terça-feira, 15 de setembro de 2015
Daqui a uma semana
É a vez dele ir embora. Mais uma despedida. Não é que esta vá custar tanto, primeiro porque já estamos habituados a esta vida separados um do outro, segundo porque logo duas semanas depois [o nosso tempo mais que normal de separação] voltamo-nos a encontrar na minha nova casa. Mas não deixa de ser uma despedida. É aproveitar ao máximo esta semana na nossa Lisboa e depois desejar a maior das sorte para esta nova etapa que vamos ter oportunidade de viver. Não juntos, mas também não muito separados. Nós somos assim.
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Este fim de semana
Cumpriu-se a tradição de despedida de férias com as minhas amigas. No ano passado falhamos por causa de uma otite minha, mas este ano lá regressámos. Foi bom. Apesar de ter sido diferente. Não sei qual foi a causa, mas alguma coisa mudou [se calhar, crescemos]. Já não foi a pura da loucura, como nos outros anos. Mas foi muito [ou mais] divertido até. Aproveitámos bem. No meio de muita conversa, comida e bebida. No fundo, é tudo o que precisamos.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
De coração cheio
Este fim de semana fui passá-lo ao Porto com a minha mãe, depois de meses de espera por um fim de semana que desse para as duas e que o irmão não estivesse em casa, lá conseguimos ir. E que bem que soube! Nem tinha noção das saudades que já tinha de dias de puro passeio [dias intermináveis de praia não contam], em que somos donos do nosso tempo e que as únicas coisas que importam são ver isto e aquilo ou ir comer aqui ou ali. É uma cidade que se faz bem a pé, o tempo estava óptimo e deu perfeitamente para fazermos tudo aquilo que queríamos. Revi muitas coisas, vi outras pela primeira vez e melhor ainda foi ter ficado a conhecer aqueles sítios que noutras ocasiões só foram vistos de passagem. Gostei mesmo, mesmo destes dias. Aqui ficam umas fotos para me aquecer o coração quando me sentir mais sozinha no frio das novas paragens.
Casa da Música
Jardins do Palácio de Cristal
Torre dos Clérigos
Livraria Lello
Estação de São Bento
Sé
Vista a partir de Gaia
Ponte D. Luis
A bela da francesinha
Pormenores do museu de Serralves
Casa Serralves
Jardins de Serralves
Casa de Chá da Boa Nova
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
A minha contagem decrescente ainda não começou
Apesar de, a cada dia que passa, faltar menos tempo para a minha aventura erasmus começar, meti na cabeça que só ia pensar nisso [mesmo, mesmo a sério] a partir do dia 1 de Setembro, precisamente um mês antes de partir. Nos entretantos, vou aproveitar o Verão e estar o máximo possível com as minhas pessoas, mas Setembro aproxima-se e com isso as despedidas também. A parte boa de ser a última a partir é só mesmo a de aproveitar Agosto com calma e ter todo um mês para tratar de tudo o que é preciso [e mais alguma coisa], a parte má é mesmo ter que me despedir de toda a gente antes, por estes partirem mais cedo. Na verdade, não há muita gente no Técnico que me vá deixar saudade, os que ficam ainda posso aproveitá-los até ao fim, mas os outros [que no fundo é a maior desta pequena amostra de gente] vão entretanto embora e eu vou despedindo-me um a um, quando tenho quase a certeza que seria mais fácil tudo de uma vez, na confusão dos muitos beijos e abraços. Não quero pensar em como será o meu ultimo dia cá e custa-me estes últimos programas, combinados à pressa, de conversa que não passa de circunstância, porque o muito que se tem a dizer não quer sair. Sei só que vai ser um ano em grande, não só para mim, como para os amigos que vão ficar espalhados pela Europa, vai ser tudo óptimo, vamos crescer imenso, não só como estudantes de arquitectura mas especialmente como pessoas, que é a parte que realmente importa. As despedidas já começaram e eu só quero pensar nas mil coisas boas que vamos viver, mesmo que separados e não todos enfiados na mesma sala, não me vou dar ao trabalho de pensar no quão bom, afinal, foram estes quatro anos no Técnico, porque no fim de contas as nossas vidas começam realmente quando saímos de lá. E tenho a certeza que chegando o Natal, e toda e qualquer oportunidade, vai sempre haver jantar, serão grande, de língua afiada e ainda mais cusquices para contar. Agora ainda melhores, porque vão ser as nossas.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
Maquilhagem de verão
No Verão é mais que impossível andar com a cara carregada de maquilhagem, o calor torna-se o nosso pior inimigo e não há nada pior, do que uma cara a derreter. Por isso, durante o dia mantenho a coisa simples só com creme hidratante e protector solar, mas se à noite foi sair [nem que seja para jantar] aí já dou um toque para ficar com um ar mais arranjadinho.
