sábado, 23 de maio de 2015

Com a cabeça no que realmente importa

Esta semana andei com a cabeça mergulhada em projecto. A entrega final é já na segunda-feira e como é costume, tive muito trabalho para fazer nestes últimos dias. Acrescentando ainda a logística da exposição que vamos fazer e a encomenda e pagamentos dos materiais necessários e afins. Toda uma quantidade de coisas que não deram para parar nem um bocadinho. No entanto, nas aulas em que ainda fui e perdida nos pensamentos do que tinha ainda para fazer lá me lembrei de que havendo uma exposição com inauguração pomposa e jantar a seguir, tinha que ter uma roupa especial para a ocasião e lá me pus eu à procura de vestidos. Nada muito formal, mas também não a roupa casual de todos os dias. E sim, ainda nem entreguei o projecto, ainda nem há lugar e data definida para a tal exposição mas a roupa já está escolhida. Um vestido comprido e vermelho para juntar à colecção. E claro que também já pus as minhas colegas a pensar no mesmo. Pelo menos nos momentos de pausa.

domingo, 17 de maio de 2015

Vamos lá

Dizem que o fim de semana esteve bom, com muito sol e calor, mas eu só aproveitei a noite de ontem (que estava para lá de fantástica), de resto estive dedicada ao trabalho. É que nem me custou nada, basta gostar do que se está a fazer e saber que o objectivo final está mesmo quase aí. Pensar que já só faltam duas semanas para nunca mais ter aulas no Técnico também ajuda muito. Tudo em bom, portanto. E vá, mesmo sabendo que ainda tenho muito trabalho para fazer, estou tranquila. Porque tenho a certeza que o vou conseguir fazer. Consigo sempre.

Há coisas fantásticas


Acho que já por aqui falei de um creme destes mas agora que voltei a comprar, voltei a ficar maravilhada. Acho mesmo que isto foi uma das melhores invenções dos últimos tempos. Sim, adoro por creme e ficar toda cheirosa mas este que se aplica no banho é perfeito para usar no Inverno. Pelo menos para mim, já que sou uma mega friorenta e quando saio do banho o meu único objectivo é vestir-me o mais rapidamente possível. Também acho que dá bastante jeito quando se toma banho de manhã, despacha-se a hidratação logo no banho e já não precisamos de ficar todas lambuzadas e sem nos conseguirmos vestir por causa dos cremes. Eu cá estou a maior fã, logo eu que preciso de hidratação aos montes e sou a maior das preguiçosas. Agora no verão até pode ficar de lado, mas no próximo Inverno cheira-me que vai ser o meu melhor amigo.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Do Erasmus


No ano passado, no calor do momento e na possibilidade de o fazer, inscrevi-me em Erasmus. A minha média não era nada de jeito e eu sabia que só entraria no Brasil. Coisa que chegou a acontecer, fui seleccionada para a Faculdade de Arquitectura de São Paulo. Pensei muito nisso e decidi não ir. Tinha cadeiras para trás que queria fazer em época especial, tinha três [curtos] meses para organizar a minha vida e mudar-me durante um ano [um ano!] para a outro lado do oceano Atlântico e para uma cidade que é só o caos total. Não estava pronta para tal aventura e como se pode perceber, não fui. Desisti e dei a vaga a outro que queria mais que eu. Ao longo deste ano comprovei que foi a melhor decisão que podia ter tomado, pelas confusões que se passam naquela cidade, pelas greves constantes e mais do que pelo que não tive que passar, não me arrependo por aquilo que vivi estando cá, tive um verão de loucos [nunca tinha viajado tanto] e este ano está a ser fantástico, tanto em termos escolares como no resto. Não perdi mesmo nada por não ter ido e cada vez tenho mais noção do quão não estava preparada para ir. Por outro lado, ao longo deste ano, fui maturando a ideia de ir de Erasmus, agora para a Europa, agora para o país que quero conhecer desde sempre e que nunca fui, agora uma escolha minha e não a minha única opção. Este ano lá me candidatei muito mais convicta do que estava a fazer, escolhi aquilo que queria e, apesar, de não ter entrado na minha primeira opção, entrei na segunda. Uma melhor. Uma cidade mais calma para se viver, com mil coisas fantásticas para ver à volta, uma universidade melhor e cadeiras que me interessam para aquilo que vou querer fazer um dia. Agora sim, tudo bate certo para eu realmente ir. Não consigo se quer, pensar nas partes mais difíceis desta experiência [as saudades, o não conhecer ninguém, o estar num sítio que me é estranho], só consigo pensar nas coisas boas e nos mil planos que tenho para o semestre que lá vou estar. Em Milão. No país que sempre quis conhecer e que agora vou ter a melhor das oportunidades para o fazer. Agora é a sério, agora vou mesmo. Amanhã já vou entregar a papelada toda e torna-se mais que oficial a minha ida. Depois é aguentar-me mais duas semanas no Técnico, a época de exames e a época especial. Aproveitar Agosto da melhor maneira. Organizar-me e partir. No fim de Setembro vou partir e sei que vai ser fantástico. Mais não seja porque agora sei que estou preparada e sinto que tudo vai correr bem. Porque tem que correr. Isto porque, o que tem que ser tem MESMO muita força.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Trabalhar em casa


