Com a Expo e afins novos museus abriram na cidade, além do Mudec mesmo ao lado temos o Armani / Silos, um museu que conta a história da marca e que vale bem a pena visitar. Não só pelos bonitos vestidos que por lá estão expostos mas também pela sua arquitectura, que mais tarde descobri que o edifício tinha sido feito pelo próprio senhor Armani. Acho que está de parabéns.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Cemitério Monumental
Depois de várias tentativas de visitar o cemitério [apanhava-o sempre fechado ou a fechar] lá consegui finalmente entrar. É realmente monumental e bonito mas um pouco assustador por estarmos a falar de um cemitério. Aqui ficam algumas fotos, das poucas que tive coragem de tirar.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
O fim de semana da surpresa
Pois que estava programado a minha prima vir cá com uma das minhas amigas, no entanto esta não tinha chegado a marcar o voo [pelo menos que eu soubesse] e estava à espera de só ter a companhia de uma delas por aqui. Coisa que não chegou a acontecer porque cheguei à estação e tinha lá esta surpresa para mim! [eu já suspeitava mas não queria criar falsas esperanças] Então assim passamos um fim de semana para lá de bom, com frio mas solarengo em que passeamos imenso, aproveitámos a cidade, parámos a cada oportunidade e falámos como se não houvesse amanhã. Soube para lá de bem e deu-me a energia que precisava para continuar [que isto as duas primeiras semanas de regresso, custaram a passar]. No passeio da praxe [aquele que faço sempre para mostrar o básico no primeiro dia] fizemos um desvio para ir ver esta estátua. Feita por um artista italiano contra a bolsa italiana [edifício que está mesmo à frente].
O Castelo Sforzesco é sempre ponto de paragem obrigatória, e com esta luz não podia falhar a foto [apesar de já conhecer muita coisa, continuo a agir como uma turista por aqui].
Logo passando o Castelo temos o parque Sempione e para aproveitar os últimos raios de sol deste dia, aproveitámos para fazer uma pausa e descansar as pernas na relva.
Das coisas que mais se vê por Milão são pastelarias e a minha preferida é a Princi [versão milanesa da Padaria Portuguesa] e claro que tivemos que fazer um lanchinho a meio do passeio.
Brera é dos bairros mais encantadores de Milão e se há coisa que gosto por lá é da Pinacoteca de Brera, não tanto pelo museu em si, mas pelo conceito de neste edifício no piso de baixo ser a faculdade de Belas Artes e no piso de cima o museu, efectivamente.
Lugar onde já tinha passado ao lado mas que nunca tinha entrado, foi no jardim da Porta Veneza. Algum dia teria que entrar e lá fui, com o sol que estava pareceu-me um lugar bastante agradável para uns passeios [não fossem todos os escuteiros que por lá andavam].
Mesmo a seguir ao jardim temos o tão conhecido Quadrilátero da Moda, aqui ficam umas fotos das montras da Via Montenapoleone.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Dos amigos
Em Portugal nunca tive um grupo de amigos, daqueles que se juntam sempre já sem ter que combinar nada. Tenho as amigas de sempre, as do secundário, as da faculdade e por aí. Tenho a facilidade de quando junto todas dão-se super bem [elas dizem que eu tenho o dom de juntar pessoas] mas nunca tive assim um grupo, grupo que se possa dizer que são sempre aquelas com quem estou. Não que eu me importe porque no fundo foram as decisões da minha vida que me levaram a isto [sempre que mudávamos de escola iam todos para um lado e eu para outro] mas por vezes até acho que era bom. Aqui, em Milão, achei que ia arranjar o meu grupo de amigos para tudo e mais alguma coisa — saídas, viagens e afins. Coisa que também não aconteceu. Tenho os amigos de Projecto, os do italiano e das outras disciplinas. Estou sempre com as pessoas em separado e acabei por, mais uma vez, não ter um grupo. Afinal, descobri que sou mesmo assim e não há nada a fazer. Sei que dou-me com as pessoas que quero e que afinal, um grupo de amigos não significa tudo. Que isto mais vale poucos e bons do que muitos só porque sim.