Para começar o melhor dos amigos das noites de Verão é o POREfessional da Benefit. Além de reduzir os poros, retira o excesso de brilho e uniformiza a pele.
De seguida, no caso de haver alguma borbulha ou olheiras para esconder recorro sempre a este frasquinho milagroso, basta uma pontinha de produto para esconder toda e qualquer falha.
O rímel também não pode falhar [e se for uma noite mais produzida, o lápis preto também não] e neste caso o da Benefit também é o meu preferido. Basta usar o revirador de pestanas antes e fico com as pestanas mais que perfeitas. Quando quero um look mais uau antes deste, aplico o Better Than Sex da Too Faced.
Para ficar com um ar mais saudável e realçar o pouco bronzeada que eu fico [quase sempre] gosto de passar um pouco de bronzer nas bochechas e no pescoço. O que uso e adoro é da Victoria's Secret.
Por fim, para dar um ar mais colorido ao look, gosto deste batom lápis super cor de rosa [assim a puxar para o matte]. E estou mais que pronta para sair!
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Deste Verão
Apesar deste ser, muito provavelmente, o último Verão a sério que terei, está a ser o Verão sem planos. Julho como habitualmente, tem sido o mês de repor as energias, tratar dos assuntos que o ano lectivo não deixa, fazer programas pela cidade, jantar fora e ir à praia. Quanto a Agosto, que costuma ser o mês dos planos, com tudo decidido com antecedência, este ano não. Não sei se foi pelos últimos meses no Técnico terem sido tão intensos ou simplesmente por falta de vontade. É claro que quero fazer coisas, estar com a família e os amigos, ir a sítios, mas falta-me a vontade de pôr tudo em andamento, talvez por ter planeado tantas coisas ao longo do ano, ou porque sinto que todos os programas vão ter um cheirinho a despedida. A verdade é que no inicio de Outubro parto para Milão e já é só nisso que penso [para quê gastar imenso dinheiro em férias por aqui quando tenho seis meses para descobrir Itália?], sem querer pensar nas partes más das saudades e despedidas. Na verdade, ainda não sei bem o que vai ser do meu Verão, não tenho planos nem expectativas [porque já estou centrada no que vem a seguir], só sei que quero aproveitar ao máximo e dizer que sim a todas as propostas que me derem. Acho que é uma boa maneira de passar o próximo mês, que ser diferente e sem nada planeado, não quer dizer que vá ser mau. Eu sei que não.
sábado, 18 de julho de 2015
Já está
Marcado o meu voo [só de ida] para Milão. A aventura Erasmus começa nesta data, que já está decidida. Agora é tratar de tudo e ir. Vá, ainda faltam dois meses.
Cuidados com a pele
A última vez que fiz um post sobre os produtos que andava a usar já foi há um ano e por isso decidi fazer uma actualização. Gosto de experimentar produtos novos mas não sou pessoa de ter mil que servem para o mesmo, portanto só quando um acaba é que compro um novo. Daí a que estes posts mereçam actualizações visto que novos produtos vão fazendo parte do meu dia a dia.
Comecemos então pelo que uso de manhã:
Neste momento estou a utilizar este gel de limpeza da Novera, comprei-o por indicação da dermatologista para usar na zona do peito e nas costas [estava numa fase muito gordurosa] e assim que esse problema ficou resolvido e como a embalagem ia a meio e o seu uso real é mesmo para o rosto, comecei então a usá-lo todas as manhãs. Deixa a pele limpa, com uma pequena sensação de pele seca que se resolve assim que aplico o creme hidratante.
Ainda dentro do tema maquilhagem, nos dias [é mais nas noites] em que me produzo mais, na manhã seguinte gosto sempre de limpar, ainda melhor a pele, e por isso utilizo este leite de limpeza da Soap&Glory. É para se aplicar com um disco de algodão, deixar actuar e depois retirar tudo com água. Deixa a pele super suave e fresca.
Por agora são estes os produtos que ando a dar mais uso. No que toca a cuidados com a cara [aquilo que me preocupa mais], ainda tenho um ou outro mais especifico, para os dias de terror, com borbulhas ou olheiras, mas sobre esses falarei noutro post. Não que isto sejam as regras de ouro mas são aquelas que se adaptam a mim. Ao menos servem de dicas para quem estiver a precisar de renovar o stock.
Comecemos então pelo que uso de manhã:
Neste momento estou a utilizar este gel de limpeza da Novera, comprei-o por indicação da dermatologista para usar na zona do peito e nas costas [estava numa fase muito gordurosa] e assim que esse problema ficou resolvido e como a embalagem ia a meio e o seu uso real é mesmo para o rosto, comecei então a usá-lo todas as manhãs. Deixa a pele limpa, com uma pequena sensação de pele seca que se resolve assim que aplico o creme hidratante.