Passar a quinta-feira livre em casa [inédito], a trabalhar. Sempre é melhor do que passar o dia no Técnico. É verdade que estou sempre a trabalhar lá por causa dos trabalhos de grupo, mas também é verdade que em casa sou muito mais produtiva e fico menos cansada. Sabe bem acordar sem o despertador, tomar o pequeno almoço sem pressas e só a seguir ligar o computador para me dedicar ao trabalho. Trabalhar em silêncio ou a ouvir o que quero é, realmente, outra coisa. E este ambiente tranquilo também me proporciona a concentração, e que bom que é não ouvir [nem me meter em] mil conversas cruzadas nem me lembrar que o Facebook existe. Assim sim, consigo trabalhar como deve ser. Só que na maior parte dos dias não dá, os trabalhos são de grupo e dependemos uns dos outros, tornando estes dias a excepção [que já foram a regra]. Por hoje, soube bem [e rendeu], amanhã logo volto ao campo de batalha. São só mais três semanas.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Da exigência

Sempre fui muito exigente comigo. Sempre quis o melhor, sempre me esforcei para o conseguir. Nunca me fiquei pelos mínimos e dei o máximo de mim pelo melhor que eu tenho e sou. Isto tudo, até chegar à faculdade. Agora faço o que tem que ser feito, da maneira mais fácil e sem grandes invenções. Faço o melhor que sei, da melhor maneira que consigo mas já não me esforço para melhorar aquilo que já é suficiente. E tento perceber o porquê e não sei se consigo. As disciplinas são muitas, os trabalhos também e não sei se é o este corre corre, o "não temos tempo para tudo", que me tira o fôlego e a animação. Bem que também não tenho tempo para mais. Com tanto que fazer é preciso uma estratégia. Organizar, decidir e produzir. Da maneira mais eficiente possível e no tempo que temos disponível, mas a verdade é que sei que podia sempre mais. Parece que tudo fica aquém das expectativas e que afinal, sou eu quem não tem noção do que é realmente exigido. Sei que é muito e tento fazer por isso, mesmo fazendo tudo o que é pedido e a tempo e horas [e com boas notas] parece sempre que alguém consegue mais e melhor [talvez todos os outros achem o mesmo]. E têm tantas coisas para fazer como eu, assim como sabem tanto quanto eu. Não sei se fui eu, que perdi o sentido critico e agora só quero despachar o que tenho para fazer ou se ando realmente a ficar para trás. O método é bom, que sei que é, pois até agora resultou, mas pode sempre ser melhorado para ter o melhor que eu sei que consigo. Só me falta a disponibilidade temporal e mental para conseguir tudo isso. Quero comprovar isto a mim mesma. E é já nas últimas entregas que estão a chegar.

sábado, 2 de maio de 2015

Não há paciência

Para os blog de moda que crescem por essa blogosfera fora, como se fossem cogumelos. É miúdas e mais miúdas com os seus 18 anos, que agora têm como sonho ter um blog e pronto, andam para aí mil iguais. Todos a falarem do mesmo, com as mesmas dicas [que não são nada de especial], com muitos erros ortográficos e com coordenados que não passam de peças da Zara. Isto realmente faz-me aflição. As pessoas ainda não perceberam, que não nasceram todas para ter um blog de moda [por mais roupa que tenham no armário] e mais um blog igual a tantos outros não faz diferença neste mundo. E que ninguém quer saber das suas vidas, muito pouco interessantes. Sou má ao falar assim mas é o que eu realmente acho. Para mim também era muito fácil começar agora a fotografar a minha roupa [haja paciência] e começar por aqui a mostrar conjuntos iguais a tantos outros, também poderia dar dicas de tudo e mais alguma coisa e mostrar fotos de todos os restaurantes onde vou. Isto porque, na verdade, a minha vida não tem interesse para ninguém e muito menos tenho eu tempo [e vontade] para partilhar tudo com toda a gente. Sim, este blog podia ter mais seguidores e ser conhecido, pelo menos, pelos meus conhecidos. Mas sou eu que não quero isso, estou muito bem assim. Com o meu pequeno blog onde ainda tenho toda a liberdade para escrever o que quiser, quando quiser. Porque na verdade, só poucas pessoas que vêm aqui é que sabem quem realmente sou. Hoje estou mesmo chateada com isto.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Das saias


