quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Girly weekend

Um dos fins de semana foi dedicado a coisas de meninas, aproveitei a visita de uma das minhas amigas [que já conhecia a cidade] para, mais uma vez, aproveitar para conhecer aquilo que faltava e já agora, dedicar-me a programas mais femininos também [muitas compras e cafés giros]. Um dos museus que mais tinha curiosidade de conhecer era a Pinacoteca de Brera, dada a sua fama. Adorei o edifício, visto que no piso de baixo é a faculdade de Belas Artes [andámos por lá a cuscar], também tem uma biblioteca fantástica e por fim, um óptimo museu. Bem organizado, com lógica e coisas interessantes, apesar de nos ter falhado a obra principal [porque ficámos vidradas noutra].


O claustro do museu:


Um dos corredores da faculdade:


A biblioteca:


Um rabinho bem jeitoso:


A obra que nos distraiu:


Neste dia, aproveitei também, para ir conhecer o famoso Quadrilátero da Moda. A rua mais bonita é a Via della Siga, uma rua pequena, bem arranjada e com lojas com montras de babar.


Depois da volta pelas lojas, no fim do passeio, já em San Babila, decidimos ir fazer um aperitivo num rooftop [somos finas, nós]. Fomos ao Brian&Barry beber um mojito e aproveitar a vista e o seu ambiente, a comida não era muita, mas era boa e isto sim, é um verdadeiro aperitivo. Por fim, já com o estômago aberto lá fomos jantar a uma hamburgueria [só para variar um pouco e não ser pizza sempre].


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Último esforço [até para o ano]


Apesar de andar por aqui a mostrar todos os meus passeios, nem todos os dias ou fins de semana são assim. Geralmente, acabo por só passear e fazer coisas quando tenho visitas [ainda bem que até são muitas vezes] mas nos fins de semana que estou sozinha acabo sempre por ter que trabalhar. Então com o fim do semestre, torna-se impossível só trabalhar durante a semana [como fiz no inicio], portanto, neste momento, já perdi a noção de que dia é, porque o trabalho tem sido mais que muito, a qualquer dia, até altas horas. Esta semana então, vai ser mesmo puxado, porque a entrega está mesmo, mesmo aí. O que me dá forças, verdadeiramente, é saber que sexta-feira vou para casa! Estou mesmo a precisar de descansar porque, a verdade é que tenho aproveitado isto tão bem que nem parei para descansar [coisa que preciso fazer urgentemente!]. Ainda vai haver algum trabalho porque a entrega será só na próxima segunda, mas ao menos já vou estar em casa, com as minhas pessoas e já tenho planos mais que combinados para rever os que mais gosto. Podes chegar, sexta-feira?

Bienal de Veneza

Como tinha dito, esta viagem a Veneza teve como objectivo a ida à Bienal de Arte [o que eu gostava mesmo, mesmo era de ir à de Arquitectura, mas isso é só lá para Maio]. Esta acontece em dois ambientes diferentes da cidade — o Giardino, como o nome indica, um jardim, com os pavilhões [permanentes] dos diferentes países e o Arsenal que é uma antiga fábrica [de qualquer coisa] em que a exposição já é mais alternativa e menos rígida.



O pavilhão do Japão era qualquer coisa:




O Arsenale:




O seu exterior, que vale muito a pena conhecer.





A saída e o fim desta grande exposição:

Valeu a pena a viagem de três horas para ir à Bienal e abriu o apetite para a de Arquitectura. Certamente, um dos pontos obrigatórios dos próximos tempos.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Veneza

A ida a Veneza foi curta e com o objectivo principal de visitar a Bienal de Arte [coisa que ficará para outro post] mas também tive a oportunidade de dar uma volta pela cidade. A chegada, claramente, que é feita de barco e esta para mim, foi a melhor maneira de apreciar esta cidade tão peculiar. 