Para hidratar a pele, normalmente utilizo o da Roche Posay para peles oleosas. Mas como a pele, de vez em quando, precisa de descanso, quando a última embalagem acabou, optei por comprar este. Pode ser da Garnier, mas acho que é tão bom como o que costumo usar da farmácia, ainda melhor por ter um cheiro super agradável.
Na grande parte dos dias não me maquilho mas também não consigo sair de casa sem uma cor na cara. Sou fã assumida do BBCream da Garnier [para peles oleosas] mas como, também esse chegou ao fim, e adoro esta marca inglesa, Soap&Glory, decidi experimentar o seu CCCream, com a vantagem de ter protecção solar. Tem o tom mais que certo e é super fluído, dá mesmo para sair de casa só com isto e ter um ar mais que apresentável.
Com estes três passos, normalmente, estou mais que pronta para sair de casa! Quando prefiro dormir mais cinco minutos e o tempo para a produção não abunda, isto acaba por ser mais que suficiente para sair de casa com um ar decente.
Ao fim do dia:
Normalmente, como também não aplico muita coisa na minha pele, a água micelar é mais que suficiente para limpar e tonificar. Sou mesmo fã deste tipo de produto, já experimentei várias águas micelares e gostei de todas. Esta da Garnier, além de ter uma embalagem do tamanho XXL, acho que a relação qualidade/preço também é boa.
Quando me maquilho, apesar da água micelar também ser desmaquilhante, não acho que seja o suficiente. Então para os olhos, que é sempre o meu grande problema na hora de retirar o rímel. Este creme desmaquilhante da Benefit foi o melhor ajudante que consegui encontrar, apesar de ainda não ser o senhor perfeito!
Por agora são estes os produtos que ando a dar mais uso. No que toca a cuidados com a cara [aquilo que me preocupa mais], ainda tenho um ou outro mais especifico, para os dias de terror, com borbulhas ou olheiras, mas sobre esses falarei noutro post. Não que isto sejam as regras de ouro mas são aquelas que se adaptam a mim. Ao menos servem de dicas para quem estiver a precisar de renovar o stock.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Finalmente
Desde segunda-feira [à tarde] que estou de férias! Estava a ver que nunca mais chegavam, depois de um semestre intenso e de uma época de exames cheia de coisas [mas que correu lindamente!]. Já só me falta uma nota para poder descansar efectivamente a cabeça, que isto de esperar por resultados também é tramado. Entretanto, tenho que começar a planear o que quero fazer nas próximas semanas. Porque sim, por mais estranho que pareça, este verão ainda não me dei ao trabalho de planear nada de nada. Tenho tido tantas coisas para fazer e a cabeça tão cheia que ainda nem pensei nisso. Agora que já estive uns dias em casa, a descansar a cabeça e o corpo, acho que consigo, finalmente, dedicar-me a planear os meses que faltam de verão. E que eu espero que sejam em grande. Mesmo sem as mil viagens do ano passado.
terça-feira, 30 de junho de 2015
Centro Náutico Municipal: 19 propostas de arquitectura
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Amanhã é a minha sexta-feira
Um fim de semestre atribulado e uma época de exames preenchidos, tiraram-me qualquer fim de semana que poderia ter tido. Há semanas que passo o sábado e o domingo, ou a trabalhar, ou a estudar ou até mesmo, a fazer exames! Amanhã vai ser o último, desta primeira fase, e portanto, amanhã vou ter a minha primeira sexta-feira digna desse nome. Para começar vai haver jantar de turma e no dia a seguir almoço de aniversário. Depois disso não há grandes planos, que só quero descansar a cabeça. Esperar pelos resultados destes exames e saber o que tenho que fazer a seguir. Parece-me bem, quando já não descanso a sério há uma eternidade.