Quando era miúda vestia de tudo, saias, calções, vestidos. Até que cheguei a uma altura qualquer em que só era capaz de usar calças [todas passamos por isso, não?], uns anos mais tarde lá comecei a voltar aos vestidos e a verdade é que agora tenho imensos. Só que as saias, continuo a ter problemas com elas, não consigo arranjar nenhuma que me sinta bem [também não faço muito por isso] e a única que uso, imagine-se, era um vestido que tirei a parte de cima. Vou usando os vestidos com camisolas e tal e até parece que ando de saia, mas é tudo engano. Não sei que trauma é este mas não consigo. Pode ser que um dia destes arranje a tal.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Eu e as greves

Ando de metro todos os dias e cada vez me irritam mais estas greves atrás de greves. Ainda ontem, dia em que ia comprar o passe, saltou-me um grito de irritação quando soube que ia haver greve hoje. É que já não há paciência! Ou uma pessoa falta às aulas ou paga balúrdios de parquímetro [sem falar da gasolina] por causa destes senhores que teimam em afectar a vida de meio mundo só porque acham que se devem revoltar [bem que têm o seu direito, mas não a cada cinco minutos]. Acho mesmo que a liberdade de uns acaba onde a dos outros começa e estas greves atrás de greves, tiram a liberdade de uns para os outros terem em demasia. Se querem mesmo afectar alguém, que afectem a empresa, deixando durante um mês os torniquetes abertos. Assim a população continua a usar os transportes, não paga passe e afecta-se o Estado na mesma com a falta de lucro e consequente despesa. Não sei, acho mesmo que deviam inovar no que toca a revolta. Que eu, pelo menos, já estou farta de greves dia sim, dia não.

sábado, 25 de abril de 2015

O primeiro não

Estou no primeiro ano do ciclo de mestrado e, pela primeira vez, tentei candidatar-me a um estágio de verão. Uma coisa mesmo em grande. A candidatura ainda deu algum trabalho, desde currículo e carta de motivação em inglês mais duas cartas de recomendação. No fim, sabia que até tinha uma boa candidatura. Não sou a pessoa com o melhor currículo da minha turma, mas já tenho um currículo bem composto, achei que se calhar até tinha possibilidades. Enviei a candidatura e fiquei nervosa. Pensei em como seria fantástico passar o mês de Agosto a trabalhar em Nova Iorque. Sonhei muito enquanto esperava, apesar de saber que não tinha grandes possibilidades de ser escolhida. E não fui. No outro dia recebi os resultados, vi que tinha um email e fiquei nervosa. Abri e a resposta negativa estava ali. Fiquei triste, apesar de já estar à espera desse mesmo resultado [mas não custa nada sonhar, pois não?]. E assim recebi o meu primeiro não e fez-me bem. Ao menos esta candidatura já me serviu para tratar do meu currículo e pôr em ordem todas as coisas que já fiz. E ao menos já passei pela experiência do não. Coisa que sei que vai acontecer muito quando acabar o curso. Agora é lutar contra isso.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Bloco de notas


Acho que uma excelente maneira de organizar as ideias e os pensamentos é escrevendo-os. Nunca tive o hábito de escrever num diário, mas sempre que tive alturas na minha vida em que tive que pensar mais em alguma coisa, recorri ao papel. Sabe-me bem descrever ponto por ponto, analisar e chegar a conclusões. Cada vez acho mais que este devia ser um exercício diário para não me esquecer de certas coisas e para organizar os meus pensamentos. Pois que acho que cada vez tenho menos tempo para pensar, para organizar a minha cabeça, para ser critica. Continuo a ter as minhas opiniões e ideais mas parece que tudo se encontra baralhado dentro de mim. Vou tentar fazer este exercício, se não conseguir diariamente, ao menos com alguma regularidade. Porque há coisas que me tenho que obrigar a pensar sobre elas e outras que preciso de organizar cá dentro. Por mim.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Divagações [a pensar em ti]