As pontes são o meio de passagem, a pé, entre os canais. Acho que é óbvio que as mulheres aqui, não precisam de fazer ginástica para ficar com um bom rabo.


O paredão da cidade e o local de entrada na mesma. A esta hora deu para apreciar um bonito pôr do sol.


O Palazzo Ducale, mais um daqueles edifícios emblemáticos, dados nas aulas de história.


Chegada à praça de São Marcos, avistamos logo a torre campanário da igreja.


A igreja de São Marcos. Tive muita pena que estivesse em obras, acabou por ser uma desilusão, por não ter podido apreciar toda a sua beleza.



O canal da ponte mais conhecida da cidade, a ponte Rialto [que também estava em obras e toda tapada], com as suas gôndolas já ao anoitecer.


Devo dizer que quando escureceu, já não gostei tanto da cidade. Tem muitas ruas pequenas e ruelas que na escuridão assustam e, para mim, acabaram por tornar a cidade num local desconfortável. Não sei se foi por isso que Veneza, pessoalmente, perdeu um pouco do seu encanto. Mas a verdade é que é uma cidade única e peculiar, que vale a pena ser visitada. Muito ficou por ver, mas outras oportunidades virão para conhecer esta cidade de sonho.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Lago Como

A minha primeira saída para fora de Milão, foi até ao Lago Como. O lugar que TODA a gente me disse que eu deveria ir. Uma hora de comboio e chegamos a uma pequena cidade muito simpática, com um lago e montanhas [tudo aquilo que falta em Milão]. Deu para passear um pouco, almoçar na praça da Duomo e ficar com uma ideia do que era este local que todos falavam. Achei uma cidade bonita, calma e diferente da grande Milão, mas também não achei nada de extraordinário. Valeu o passeio e a boa sensação que tive de estar fora da confusão. Como todas as cidades italianas, esta também tem uma Duomo, no ponto central da cidade.




Depois do almoço fui andar de barco, uma hora de passeio que dá uma volta ao lago e dá para ficar com uma ideia das casinhas e pequenas vilas que há por ali.









No regresso e antes de apanhar o comboio ainda deu para dar uma volta pelo jardim da cidade onde havia uma feirinha e que tem este paredão que nos leva até ao meio da água.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Fim de semana em família

Como já estou farta de dizer, tenho sido a maior das sortudas por ter visitas quase fim de semana sim, fim de semana não. Este foi dedicado à família e além do passeio da praxe para ir conhecer os pontos mais emblemáticos da cidade, também deu para aproveitar e conhecer outros locais que ainda não tinha tido a oportunidade de ver. Comecemos então pela Pinacoteca Ambrosiana, onde está exposto parte do Codex de Leonardo da Vinci. Para mim, foi um museu confuso, com muitos sobe e desce e entra e sai [passagem de salas feita pelo pátio]. Grande parte das obras que estão expostas são de contextualização, isto é, os antepassados de Da Vinci, e só mesmo a última sala é que é dedicada ao artista. Não se pode tirar fotos dentro do museu, mas a última sala é uma requintada biblioteca com algumas das páginas do Codex e a sua explicação. O museu valeu por isto, mas só por isto mesmo, acho até que grande parte da sua publicidade acaba por ser enganosa, porque estamos à espera de mais. 


Fotografias do pátio:



Não muito longe, temos a igreja de Santa Maria della Grazie, onde está exposta a Última Ceia de Da Vinci. Não a visitámos neste dia porque é necessário fazer uma marcação, quase com três meses de antecedência, mas no claustro da igreja estava uma mini exposição sobre a obra, feita por causa da Expo. A igreja em si, também vale muito a pena, é tão bonita por fora como por dentro.



Como é óbvio, estando cá o meu irmão e sendo ele um fã de futebol, tivemos que ir conhecer o famoso estádio das equipas milanesas, o San Siro. Não achei o estádio mais espetacular do mundo, mas ficou visto mais um ponto de referencia da cidade.