domingo, 14 de junho de 2015
Ai, vida
Hoje acordei com uma vontade incontrolável de viajar. Nos últimos dois anos, depois de uma fase de exames tive sempre uma viagem à minha espera. Sendo que desta vez não é assim. E o que me apetecia sair daqui por uns dias? Depois de um semestre tão intenso, de uma época de exames puxada, ter uma viagem marcada dá sempre alento para continuar [só mais um bocadinho]. E o que eu queria mesmo, era ir uns dias até Paris. Respirar aquela cidade e simplesmente passear. Até podia ficar os dias todos sentada no jardim do Luxemburgo, que não me iria importar nadinha. Pois. Hoje acordei a sonhar com Paris. E por mim, ia para lá já a seguir ao exames acabarem. Coisa que dificilmente vai acontecer. Mas que estava mesmo a precisar.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Próximas semanas
As próximas semanas vão ser dedicadas ao estudo. Na calma da minha sala ou no sossego da biblioteca [no semestre passado resultou tão bem], já não tenho que ir para Lisboa e apanhar as confusões dos metros e afins. Agora é simplesmente tempo de concentração e dedicação, visto que já acabou a azáfama de todas as entregas. E eu, a miúda das listas, chego a estas alturas com uma organização redobrada, e não que esta seja a receita ideal, nem eu seja pessoa para dar dicas a ninguém. Mas aqui fica o meu método aplicado nas épocas de exame:
- Fazer um horário de estudo [só com regras é que consigo sair da cama e não preguiçar] e organizá-lo não só por disciplinas como por matérias
- Estabelecer objectivos e cumpri-los [quero ver esta matéria toda hoje, nem que estude mais duas horas para acabar]
- Estudar de manhã e à tarde, descansando à noite
- Fazer pausas para comer a cada duas horas e ter uma hora de almoço grande
- Desligar a Internet para não haver distracções
E pronto, não que seja nada de especial, mas sempre foi o que fui fazendo e faço, nestas alturas. Acho que o que custa mais é mesmo sair da cama de manhã e começar a estudar! Mas depois de começar, até se estuda bem e se quisermos cumprir objectivos sabemos que temos mesmo que o fazer e não andamos a arrastar a matéria. E quanto mais depressa despacharmos os exames, melhor.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
A chegar ao fim...
Para este último mês de muito trabalho, meti na cabeça que o que me ia dar força era pensar que este já era o último mês de aulas no Técnico. E a verdade, é que ajudou bastante pensar assim. Mas isso só aconteceu até efectivamente chegar a última semana de aulas... No último fim de semana, inconscientemente, pastelei bastante a fazer a minha última maquete, ali. Já não vai haver mais projecto, nem noitadas nem dias de muito trabalho naquelas salas, com aquelas pessoas. Isso acabou. E no derradeiro último dia, dei-me a olhar para tudo, a aproveitar todos os bocadinhos, porque realmente chegou ao fim um ciclo. Qualquer coisa. Estou demasiado crescida e não sei se gosto disso. Acabou o meu tempo no Técnico, não terei lá mais aulas, agora só falta mesmo estes últimos exames e depois a tese. Sim, quase que está a acabar e parece que ainda agora entrei para ali! Lembro-me perfeitamente da primeira aula que ali tive, de Matemática 1 e da primeira aula de Projecto e espero, mais tarde, também me lembrar desta última aula de Projecto [em que até mereci um abraço do professor] e da última aula de Planeamento Urbano. Acabou. Estou crescida e não sei se gosto disto. No próximo semestre Milão espera por mim e depois vou dedicar-me a estudar aquilo que sempre quis, para depois sim, acabar realmente. E o tempo passa tão rápido, que assusta. Mesmo muito.
sábado, 23 de maio de 2015
Com a cabeça no que realmente importa
Esta semana andei com a cabeça mergulhada em projecto. A entrega final é já na segunda-feira e como é costume, tive muito trabalho para fazer nestes últimos dias. Acrescentando ainda a logística da exposição que vamos fazer e a encomenda e pagamentos dos materiais necessários e afins. Toda uma quantidade de coisas que não deram para parar nem um bocadinho. No entanto, nas aulas em que ainda fui e perdida nos pensamentos do que tinha ainda para fazer lá me lembrei de que havendo uma exposição com inauguração pomposa e jantar a seguir, tinha que ter uma roupa especial para a ocasião e lá me pus eu à procura de vestidos. Nada muito formal, mas também não a roupa casual de todos os dias. E sim, ainda nem entreguei o projecto, ainda nem há lugar e data definida para a tal exposição mas a roupa já está escolhida. Um vestido comprido e vermelho para juntar à colecção. E claro que também já pus as minhas colegas a pensar no mesmo. Pelo menos nos momentos de pausa.
domingo, 17 de maio de 2015
Vamos lá
Dizem que o fim de semana esteve bom, com muito sol e calor, mas eu só aproveitei a noite de ontem (que estava para lá de fantástica), de resto estive dedicada ao trabalho. É que nem me custou nada, basta gostar do que se está a fazer e saber que o objectivo final está mesmo quase aí. Pensar que já só faltam duas semanas para nunca mais ter aulas no Técnico também ajuda muito. Tudo em bom, portanto. E vá, mesmo sabendo que ainda tenho muito trabalho para fazer, estou tranquila. Porque tenho a certeza que o vou conseguir fazer. Consigo sempre.