Around Milan
Antes do Natal e do trabalho apertar ainda houve tempo para mais uns passeios por Milão [sim, quero mesmo provar-vos que aqui há muito para fazer]. Num fim de semana de muito frio, o melhor foi mesmo arranjar programas interiores. Comecemos então pelo Museo 900, um museu de arte contemporânea mesmo ao lado da Duomo. Vale a pena não só pela sua arquitectura mas também pelas obras de arte [e pelo quentinho lá dentro, pois claro].
Um dos segredos mais bem guardados de Milão é a Última Ceia de Da Vinci [fica tudo surpreendido quando descobrem que está cá]. Esta fica ao lado da igreja Santa Maria della Grazie no refeitório de um antigo convento de monges. A experiência de visitar tão famosa obra de arte, peca um pouco pelo facto de ser só entrar numa sala, estar lá quinze minutos e então abrirem a porta para nos expulsar de lá. Mas claro que vale muito a pena para quem tem interesse pelas artes.
Assim a par do nosso Lx Factory por aqui há a Fabrica del Vapore. Um local cheio de ateliers, escritórios colectivos e exposições. Visitei num feriado e por isso estava fechado [mas uns trabalhadores deixaram-nos dar uma voltinha] e deu para ficar com uma ideia da atmosfera do local.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
É de mim
Antes de entrar para a faculdade, dava sempre o melhor de mim, queria sempre mais e apesar dos bons resultados que tinha procurava sempre melhorar. Mas a minha ida para o Técnico mudou tudo, o grau de exigência, as tantas coisas para fazer e o pouco tempo para as concretizar mudou a minha maneira de agir e passei a simplesmente querer as coisas feitas. E pronto. Apesar de continuar a ficar muito contente com os bons resultados que fui conseguindo ter ao longo do curso, não voltei a querer mais de mim. Esta mentalidade não me agrada, porque tirando os últimos quatro anos, eu nunca fui assim. No ano passado a projecto, efectivamente, tivemos tempo para fazer as coisas e procurei a perfeição, durante o resto do meu curso não fui assim. Tenho perfeita noção disso e quero voltar ao meu antigo eu. Pois sei que querermos mais e melhor de nós, é meio caminho andado para o sucesso [o resto é trabalho, organização, objectivos e afins]. Espero bem que agora, que vou ter seis meses para me dedicar à minha tese, consiga voltar a este caminho que sempre foi o meu. Não quero fazer só por fazer, quero fazer e bem, tendo o melhor resultado possível. E estar a dedicar-me a um tema que escolhi, que gosto e que quero desenvolver na minha vida futura é mais que o caminho certo para me levar a um bom resultado. Só tenho que fazer por isso.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Há precisamente
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Turim
Esta não era uma das cidades que estava nos meus planos mas com o decorrer das coisas, acabou por me sair na rifa. E ainda bem, foi uma cidade que me surpreendeu muito, pela positiva. Apesar de ter sido, provavelmente, o dia mais frio de sempre [e o único em que decidi usar um vestido]. Valeu a pena a viagem e todo o passeio pela cidade. Ficam aqui algumas fotos.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Home alone
Nos últimos dias tenho estado sozinha em casa. As minhas colegas de casa foram até Portugal e eu por aqui fiquei de volta dos estudos e de projecto. Estar sozinha em casa não é das coisas que mais me agrada [a falta de companhia em alguns momentos é terrível] mas até se passou bem. No meio das minhas organizações, estudos, pensamentos, arrumações e listas [as minhas melhores amigas] o tempo acabou por não ser um inimigo e passou rápido. Se toda a minha experiência aqui fosse assim, seria terrível, mas por uns dias até foi suportável. Passou ainda mais rápido com o pensamento nos próximos dias, as minhas amigas chegam amanhã e no fim desta semana vou a um dos sítios que mais queria conhecer por terras italianas. Portanto, neste caso, a solidão só me vai levar a coisas boas e até foi bom estes dias mais calmos, que servem de preparação para os dias atribulados que aí vêm. Não fosse este mês cheio de coisas boas.




