No outro dia, numa mesa de café rodeada por raparigas, falamos de autoestima. E muito sinceramente, na minha cabecinha eu achava que isto era um problema da adolescência que ia passando com o tempo até atingir um ponto relativamente normal, isto é, também não vamos achar que somos a batata mais especial do pacote. Isto porque, comigo foi assim, gradualmente, os mil problemas e questões que surgiam na minha cabeça foram-se dissipando. Sempre fui super insegura, nunca acreditei nas minhas capacidades, chorava antes de cada teste, achava que não ia passar, estive nos dois primeiros anos de liceu a achar que nunca iria entrar no Técnico. Até que a vida me provou o contrário, sempre tive boas notas, sempre fui boa aluna e, efectivamente, entrei na faculdade que queria. Claro que agora, as notas não são tão boas e as dificuldades são mais que muitas, claro que também no inicio foi muito mais complicado e fui aprendendo a lidar com a vida académica. Já não fico stressada antes das entregas e aprendi a relativizar o facto de uma ou outra cadeira terem ficado para trás. Basicamente, já não sou tão boa mas aprendi a lidar com isso, organizei-me e faço o melhor que posso e sei e apesar deste caminho não ser tão fácil quanto isso, tenho a certeza que vou acabar este curso no tempo certo. Enfim, uma pessoa vai crescendo e aprendendo. Também sempre fui bastante tímida e selectiva nas minhas amizades, nunca dei confiança a muita gente nem fui a pessoa mais social de sempre. E sim, já tive problemas por achar que tinha poucos amigos. Até que percebi que tenho os que tinha que ter, tenho na minha vida as pessoas que escolhi e para as quais acho que o meu tempo vale a pena ser gasto. E isso é um problema? Claro que não. Posso não ter muitos amigos, mas caramba, os que tenho sei que gostam mesmo de mim. E são mais que suficientes, agora já nem tenho é tempo para todos! E em relação ao meu corpo, o quanto eu já fui traumatizada por achar que tinha o rabo grande demais para as mamas que tenho. Pronto, até posso não ser a pessoa mais proporcional à face da terra, mas sou eu quem tem que viver todos os dias com o meu corpo e ou habituo-me a ele [coisa que já aconteceu] ou faço por o mudar drasticamente [necessidade que não chegou a acontecer]. Também podia ser um bocadinho mais magra e há alturas em que me preocupo bastante com isso, mas quer dizer, se eu não gosto de me mexer e se as minhas dietas [comer sempre bem, vá] nunca fazem com que o meu peso desça, para que me vou preocupar com isso? Sinto-me bem comigo e prefiro comer normalmente e coisas que gosto muito [mas não fazem assim tão bem] de vez em quando, do que andar sempre preocupado com o que enfio na goela e com os números que aparecem na balança. Enfim, estes são alguns dos exemplos, dos dramas que já se passaram na minha cabeça, mas como em tudo, uma pessoa vai crescendo e as coisas mudam. Aprendemos a viver com elas, a minimizar certos aspectos, a ter mais em conta outros, a lidar com determinadas situações. A bem da verdade, se eu continuasse a chorar e a ter ataques de nervos a cada entrega, se vivesse preocupada com o que como e com o peso que tenho que perder, se fosse muito triste por achar que não tinha amigos... Já estava mais que deprimida! E nunca iria, conseguir andar para a frente. Isto já vai longo, mais pegando novamente na questão inicial. Eu, nos meus tenros vinte anos, sou bastante bem resolvida comigo mesma, apesar de continuar a ter os meus dramas, como toda a gente. Acho mesmo que é uma questão de tempo até nos começarmos a sentir melhor connosco próprios, em todos os aspectos. Se calhar uns, são menos rápidos que outros, mas acaba sempre por acontecer, acabamos sempre por aprender a viver connosco. Mal de nós se ficássemos uma vida inteira preocupados com estes pormenores.

domingo, 12 de abril de 2015

Resumo


O fim de semana não podia ter começado da melhor maneira. Um jantar só de miúdas, em que se pôs a conversa em dia [mesmo, mesmo toda], num restaurante calmo. É daqueles jantares que não podem acontecer com a maior regularidade do mundo [dada a distância que nos separa] mas em termos de qualidade são sempre, sempre super. Adorei e só tenho mesmo pena de não já não termos a mesma disponibilidade para estas coisas, mas, afinal, é só sinal de que estamos crescidas. O sábado foi passado fora de casa, mais ou menos a aproveitar o sol que esteve e no fim do dia, a maior das confusões na zona da FIL para ir ver os carros antigos que por lá estavam [não foi lá grande ideia, dada a confusão, mas estava engraçado]. Hoje o dia começou cedo, a discutir projecto e até que foi bastante produtivo. Um almoço em casa do namorado e segui para casa para continuar a trabalhar. Tudo feito e organizado para a semana que vem aí. A agenda já está em dia, o dossier actualizado e o meu armário arrumado. Um banho relaxante para acabar o dia, muito creme com cheiro a flores, uma compra online [pequenina e a chamar o verão] e agora, depois de um jantar mega calórico, vou acabar o descanso com o novo episódio da Anatomia de Grey. Já que durante a semana só ando a ver a novela. Enquanto janto.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Era pior se fosse pelo motivo oposto


