é mais que impossível não andar com uma mala grande, há sempre um sem fim de coisas que têm que andar comigo desde o estojo [que até um fita métrica tem], à agenda, diário gráfico, caderno, bolsa com as coisinhas essenciais de qualquer rapariga, óculos de sol, óculos de ver, carteira, chaves, enfim toda uma parafernália que se agrava quando tenho que levar o computador [aí parece que vou acampar], coisa que implica levar rato e carregador atrás. Enfim, já se percebeu que ando com o mundo às costas normalmente. Mas assim que entro de férias [ou em época de exames] a coisa muda de figura, deixo de lado as malas gigantes e ando simplesmente com uma pequenina [que só mudo se não combinar com o que visto] e nesta só anda comigo mesmo uma bolsa com os documentos, dinheiro e afins e as chaves de casa e do carro. É que nem preciso de mais nada. Sou muito mais simples nestas alturas. E gosto mesmo muito mais.
sábado, 10 de janeiro de 2015
Um ano de ti
Gosto de saber que sempre que tenho um bocadinho estás ali para mim, que te esforças para cozinhar [mesmo que eu nunca diga que está bom]. Gosto que tenhas mudado de telemóvel por minha causa e que até tenhas comprado uns tênis xpto para correr. Gosto de saber que as nossas conversas no facebook são à base das músicas que me mandas [e que eu gosto de pensar que são a nossa banda sonora] e dos destinos de viagens que eu te envio. Gosto que seja bom jantar contigo numa esplanada mesmo que esteja a chover e que me protejas do sol por causa do laser da depilação. Gosto que não sejas um chato para mim quando tenho mil coisas para fazer num dia e gosto ainda mais que queiras ajudar-me a dobrar panfletos e até a pendurar cartazes. Gosto da certeza que tenho de acordar todos os dias com uma mensagem tua e de saber que quando te ligo, nunca vai parar ao voicemail. Gosto que afastes o teu gato de mim e que me ofereças sempre um rebuçado mesmo sabendo que eu vou dizer que não. Gosto das certezas que me dás de me conheceres bem [e cada vez melhor] e do bom que é sempre que te reencontro. Gosto de saber que funcionamos em viagens e que tens paciência para ir comigo às compras. Gosto dos nossos passeios, de mãos dadas com conversas infinitas e gosto das nossas tardes frias de muita preguiça. Gosto que tenhamos uma lista [que não cumprimos] mas muitas vontades que vão acontecendo. Gosto da paciência que tens para mim e do bom que é tudo aquilo que temos construindo.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Dos saldos
Depois da passagem de ano, tive que me dedicar logo aos estudos. Agora que já vão a meio e deu para respirar e fazer uma curta pausa, fui dar uma voltinha aos saldos só para desgraçar um bocadinho a carteira.
Antes das lojas a sério já tinha feito umas compridas em modo virtual. Visto que tinha um cartão da Hollister, [e uma pessoa conhecida que ia a NY] não pude perder a oportunidade de aproveitar os saldos de lá também. Coisa pouca, só um macacão [já a pensar no Verão] e uma mala pequena [que são essas que me fazem falta].
E pronto, está mais que percebido que a Zara é a maior das minhas desgraças [que isto em Portugal poucas compras faço e esta é das poucas que vale a pena entrar para ver as modas] e agora fico-me por aqui. Voltar a concentração para os estudos e deixar o resto dos saldos para as férias entre semestres.
Antes das lojas a sério já tinha feito umas compridas em modo virtual. Visto que tinha um cartão da Hollister, [e uma pessoa conhecida que ia a NY] não pude perder a oportunidade de aproveitar os saldos de lá também. Coisa pouca, só um macacão [já a pensar no Verão] e uma mala pequena [que são essas que me fazem falta].
Ainda antes dos exames fui buscar [mais um] este vestido vermelho para a passagem de ano. Sou fã e este, com um cinto, uns colantts e botas pretas ficou perfeito.
Já na Black Friday este amigo com pêlo tinha chamado a minha atenção, mas uma coisa tão grande e tão radicalmente diferente daquilo que costumo usar assustou-me. Agora com os preços em baixo, outra vez, fui experimentar de novo e já gostei mais. Melhor, fui experimentar o modelo da secção de criança e esse sim, ficava perfeito. [mais pequeno e controlado para o meu gosto]
O azul escuro sempre foi o meu preto e faltava-me uma camisa desta cor. Depois de me apaixonar por uma da nova colecção com um preço muito em conta, mas com um decote gigante. Acabei por trazer esta que sempre foge ao formato tradicional da camisa e é mais para o balão. Nunca pensei que me ficasse tão bem.