Há coisas fantásticas
terça-feira, 12 de maio de 2015
Do Erasmus
No ano passado, no calor do momento e na possibilidade de o fazer, inscrevi-me em Erasmus. A minha média não era nada de jeito e eu sabia que só entraria no Brasil. Coisa que chegou a acontecer, fui seleccionada para a Faculdade de Arquitectura de São Paulo. Pensei muito nisso e decidi não ir. Tinha cadeiras para trás que queria fazer em época especial, tinha três [curtos] meses para organizar a minha vida e mudar-me durante um ano [um ano!] para a outro lado do oceano Atlântico e para uma cidade que é só o caos total. Não estava pronta para tal aventura e como se pode perceber, não fui. Desisti e dei a vaga a outro que queria mais que eu. Ao longo deste ano comprovei que foi a melhor decisão que podia ter tomado, pelas confusões que se passam naquela cidade, pelas greves constantes e mais do que pelo que não tive que passar, não me arrependo por aquilo que vivi estando cá, tive um verão de loucos [nunca tinha viajado tanto] e este ano está a ser fantástico, tanto em termos escolares como no resto. Não perdi mesmo nada por não ter ido e cada vez tenho mais noção do quão não estava preparada para ir. Por outro lado, ao longo deste ano, fui maturando a ideia de ir de Erasmus, agora para a Europa, agora para o país que quero conhecer desde sempre e que nunca fui, agora uma escolha minha e não a minha única opção. Este ano lá me candidatei muito mais convicta do que estava a fazer, escolhi aquilo que queria e, apesar, de não ter entrado na minha primeira opção, entrei na segunda. Uma melhor. Uma cidade mais calma para se viver, com mil coisas fantásticas para ver à volta, uma universidade melhor e cadeiras que me interessam para aquilo que vou querer fazer um dia. Agora sim, tudo bate certo para eu realmente ir. Não consigo se quer, pensar nas partes mais difíceis desta experiência [as saudades, o não conhecer ninguém, o estar num sítio que me é estranho], só consigo pensar nas coisas boas e nos mil planos que tenho para o semestre que lá vou estar. Em Milão. No país que sempre quis conhecer e que agora vou ter a melhor das oportunidades para o fazer. Agora é a sério, agora vou mesmo. Amanhã já vou entregar a papelada toda e torna-se mais que oficial a minha ida. Depois é aguentar-me mais duas semanas no Técnico, a época de exames e a época especial. Aproveitar Agosto da melhor maneira. Organizar-me e partir. No fim de Setembro vou partir e sei que vai ser fantástico. Mais não seja porque agora sei que estou preparada e sinto que tudo vai correr bem. Porque tem que correr. Isto porque, o que tem que ser tem MESMO muita força.
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Trabalhar em casa
Passar a quinta-feira livre em casa [inédito], a trabalhar. Sempre é melhor do que passar o dia no Técnico. É verdade que estou sempre a trabalhar lá por causa dos trabalhos de grupo, mas também é verdade que em casa sou muito mais produtiva e fico menos cansada. Sabe bem acordar sem o despertador, tomar o pequeno almoço sem pressas e só a seguir ligar o computador para me dedicar ao trabalho. Trabalhar em silêncio ou a ouvir o que quero é, realmente, outra coisa. E este ambiente tranquilo também me proporciona a concentração, e que bom que é não ouvir [nem me meter em] mil conversas cruzadas nem me lembrar que o Facebook existe. Assim sim, consigo trabalhar como deve ser. Só que na maior parte dos dias não dá, os trabalhos são de grupo e dependemos uns dos outros, tornando estes dias a excepção [que já foram a regra]. Por hoje, soube bem [e rendeu], amanhã logo volto ao campo de batalha. São só mais três semanas.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Da exigência
Sempre fui muito exigente comigo. Sempre quis o melhor, sempre me esforcei para o conseguir. Nunca me fiquei pelos mínimos e dei o máximo de mim pelo melhor que eu tenho e sou. Isto tudo, até chegar à faculdade. Agora faço o que tem que ser feito, da maneira mais fácil e sem grandes invenções. Faço o melhor que sei, da melhor maneira que consigo mas já não me esforço para melhorar aquilo que já é suficiente. E tento perceber o porquê e não sei se consigo. As disciplinas são muitas, os trabalhos também e não sei se é o este corre corre, o "não temos tempo para tudo", que me tira o fôlego e a animação. Bem que também não tenho tempo para mais. Com tanto que fazer é preciso uma estratégia. Organizar, decidir e produzir. Da maneira mais eficiente possível e no tempo que temos disponível, mas a verdade é que sei que podia sempre mais. Parece que tudo fica aquém das expectativas e que afinal, sou eu quem não tem noção do que é realmente exigido. Sei que é muito e tento fazer por isso, mesmo fazendo tudo o que é pedido e a tempo e horas [e com boas notas] parece sempre que alguém consegue mais e melhor [talvez todos os outros achem o mesmo]. E têm tantas coisas para fazer como eu, assim como sabem tanto quanto eu. Não sei se fui eu, que perdi o sentido critico e agora só quero despachar o que tenho para fazer ou se ando realmente a ficar para trás. O método é bom, que sei que é, pois até agora resultou, mas pode sempre ser melhorado para ter o melhor que eu sei que consigo. Só me falta a disponibilidade temporal e mental para conseguir tudo isso. Quero comprovar isto a mim mesma. E é já nas últimas entregas que estão a chegar.