Pois que fui à dermatologista e uma das minhas queixas era umas mini borbulhas [que ninguém vê] que de vez em quando aparecem nas minhas mãos, sem eu perceber o porque. A resposta foi simplesmente que eu tinha as mãos secas por as lavar de mais! Ora bem, tenho que começar a ser mais porquinha e a lavar menos vezes as mãos, isso e aplicar milhões de vezes por dia creme. Vamos lá ver se consigo fazer isto, que um dos motivos para lavar tantos as mãos, é ter muitas vezes vontade de ir fazer chichi. Se calhar a solução mesmo, é deixar de beber água. Ai que vida a minha.

terça-feira, 7 de abril de 2015

Por qualquer coisa maior

Ontem fui capaz de estar no Colombo e de não entrar em nenhuma loja de roupa. Devo estar louca. Era o que pensaria eu há uns tempos, mas parece que a vontade de fazer compras e principalmente de estar enfiada em lojas, passou-me. E ainda bem. Não há nada que eu precise efectivamente e não me faz mal nenhum dar uma folga à carteira [que se quer cheia] e ao armário [que está a abarrotar]. Um bocado aqui e outro ali podem dar para uma coisa muito maior, do que mais uma peça de roupa para a colecção. E daqui, até Setembro, o objectivo está mais que definido. Poupar. É a palavra de ordem. Para depois ter um último semestre de aulas em grande, com muito, muito passeio. Às vezes, mesmo sem ser preciso ou termos que fazer muito por isso, abdicamos de pequenas coisas por outras maiores. E este é o caso. Porque os sonhos, são muito maiores do que algum closet que algum dia poderei ter.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Destas [mini] férias

Nem sei se posso chamar a cinco dias úteis, em semanas diferentes, de férias, mas foi isto que o Técnico me deu. E eu aproveitei. Ainda tenho que trabalhar, porque muitos trabalhos estão com as datas de entrega mesmo aí, mas a vontade para mexer no computador para fazer mais alguma coisa do que ver séries, é mesmo muito pouca. Nos entretantos, já fiz passeios culturais e de preguiça. Até fui à praia [coisa que para mim é loucura, em Abril] e senti-me por umas horas, tão desligada do mundo, que achava que já era verão e não tinha que me preocupar com nada. Vi séries deitada na cama como se essa fosse a minha maior preocupação. Tive um almoço com direito a muito sol e pés na água da piscina e outro almoço cá em casa com direito a muito chocolate. Já comi e coleccionei doces para um ano inteiro. Estive com as amigas e conversei até às tantas, estive com o namorado e preguicei até mais não. Parecendo que não, foram poucos dias mas foram mais que bem aproveitados [fiz tanta, tanta coisa] e agora há mais dois mas já com algum trabalho pelo meio. É verdade, o planeta Técnico chama por mim e eu, lá tenho que ir. Esta vida é difícil mas foi a que eu escolhi e está quase, quase, a chegar ao fim. Iupi!

segunda-feira, 30 de março de 2015

Acordar cansada

É segunda-feira. No fim de semana passeei, descansei, pus as séries em dia. E mesmo assim hoje acordei cansada. O semestre ainda não vai a meio e eu já acuso cansaço extremo. Ainda mais cansada fico só de pensar no que ainda falta fazer - duas entregas de projecto, dois trabalhos de planeamento urbano, dois trabalhos de gestão da construção, um relatório de teoria da conservação e do restauro, mais quatro trabalhos de redes e instalações - ufa! E já imenso fiz eu, neste mês e meio de aulas. O quarto ano é intenso, os trabalhos de grupo são muitos, a disciplina e a organização têm que ser exigentes e no fundo, toda a nossa vida será isto. E onde vou eu buscar forças para tanto? Já fiz uma "actividade extracurricular", já tive trabalho numa candidatura para um estágio de verão e ainda falta preparar tudo para o que o próximo semestre fora me vai trazer. Tudo isto a juntar ao resto, família, amigos e namorado. Toda uma parafernália de coisas e dois meses para tratar de tudo. Até parece que me estou a queixar mas estou só a constatar o que a minha vida é neste momento [e que gosto mesmo muito], apesar da força que me começa a faltar. O que vale [mesmo, mesmo] é que vêm aí uns dias de descanso [sim, nem lhes posso chamar férias da Páscoa]. A ver se me recomponho. Pode ser que os ovos de chocolate me ajudem a ganhar um novo alento.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Pontas soltas

Estou farta deste tempo porque já não sei que combinações fazer [apesar de adorar a minha roupa de Inverno].