Nesta imagem parece preta mas é azul escura como a camisa. Na minha colecção de camisolas de lã faltava assim uma escura e veio esta em tamanho extra largo para o maior dos confortos neste Inverno que ainda agora chegou.
E pronto, está mais que percebido que a Zara é a maior das minhas desgraças [que isto em Portugal poucas compras faço e esta é das poucas que vale a pena entrar para ver as modas] e agora fico-me por aqui. Voltar a concentração para os estudos e deixar o resto dos saldos para as férias entre semestres.
sábado, 3 de janeiro de 2015
quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
E assim
Me despeço deste ano, pedindo que o próximo seja simplesmente tão bom quanto este. Divirtam-se esta noite, que bem sei que todos merecemos. Até para o ano!
2014 em revista | viagens
Acho que posso dizer que este foi o ano em que mais viajei em toda a minha vida [e eu não sou assim tão velha], vamos lá relembrar todos os sítios por onde passei.
Inglaterra
Inglaterra
Londres
Oxford
Bibury
Windsor
Holanda
Amsterdão
Utrech
Roterdão
França
Marselha
Cannes
Nice
Mónaco
Estados Unidos
Cape Cod
Boston
Nova Iorque
Bélgica
Leuven
Bruges
Gent
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
2014 em revista | edifícios importantes
Já que estamos numa de arquitectura, e eu como estudante interessada, gosto de visitar obras de referencia. Aqui ficam algumas vistas este ano.
Torre do Siza em Roterdão.
Schroder House em Utrech.
Casa Serralves, Museu Serralves e as obras de referência que o Siza fez no Porto: Casa de Chá, Piscina das Marés, Bairro da Bouça, Clube de Ténis, Faculdade de Arquitectura.
Casino de Monte Carlo no Mónaco. Do mesmo arquitecto que fez a Ópera de Paris.
Seagrams Building do Mies van der Rohe em Nova Iorque.
E possivelmente a que mais gostei, Guggenheim Museum do Frank Lloyd Wright em Nova Iorque.
2014 em revista | conferências
Isto para muitos pode não querer dizer nada, mas para mim, que estudo arquitectura, é bastante. Em três meses, vi os três Pritzkers da Península Ibérica, dois deles portugueses.
Rafael Moneo, na inauguração da sua exposição no CCB. Esperava-se muito, mas foi uma autêntica seca. Mas está visto e só é preciso uma vez.
Souto de Moura no Instituto Superior Técnico.
Não vi muito da conferência [é o que dá estar na organização] mas do que deu para ver é um senhor muito divertido. E simpático, que no fim tirou uma foto com a equipa.
Siza Vieira na Fundação Calouste Gulbenkian.
Um amor de pessoa, daquelas que podíamos estar horas e horas a ouvir, até tivemos direito a autógrafos e tudo.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
2014 em revista
Não me costuma das para estas coisas, mas este foi um ano tão, mas tão bom, que acho que vale ser relembrado [em versão lista] aqui pelo blog. Além de ter começado a namorar com um rapaz para lá de espectacular, viajei imenso, cumpri os meus objectivos em relação à faculdade [fartei-me de estudar, caramba!] e acho que fiz por ser uma melhor pessoa, todos os dias [apesar de ainda ter uns ataques do demónio], reacendeu-se a minha paixão pelas compras e com isso enchi mais os meus armários, mas também aumentei a minha biblioteca arquitectónica, tanto com livros como com obras vistas. O que quero para o próximo ano, os meus objectivos e tudo aquilo que quero melhorar, ficam para mim, na minha lista que faço questão de ir revendo ao longo do ano, até neste aspecto, em 2014 cumpri mais do que alguma vez. Mas agora ficam-nos pelo melhor que este ano me trouxe, começamos então, pelos concertos.
Este foi para mim, sem dúvida, o ano dos concertos portugueses. Antes disso [e já tarde] comecei com o Rock in Rio, seguindo-se uma data de coisas boas.
Este foi para mim, sem dúvida, o ano dos concertos portugueses. Antes disso [e já tarde] comecei com o Rock in Rio, seguindo-se uma data de coisas boas.
Robbie Williams, um concerto para lá de engraçado.
Seguido da Ivete Sangalo, gosto sempre de matar saudades.
António Zambujo na Praça do Municipio.
Incrível como à minha volta eu era a única a saber decor as musicas deste senhor.
Tiago Bettencourt no Casino Estoril.
Deixem o Pimba em Paz no Coliseu dos Recreios. O concerto mais divertido de sempre.
Para repetir, de certeza.
Miguel Araújo no CCB.
Outro concerto que adorei, saber todas as musicas decor também ajuda.
Jorge Palma no CCB.
Concerto com o namorado e um óptimo concerto, mesmo com os enganos que a bebida traz.