sábado, 2 de maio de 2015
Não há paciência
Para os blog de moda que crescem por essa blogosfera fora, como se fossem cogumelos. É miúdas e mais miúdas com os seus 18 anos, que agora têm como sonho ter um blog e pronto, andam para aí mil iguais. Todos a falarem do mesmo, com as mesmas dicas [que não são nada de especial], com muitos erros ortográficos e com coordenados que não passam de peças da Zara. Isto realmente faz-me aflição. As pessoas ainda não perceberam, que não nasceram todas para ter um blog de moda [por mais roupa que tenham no armário] e mais um blog igual a tantos outros não faz diferença neste mundo. E que ninguém quer saber das suas vidas, muito pouco interessantes. Sou má ao falar assim mas é o que eu realmente acho. Para mim também era muito fácil começar agora a fotografar a minha roupa [haja paciência] e começar por aqui a mostrar conjuntos iguais a tantos outros, também poderia dar dicas de tudo e mais alguma coisa e mostrar fotos de todos os restaurantes onde vou. Isto porque, na verdade, a minha vida não tem interesse para ninguém e muito menos tenho eu tempo [e vontade] para partilhar tudo com toda a gente. Sim, este blog podia ter mais seguidores e ser conhecido, pelo menos, pelos meus conhecidos. Mas sou eu que não quero isso, estou muito bem assim. Com o meu pequeno blog onde ainda tenho toda a liberdade para escrever o que quiser, quando quiser. Porque na verdade, só poucas pessoas que vêm aqui é que sabem quem realmente sou. Hoje estou mesmo chateada com isto.
quarta-feira, 29 de abril de 2015
Das saias
Quando era miúda vestia de tudo, saias, calções, vestidos. Até que cheguei a uma altura qualquer em que só era capaz de usar calças [todas passamos por isso, não?], uns anos mais tarde lá comecei a voltar aos vestidos e a verdade é que agora tenho imensos. Só que as saias, continuo a ter problemas com elas, não consigo arranjar nenhuma que me sinta bem [também não faço muito por isso] e a única que uso, imagine-se, era um vestido que tirei a parte de cima. Vou usando os vestidos com camisolas e tal e até parece que ando de saia, mas é tudo engano. Não sei que trauma é este mas não consigo. Pode ser que um dia destes arranje a tal.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Eu e as greves
Ando de metro todos os dias e cada vez me irritam mais estas greves atrás de greves. Ainda ontem, dia em que ia comprar o passe, saltou-me um grito de irritação quando soube que ia haver greve hoje. É que já não há paciência! Ou uma pessoa falta às aulas ou paga balúrdios de parquímetro [sem falar da gasolina] por causa destes senhores que teimam em afectar a vida de meio mundo só porque acham que se devem revoltar [bem que têm o seu direito, mas não a cada cinco minutos]. Acho mesmo que a liberdade de uns acaba onde a dos outros começa e estas greves atrás de greves, tiram a liberdade de uns para os outros terem em demasia. Se querem mesmo afectar alguém, que afectem a empresa, deixando durante um mês os torniquetes abertos. Assim a população continua a usar os transportes, não paga passe e afecta-se o Estado na mesma com a falta de lucro e consequente despesa. Não sei, acho mesmo que deviam inovar no que toca a revolta. Que eu, pelo menos, já estou farta de greves dia sim, dia não.