Estou muito animada com o que aí vem, tanto das certezas como das incertezas [que a sorte esteja do meu lado].

A minha cabeça anda a mil, com planos, ideias e coisas e mais coisas.

Estou cansada dos trabalhos de seca que ando a fazer esta semana [a pausa de Projecto não foi assim tão boa ideia].

Queria ler mais, mas só tenho tempo no metro.

Ando com desejos de chá.

Tenho cada vez mais sono e a minha lista de coisas para fazer está cada vez maior.

sábado, 21 de março de 2015

Mais varandas, menos marquises


O curso de arquitectura transforma o nosso gosto e transforma-nos nuns pindéricos de noções apuradas. Posso dizer que ganhei uns certos ódios e uns certos amores, desde que entrei para o Técnico, dado que os arquitectos acabam sempre por detestar e amar as mesmas coisas [apesar de que todos os que passaram por mim foram muito diferentes] e parecendo que não, isto acaba por ir formatando as nossas ideias, com mais ou menos razões. Um dos ódios em comum entre todos é o caso das marquises, porque desformam a ideia inicial do edifício e principalmente porque criam espaços no interior não propriamente confortáveis [muito quentes no verão e muito frios no inverno]. E isto, ouvido, repetidas vezes, faz com que deixemos de gostar delas, mesmo que antes nunca nos tenhamos posto a pensar se são bonitas ou não. E com tanta critica, ao longo destes quatro anos, lá fui tomando atenção aos edifícios [sim, também deixamos de dizer prédios] e reparando no quanto uma marquise pode estragar, que isto se existem varandas é com uma determinada função e querer adicionar espaço ao interior quando este devia ser exterior, acaba sempre por dar em coisa feia. E agora, apareceu esta campanha do IKEA que me pôs um sorriso na cara. O comum normal [não arquitecto] até pode não perceber a lógica por trás desta campanha, mas eu cá gosto da, pelo menos, tentativa, de sensibilizar as pessoas a desistirem de ter a sua marquise. Ficava logo tudo mais bonito e os arquitectos, mais felizes. E sem saberem o porque, as pessoas lá iam ficar com a casa menos fria no inverno e menos quente no verão. E o espaço de arrumações até podia deixar de existir, mas haverá lá coisa melhor do que tomar o pequeno almoço numa varanda com sol. Vamos lá acabar com estes estafermos.

quarta-feira, 18 de março de 2015

O dia de ontem

Foi bom. Cheio de emoções. E com a cabeça aos pulos. Mal consegui trabalhar. Os resultados que mudam a minha vida no próximo semestre chegaram e não podia ter ficado mais contente [apesar da decepção inicial por não ter ficado na primeira opção]. Mais uma conversa, mais decisões tomadas. A vida organizada. E a certeza de que apesar de nem tudo ser 100% como queria, o futuro, vai levar-me onde tenho que ir, tendo a certeza que é o melhor para mim [mesmo que não tenha visto isso antes]. E esta sensação de ter tudo encaminhado, exactamente como deve ser e como quero [há muito tempo] provam que, apesar de tudo, estou no sítio certo. Está tudo certo.

segunda-feira, 16 de março de 2015

A cumprir

Quero sempre ler mais. Desde que entrei para a faculdade, sinto que deixei de ler, mais de metade dos livros que lia [o computador também não ajuda] e que agarrada que eu era. No inicio de cada ano meto sempre na cabeça que vou voltar a ler mais mas nunca chega mesmo a acontecer, lá compro um livro outro mas agora, ler a sério é só mesmo nas férias do verão [e mesmo assim tenho uns por acabar]. No entanto parece que este ano as coisas estão diferentes, vamos a meio do terceiro mês de 2015 e eu já consegui ler dois livros. Tudo coisas light que a cabeça não dá para mais. Um na semana de férias entre exames [o último da Pipoca] e agora desde que começaram as aulas, nas viagens de metro, um sobre os nossos amigos bifes [a falar mal, claro]. Pois que com a cabeça cheia de matéria e mil coisas para saber, não me consigo dedicar a leituras mais profundas, mas ao menos já ando a ler. É qualquer coisa. Ontem até comprei um livro novo para ver se não me desmotivo nestas coisas das leituras. Para já, para já, até está a correr bem.

