terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Bienal de Veneza

Como tinha dito, esta viagem a Veneza teve como objectivo a ida à Bienal de Arte [o que eu gostava mesmo, mesmo era de ir à de Arquitectura, mas isso é só lá para Maio]. Esta acontece em dois ambientes diferentes da cidade — o Giardino, como o nome indica, um jardim, com os pavilhões [permanentes] dos diferentes países e o Arsenal que é uma antiga fábrica [de qualquer coisa] em que a exposição já é mais alternativa e menos rígida.



O pavilhão do Japão era qualquer coisa:




O Arsenale:




O seu exterior, que vale muito a pena conhecer.





A saída e o fim desta grande exposição:

Valeu a pena a viagem de três horas para ir à Bienal e abriu o apetite para a de Arquitectura. Certamente, um dos pontos obrigatórios dos próximos tempos.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Veneza

A ida a Veneza foi curta e com o objectivo principal de visitar a Bienal de Arte [coisa que ficará para outro post] mas também tive a oportunidade de dar uma volta pela cidade. A chegada, claramente, que é feita de barco e esta para mim, foi a melhor maneira de apreciar esta cidade tão peculiar. 




As pontes são o meio de passagem, a pé, entre os canais. Acho que é óbvio que as mulheres aqui, não precisam de fazer ginástica para ficar com um bom rabo.


O paredão da cidade e o local de entrada na mesma. A esta hora deu para apreciar um bonito pôr do sol.


O Palazzo Ducale, mais um daqueles edifícios emblemáticos, dados nas aulas de história.


Chegada à praça de São Marcos, avistamos logo a torre campanário da igreja.


A igreja de São Marcos. Tive muita pena que estivesse em obras, acabou por ser uma desilusão, por não ter podido apreciar toda a sua beleza.



O canal da ponte mais conhecida da cidade, a ponte Rialto [que também estava em obras e toda tapada], com as suas gôndolas já ao anoitecer.


Devo dizer que quando escureceu, já não gostei tanto da cidade. Tem muitas ruas pequenas e ruelas que na escuridão assustam e, para mim, acabaram por tornar a cidade num local desconfortável. Não sei se foi por isso que Veneza, pessoalmente, perdeu um pouco do seu encanto. Mas a verdade é que é uma cidade única e peculiar, que vale a pena ser visitada. Muito ficou por ver, mas outras oportunidades virão para conhecer esta cidade de sonho.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Lago Como

A minha primeira saída para fora de Milão, foi até ao Lago Como. O lugar que TODA a gente me disse que eu deveria ir. Uma hora de comboio e chegamos a uma pequena cidade muito simpática, com um lago e montanhas [tudo aquilo que falta em Milão]. Deu para passear um pouco, almoçar na praça da Duomo e ficar com uma ideia do que era este local que todos falavam. Achei uma cidade bonita, calma e diferente da grande Milão, mas também não achei nada de extraordinário. Valeu o passeio e a boa sensação que tive de estar fora da confusão. Como todas as cidades italianas, esta também tem uma Duomo, no ponto central da cidade.




Depois do almoço fui andar de barco, uma hora de passeio que dá uma volta ao lago e dá para ficar com uma ideia das casinhas e pequenas vilas que há por ali.









No regresso e antes de apanhar o comboio ainda deu para dar uma volta pelo jardim da cidade onde havia uma feirinha e que tem este paredão que nos leva até ao meio da água.

sábado, 12 de dezembro de 2015

Fim de semana em família

Como já estou farta de dizer, tenho sido a maior das sortudas por ter visitas quase fim de semana sim, fim de semana não. Este foi dedicado à família e além do passeio da praxe para ir conhecer os pontos mais emblemáticos da cidade, também deu para aproveitar e conhecer outros locais que ainda não tinha tido a oportunidade de ver. Comecemos então pela Pinacoteca Ambrosiana, onde está exposto parte do Codex de Leonardo da Vinci. Para mim, foi um museu confuso, com muitos sobe e desce e entra e sai [passagem de salas feita pelo pátio]. Grande parte das obras que estão expostas são de contextualização, isto é, os antepassados de Da Vinci, e só mesmo a última sala é que é dedicada ao artista. Não se pode tirar fotos dentro do museu, mas a última sala é uma requintada biblioteca com algumas das páginas do Codex e a sua explicação. O museu valeu por isto, mas só por isto mesmo, acho até que grande parte da sua publicidade acaba por ser enganosa, porque estamos à espera de mais. 


Fotografias do pátio:



Não muito longe, temos a igreja de Santa Maria della Grazie, onde está exposta a Última Ceia de Da Vinci. Não a visitámos neste dia porque é necessário fazer uma marcação, quase com três meses de antecedência, mas no claustro da igreja estava uma mini exposição sobre a obra, feita por causa da Expo. A igreja em si, também vale muito a pena, é tão bonita por fora como por dentro.



Como é óbvio, estando cá o meu irmão e sendo ele um fã de futebol, tivemos que ir conhecer o famoso estádio das equipas milanesas, o San Siro. Não achei o estádio mais espetacular do mundo, mas ficou visto mais um ponto de referencia da cidade.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Edifício Pirelli

O edifício Pirelli foi o primeiro arranha-céus de Milão, feito em 1950, com 31 andares. Durante muito tempo este foi o edifício mais alto da cidade. Apesar de não ter fotografias do seu exterior, este fica ao pé da estação central e é o palco da maior parte das conferências de arquitectura organizadas na cidade. Aqui ficam algumas fotografias da sua vista panorâmica e do seu interior [o último piso].





sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Fundação Prada

Este era um dos edificios que mais curiosidade tinha de conhecer em Milão, abriu este ano e foi desenhado por um dos grandes arquitectos da actualidade — Rem Koolhaas. É assim uma espécie de laboratório experimental onde deram dinheiro ao senhor para ele fazer o que quisesse [mais ou menos como aconteceu na Casa da Música, mas em bom] e além do museu de arte contemporânea, tem uma biblioteca e um café bem simpático. Optámos por não ir ver a exposição porque o edifício só por si já valia mais que a pena. Como fomos num domingo, estava cheio de famílias à aproveitar a tarde e este ambiente tornou-o ainda mais acolhedor. Ficam algumas fotos.



  As cadeiras iguais às do Jardim do Luxemburgo [muitas saudades de Paris].



Se achavam que a moda dos mercados era só por Lisboa, estão bem enganados. Aqui também já chegou, apesar de não haverem tantos, seguem o mesmo conceito. Depois de toda uma tarde na Fundação foi tempo de ir jantar e conhecer o Mercato Metropolitano, é um espaço onde aproveitaram uma antiga estrutura de madeira para colocar barraquinhas de comida no interior e toldos e mesas no exterior para haver espaço para todos. É que nem é preciso mais nada.