sábado, 25 de abril de 2015
O primeiro não
Estou no primeiro ano do ciclo de mestrado e, pela primeira vez, tentei candidatar-me a um estágio de verão. Uma coisa mesmo em grande. A candidatura ainda deu algum trabalho, desde currículo e carta de motivação em inglês mais duas cartas de recomendação. No fim, sabia que até tinha uma boa candidatura. Não sou a pessoa com o melhor currículo da minha turma, mas já tenho um currículo bem composto, achei que se calhar até tinha possibilidades. Enviei a candidatura e fiquei nervosa. Pensei em como seria fantástico passar o mês de Agosto a trabalhar em Nova Iorque. Sonhei muito enquanto esperava, apesar de saber que não tinha grandes possibilidades de ser escolhida. E não fui. No outro dia recebi os resultados, vi que tinha um email e fiquei nervosa. Abri e a resposta negativa estava ali. Fiquei triste, apesar de já estar à espera desse mesmo resultado [mas não custa nada sonhar, pois não?]. E assim recebi o meu primeiro não e fez-me bem. Ao menos esta candidatura já me serviu para tratar do meu currículo e pôr em ordem todas as coisas que já fiz. E ao menos já passei pela experiência do não. Coisa que sei que vai acontecer muito quando acabar o curso. Agora é lutar contra isso.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Bloco de notas
Acho que uma excelente maneira de organizar as ideias e os pensamentos é escrevendo-os. Nunca tive o hábito de escrever num diário, mas sempre que tive alturas na minha vida em que tive que pensar mais em alguma coisa, recorri ao papel. Sabe-me bem descrever ponto por ponto, analisar e chegar a conclusões. Cada vez acho mais que este devia ser um exercício diário para não me esquecer de certas coisas e para organizar os meus pensamentos. Pois que acho que cada vez tenho menos tempo para pensar, para organizar a minha cabeça, para ser critica. Continuo a ter as minhas opiniões e ideais mas parece que tudo se encontra baralhado dentro de mim. Vou tentar fazer este exercício, se não conseguir diariamente, ao menos com alguma regularidade. Porque há coisas que me tenho que obrigar a pensar sobre elas e outras que preciso de organizar cá dentro. Por mim.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Divagações [a pensar em ti]
No outro dia, numa mesa de café rodeada por raparigas, falamos de autoestima. E muito sinceramente, na minha cabecinha eu achava que isto era um problema da adolescência que ia passando com o tempo até atingir um ponto relativamente normal, isto é, também não vamos achar que somos a batata mais especial do pacote. Isto porque, comigo foi assim, gradualmente, os mil problemas e questões que surgiam na minha cabeça foram-se dissipando. Sempre fui super insegura, nunca acreditei nas minhas capacidades, chorava antes de cada teste, achava que não ia passar, estive nos dois primeiros anos de liceu a achar que nunca iria entrar no Técnico. Até que a vida me provou o contrário, sempre tive boas notas, sempre fui boa aluna e, efectivamente, entrei na faculdade que queria. Claro que agora, as notas não são tão boas e as dificuldades são mais que muitas, claro que também no inicio foi muito mais complicado e fui aprendendo a lidar com a vida académica. Já não fico stressada antes das entregas e aprendi a relativizar o facto de uma ou outra cadeira terem ficado para trás. Basicamente, já não sou tão boa mas aprendi a lidar com isso, organizei-me e faço o melhor que posso e sei e apesar deste caminho não ser tão fácil quanto isso, tenho a certeza que vou acabar este curso no tempo certo. Enfim, uma pessoa vai crescendo e aprendendo. Também sempre fui bastante tímida e selectiva nas minhas amizades, nunca dei confiança a muita gente nem fui a pessoa mais social de sempre. E sim, já tive problemas por achar que tinha poucos amigos. Até que percebi que tenho os que tinha que ter, tenho na minha vida as pessoas que escolhi e para as quais acho que o meu tempo vale a pena ser gasto. E isso é um problema? Claro que não. Posso não ter muitos amigos, mas caramba, os que tenho sei que gostam mesmo de mim. E são mais que suficientes, agora já nem tenho é tempo para todos! E em relação ao meu corpo, o quanto eu já fui traumatizada por achar que tinha o rabo grande demais para as mamas que tenho. Pronto, até posso não ser a pessoa mais proporcional à face da terra, mas sou eu quem tem que viver todos os dias com o meu corpo e ou habituo-me a ele [coisa que já aconteceu] ou faço por o mudar drasticamente [necessidade que não chegou a acontecer]. Também podia ser um bocadinho mais magra e há alturas em que me preocupo bastante com isso, mas quer dizer, se eu não gosto de me mexer e se as minhas dietas [comer sempre bem, vá] nunca fazem com que o meu peso desça, para que me vou preocupar com isso? Sinto-me bem comigo e prefiro comer normalmente e coisas que gosto muito [mas não fazem assim tão bem] de vez em quando, do que andar sempre preocupado com o que enfio na goela e com os números que aparecem na balança. Enfim, estes são alguns dos exemplos, dos dramas que já se passaram na minha cabeça, mas como em tudo, uma pessoa vai crescendo e as coisas mudam. Aprendemos a viver com elas, a minimizar certos aspectos, a ter mais em conta outros, a lidar com determinadas situações. A bem da verdade, se eu continuasse a chorar e a ter ataques de nervos a cada entrega, se vivesse preocupada com o que como e com o peso que tenho que perder, se fosse muito triste por achar que não tinha amigos... Já estava mais que deprimida! E nunca iria, conseguir andar para a frente. Isto já vai longo, mais pegando novamente na questão inicial. Eu, nos meus tenros vinte anos, sou bastante bem resolvida comigo mesma, apesar de continuar a ter os meus dramas, como toda a gente. Acho mesmo que é uma questão de tempo até nos começarmos a sentir melhor connosco próprios, em todos os aspectos. Se calhar uns, são menos rápidos que outros, mas acaba sempre por acontecer, acabamos sempre por aprender a viver connosco. Mal de nós se ficássemos uma vida inteira preocupados com estes pormenores.