Modas


Esta nova moda agora das bandanas [bandanas o quê? são lenços mesmo!] irrita-me um bocado. Bem sei que as modas são cíclicas mas não sei se no meu tempo [não que seja velha, mas quando era miúda] isto era moda, ou só uma coisa que existia. Ora bem, quando vejo uma qualquer rapariga com isto, seja no pescoço, na cabeça ou como for, só me lembro de mim, em miúda, na praia, com um lenço destes, à pirata, na cabeça para não apanhar sol. Isto porque eu sempre tive aversão aos chapéus. Vá, estes lenços até são giros e penso que recordam muitas infâncias, mas a sua única utilização aceitável, para mim, é só mesmo como fita no cabelo e preferencialmente na praia. Isto às vezes sai com cada moda, que me dá uma certa aflição e este nem consigo explicar bem o porquê. Só se é mesmo dos apertos que levava na cabeça para aquilo ficar bem preso. E eu com um ar terrível.

domingo, 15 de março de 2015

Do fim de semana


Gosto muito daqueles fins de semana em que depois de tomar o pequeno almoço, volto para a cama, das tardes passadas no sofá a ver séries e filmes, com passeios ao fim do dia e cafés para pôr a conversa em dia à noite. Enfim, aqueles dias de pura ronha e preguiça que sabem tão bem depois de uma semana atribulada. Por outro lado, acho que sabe ainda melhor um fim de semana activo, em que começamos a fazer as tarefas da nossa lista logo depois de acordar e que só paramos antes de jantar. Para mim não há melhor satisfação do que ver uma lista de afazeres completa de uma ponta à outra, mesmo que isso implique fazer uma imensidão de coisas nos dias de descanso e nem parar para ver [mais não seja] a série preferida. Este fim de semana foi assim, muito trabalho [com entrega à vista], organização, planeamentos e tarefas completas, além de jantares com o namorado e hoje uma sessão de televisão e sofá para acabar bem este Domingo, isso já depois do habitual banho relaxante que me sabe tão bem. Não estou fresca e revigorada como começo outras tantas semanas, mas estou satisfeita com a sensação de deveres cumpridos. Os meus.

quarta-feira, 11 de março de 2015

Aviso à tripulação

Sim, chegou o bom tempo e que bom que é sair de casa e estar sol. Agora vamos lá ver, eu fico confusa quando vejo uma pessoa com um casacão vestido e ao lado outra de t-shirt. Será que as pessoas perderam a noção de que existe um intermédio, uma meia estação e que esta altura do ano chama-se Primavera e não Verão? [a bem da verdade ainda não chegamos lá, faltam uns dias]. É que parece que só existem extremos, preto e branco, isto é, ou está muito frio ou está muito calor. Mas quer dizer, isto anda meio mundo enganado e precisa de ser avisado! Sim, está a chegar a Primavera, altura de temperaturas amenas. Podem então agora sair de casa só de camisa, blusa, uma camisola mais leve e com um simples casaco de malha, já se pode usar vestidos e calções mas com collants [ainda não chegou a hora de andar com a pernoca à mostra] e pasmem-se, chegou a altura de andar com ténis e botins! Ora bem, espero ter ajudado muita gente que já anda para aí de tshirts, dedinhos dos pés à mostra e perninhas a acompanhar, tenham lá calma que esse tempo há-de chegar. Eu só me pergunto se já se vestem assim agora o que vestirão quando fizer calor a sério? Pronto, espero ter ajudado as almas mais baralhadas. Sempre às ordens.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Devo estar louca

Depois de um Verão em que fiz imensas compras e de uma época de saldos, bastante produtiva também, fiquei completamente farta de entrar em lojas e olhar para trapos. Nem parece meu mas é verdade. Cansei-me. Não sei porquê mas ainda bem. É da maneira que começo efectivamente a poupar, visto que nunca mas mesmo nunca o consigo fazer. Pode ser que agora comece a resultar. Mais não seja para chegar à próxima época de saldos [coisa que já não vais existir, agora só promoções] com um orçamento razoável. Isso ou para os planos do futuro que estão pendentes até saírem os resultados. E há tantas coisas que quero para os próximos tempos, que roupa, é mesmo a menor das minhas preocupações. Vamos lá ver até quando.

domingo, 8 de março de 2015

It's all about Grey


No inicio desta temporada, o anúncio era este - This season, is all about Grey - e foi. Nos primeiros episódios. Toda uma chatice, parecia uma miúda de 15 anos, coisa que na verdade, depois de já tanto lhe ter acontecido, devia era dar-lhe muito menos para o drama. Enfim. Uma pessoa agora nem sabe se o Sheperd volta ou não [não bastava já termos perdido os outros bonitões todos?] e nos últimos episódios, Grey é coisa que nem se vê. Aparece sempre, por vezes uns meros segundos, parece que virou personagem secundária. E agora é mais, all about April ou Herman. Será por a vida da Meredith ao fim destes anos todos já não ter assim tanta piada? Não sei. Esta é a minha série preferida, há anos e anos e apesar de já não ser tão boa como era, não consigo deixar de ver um episódio que seja. E essa hora, é sagrada. Nada me chateia. E continuo a gostar, e muito, desta espécie de ritual. Mas que a Grey devia ganhar vida novamente, lá isso devia. Nem que seja com o regresso do marido.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Desta semana

Esta semana passou a correr, cheia de trabalho, parece que só saí do Técnico para dormir. E esta sensação, depois de pensar bem, acho que comprova a realidade. Já ando estoirada e a adormecer mal caio à cama. E esta é só a segunda semana de aulas. Nem vale a pena pensar nisso. Agora vou é aproveitar estes dois dias para descansar, apesar de haver algum trabalho que tem que ser feito, vou tentar ao máximo afastar-me daquele Instituto [bicho do demónio!] é que se assim não for ao fim de um mês e com a primeira entrega, morro e nunca mais me levanto. O que vale é  que apesar de muito trabalhoso, este semestre também tem muito de interessantes. E já faz sol.

terça-feira, 3 de março de 2015

Por falar em iPhones

Lembro-me bem quando recebi o meu primeiro iPhone, ainda estava no 9º ano e este ainda nem tinha chegado a Portugal. Veio directamente dos Estados Unidos para mim e no fundo, eu era especial, ou a diferente, vá. Com o passar do tempo e já no secundário, ninguém achava estranho eu ter mas também mais ninguém tinha. Isto é, até que cheguei à faculdade e tudo mudou! Agora quase nenhum dos meus colegas NÃO tem um iPhone e até podiam ser modelos mais atrasados ou mesmo o mais recente mas não acabadinho de chegar às lojas, isto é, os dois que tive a seguir ao primeiro sairam em Setembro e eu recebi no Natal e agora, parece que mal sai um novo, vejo toda a gente com ele! Bem sei que desde que este apareceu, o mundo mudou completamente e já se passaram uns bons anos desde a novidade extraordinária, mas não deixa de ser estranho agora ver toda a gente com o mesmo telemóvel, quando antes era estranho alguém ter um igual. Agora estranho é alguém que não tenha um... e vá, apesar dos toques de chamada serem todos iguais também [que isto, já ninguém perder tempo a ver os diferentes toques do seu telemóvel] ao menos existem milhões de capas diferentes para os diferenciar. Onde é que isto vai parar a seguir?

segunda-feira, 2 de março de 2015

Meu querido iPhone


Se  há coisa que eu gosto mesmo, mesmo muito é do meu telemóvel. Já não sei viver sem ele, pode parecer cliché, mas sete anos disto criam mesmo habituação. E depois de usar um sistema tão simples e intuitivo como é que uma pessoa pode querer alguma coisa diferente? Para mim não dá mesmo, já não sei funcionar com um que não seja iPhone, até posso ser uma tonta mas já são demasiados anos disto para agora mudar. O problema dá-se mesmo quando sou obrigada a viver sem ele, desde que tenho este modelo [já vai para dois anos] nunca tive problemas e nunca tive que o deixar na loja como aconteceu [demasiadas vezes] com o anterior, mas agora a bateria já estava mais que morta, afinal, até vim a descobrir que desde a nascença que não era boa [problema de fabrico] e foi para a loja para ser trocada. Lá terei eu que aguentar com um outro que até é touch, mas não é a mesma coisa. Nem me afecta não puder ir à Internet, acho que este não estar sempre online até me faz bem, mas o nem conseguir escrever uma mensagem de jeito neste telemóvel de substituição, dá-me uns nervos imensos. Enfim, se já aguentei três dias não hão-de ser mais um ou dois que vão fazer diferença. E este não receber informação constante até que me faz bem aos neurónios. Mas mesmo assim...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Deste dia

É quase certo que dia de greve tem tudo para correr mal [já disse por aqui o quanto odeio greves de transportes?] e hoje não foi excepção. Depois de andar 2 kms para chegar à faculdade, depois de já ter perdido um comboio e apanhado transito, chego à faculdade para não ter uma aula de três horas e que ocupava a manhã inteira. Entretanto decidi ir tratar de burocracias estúpidas por me ter enganado e colocado o cartão de multibanco caducado numa máquina, ter ficado sem ele e consequentemente sem cartão de estudante, no fim, perdi tempo na secretaria que não me servia para nada [mas porque raio é que estes cartões têm sempre que ser feitos pelos bancos e eles supõem sempre que queremos mais uma conta?]. E enfim, lá passada, parei por um bocado, tomei um segundo pequeno almoço, fui à única hora de aula que acabei por ter hoje e por fim, seguiu-se um almoço muito bom com o namorado. Vá que hoje também teve coisas boas, mas este inicio de dia cansou-me. Haverá lá coisa pior que acordar cedo para não ter aulas? Isto está a começar tão bem.