domingo, 12 de abril de 2015
Resumo
O fim de semana não podia ter começado da melhor maneira. Um jantar só de miúdas, em que se pôs a conversa em dia [mesmo, mesmo toda], num restaurante calmo. É daqueles jantares que não podem acontecer com a maior regularidade do mundo [dada a distância que nos separa] mas em termos de qualidade são sempre, sempre super. Adorei e só tenho mesmo pena de não já não termos a mesma disponibilidade para estas coisas, mas, afinal, é só sinal de que estamos crescidas. O sábado foi passado fora de casa, mais ou menos a aproveitar o sol que esteve e no fim do dia, a maior das confusões na zona da FIL para ir ver os carros antigos que por lá estavam [não foi lá grande ideia, dada a confusão, mas estava engraçado]. Hoje o dia começou cedo, a discutir projecto e até que foi bastante produtivo. Um almoço em casa do namorado e segui para casa para continuar a trabalhar. Tudo feito e organizado para a semana que vem aí. A agenda já está em dia, o dossier actualizado e o meu armário arrumado. Um banho relaxante para acabar o dia, muito creme com cheiro a flores, uma compra online [pequenina e a chamar o verão] e agora, depois de um jantar mega calórico, vou acabar o descanso com o novo episódio da Anatomia de Grey. Já que durante a semana só ando a ver a novela. Enquanto janto.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Era pior se fosse pelo motivo oposto
Pois que fui à dermatologista e uma das minhas queixas era umas mini borbulhas [que ninguém vê] que de vez em quando aparecem nas minhas mãos, sem eu perceber o porque. A resposta foi simplesmente que eu tinha as mãos secas por as lavar de mais! Ora bem, tenho que começar a ser mais porquinha e a lavar menos vezes as mãos, isso e aplicar milhões de vezes por dia creme. Vamos lá ver se consigo fazer isto, que um dos motivos para lavar tantos as mãos, é ter muitas vezes vontade de ir fazer chichi. Se calhar a solução mesmo, é deixar de beber água. Ai que vida a minha.
terça-feira, 7 de abril de 2015
Por qualquer coisa maior
Ontem fui capaz de estar no Colombo e de não entrar em nenhuma loja de roupa. Devo estar louca. Era o que pensaria eu há uns tempos, mas parece que a vontade de fazer compras e principalmente de estar enfiada em lojas, passou-me. E ainda bem. Não há nada que eu precise efectivamente e não me faz mal nenhum dar uma folga à carteira [que se quer cheia] e ao armário [que está a abarrotar]. Um bocado aqui e outro ali podem dar para uma coisa muito maior, do que mais uma peça de roupa para a colecção. E daqui, até Setembro, o objectivo está mais que definido. Poupar. É a palavra de ordem. Para depois ter um último semestre de aulas em grande, com muito, muito passeio. Às vezes, mesmo sem ser preciso ou termos que fazer muito por isso, abdicamos de pequenas coisas por outras maiores. E este é o caso. Porque os sonhos, são muito maiores do que algum closet que algum dia poderei ter.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Destas [mini] férias
Nem sei se posso chamar a cinco dias úteis, em semanas diferentes, de férias, mas foi isto que o Técnico me deu. E eu aproveitei. Ainda tenho que trabalhar, porque muitos trabalhos estão com as datas de entrega mesmo aí, mas a vontade para mexer no computador para fazer mais alguma coisa do que ver séries, é mesmo muito pouca. Nos entretantos, já fiz passeios culturais e de preguiça. Até fui à praia [coisa que para mim é loucura, em Abril] e senti-me por umas horas, tão desligada do mundo, que achava que já era verão e não tinha que me preocupar com nada. Vi séries deitada na cama como se essa fosse a minha maior preocupação. Tive um almoço com direito a muito sol e pés na água da piscina e outro almoço cá em casa com direito a muito chocolate. Já comi e coleccionei doces para um ano inteiro. Estive com as amigas e conversei até às tantas, estive com o namorado e preguicei até mais não. Parecendo que não, foram poucos dias mas foram mais que bem aproveitados [fiz tanta, tanta coisa] e agora há mais dois mas já com algum trabalho pelo meio. É verdade, o planeta Técnico chama por mim e eu, lá tenho que ir. Esta vida é difícil mas foi a que eu escolhi e está quase, quase, a chegar ao fim. Iupi!





















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