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segunda-feira, 4 de julho de 2016
Para começar bem a semana
Nada melhor do que as boas noticias de ver o nosso esforço recompensado. Dediquei a última semana a uma alimentação super clean e além de não ter custado mesmo nada [já não me apetece bolachas ou chocolates, já não me descontrolo a comer isto ou aquilo] foi muito bom ver a recompensa surgir em números reduzidos na balança. Com calma, sem obsessões e fundamentalismos sei que vou chegar onde quero. E se dei muitos passos para trás, foi para aprender a lidar com a situação e a focar-me no que realmente interessa. Agora sim, estou mais que pronta para dar todos os passos para a frente até chegar à meta. Por mim e para mim, sei que este é um caminho que preciso de fazer. E quando a nossa cabeça está tranquila e o foco está nos nossos objectivos, não há nada que nos pare. Agora é só continuar em frente até cortar a fita da chegada.
domingo, 5 de junho de 2016
Itália tornou-me gulosa
Se antes era a rapariga dos salgados, preferindo sempre as batatas fritas, merendas mistas, patês, queijos e muuuuito pão, desde que fui para Itália que isto alterou-se. Claro que continuo a adorar comer estas coisas mas não me custa tanto não comê-las, ao contrário dos doces. Depois de viver rodeada de panettone, brioches da Princi, Nutella [que aprendi a gostar lá], Kinder Bueno por todo o lado, waffles belgas do supermercado e o Outlet dos Doces [uma loja gigante só de doces] com as suas mil e uma maravilhas! Enfim, só coisas boas que me tornaram numa gulosa e que, três meses depois de regressar, ainda continuo assim. Logo eu que nunca fui de doces, só uma ou outra sobremesa de vez em quando. Portanto, nesta coisa da alimentação saudável, depois de ter interiorizado o beber muita água por dia e o fazer exercício fisico regularmente, o tentar escolher sempre as opções mais saudáveis e ter aprendido a controlar-me e a distinguir fome de vontade de comer [comecei a fazer tudo em passos pequeninos depois de ter explodido ao cumprir a dieta à risca durante um mês e tal] chegou a hora de cortar, definitivamente, com os doces. Apesar de andar a portar-me bem, há sempre um bolo ou outro ao fim de semana, chocolate depois de almoçar ou umas coisinhas que a minha mãe vai trazendo e eu não resisto. Mas já chega. O objectivo agora é limitar o açúcar ao da fruta e ao dos iogurtes [que também só têm a frutose da fruta]. Depois, um passo de cada vez, é fazer por reduzir as doses, porque mesmo comendo coisas saudáveis, acho sempre que como demais... Por agora, é focar-me [ou esquecer-me] que o açúcar existe e fazer com que o meu corpo perceba que não preciso dele, isto para depois introduzi-lo de forma controlada e pontual. Como sempre foi, aliás.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Ora vamos lá ver
Gosto de bolachas de canela, de sobremesas com maçã, mato-me por um croissant com queijo, viciei-me em waffles em Itália, adoro pão fresco com manteiga, de comer palmiers sentada no sofá e os únicos iogurtes que gosto mesmo, mesmo, são os Gregos da Danone. E basicamente é isto. As coisas que não fazem bem que mais gosto. Tudo aquilo que tenho comido entretanto, são coisas que como porque sim mas que não gosto assim tanto, tanto. E por agora acabou. Mesmo. Quero recuperar o meu peso, fazer uma limpeza de açucares ao meu corpo e fazer por me alimentar da forma mais saudável possível, com escolhas inteligentes. E quando for hora de prevaricar [daqui a quinze dias, uma vez por semana] que seja com coisas que realmente gosto e não com aquilo que a gula chama por mim. A dieta fez-me gorda e eu não quero mais isso. Quero simplesmente ter uma alimentação saudável e como consequência disso perder o peso que ganhei nos últimos tempos. A minha cabeça pode ser tramada mas eu sou mais tramada que ela. Agora é que vai ser.
domingo, 24 de abril de 2016
Diet off
Esta semana bem que posso dizer que a dieta entrou em modo pausa. Decidi que ia deixar de me preocupar com as proibições e caso me apetecesse alguma coisa iria comer [sem excessos e uma por dia]. Claro que continuei com as refeições principais dentro do plano [e a fazer exercício] mas ao fim do dia e à noite principalmente acabei por me exceder, a privação de açúcar, que nunca foi um problema para mim, agora mostrou-se de forma feia, digamos que acabei por fazer uma limpeza geral à dispensa cá de casa. Quero perder o peso que ganhei em Itália, quero ser saudável e estar em forma [não mega fit, aceitável só] e acima de tudo, quero não ser uma preocupada com a comida. Bem sei que foi este último mês sempre preocupada com o que levava à boca que me levou a ter estes ataques excessivos. Ainda não me pesei nem medi e a única coisa que espero é não ter aumentado e ter mantido os números [porque nem tudo foi mau] e a partir daqui quero um reset. Seguir o plano da nutricionista mas não me preocupar tanto com o que não posso comer, que isto a cabeça é tramada e bem sei que foi isso que me fez mal. Só quero ser equilibrada e levar isto de forma mais descontraída. Nem que para isso perca peso mais devagar. Ao meu ritmo. Que isto, se eu fosse daquelas pessoas que só come porcarias [pizzas, hambúrgueres, refrigerantes e afins] era muito fácil perder peso rapidamente, cortando com tudo, mas como eu sempre fui minimamente equilibrada já não acontece o mesmo. Portanto, é levar as coisas com calma, que eu hei-de recuperar. Demore o que demorar.
terça-feira, 19 de abril de 2016
Receitas da dieta
Isto de andar em dieta tem-me feito pesquisar muitas receitas saudáveis, para não andar a comer sempre o mesmo e para me inspirar em invenções saborosas. Sim, é mesmo verdade que podemos estar em dieta e continuar a comer coisas com sabor. Apesar de também me saber bem um bifinho de frango grelhado ou peixe cozido, gosto de inventar. Principalmente à hora do jantar, porque os almoços são sempre feitos à pressa para levar na marmita. Aqui ficam algumas das receitas feitas nos últimos tempos que têm mesmo que experimentar.
Ovos cozinhados em tomate. Nada mais fácil: uma lata de tomate pelado, uma colher de molho de tomate, temperar, deixar ferver, juntar ovos e esperar que fiquem no ponto. O acompanhamento mais simples é mesmo a salada, que gradualmente começo a ficar fã [quando acompanhada de coisas quentes, tenho um problema com comida fria]. Tornou-se um dos meus pratos favoritos!
Uma invenção minha: frango com cebola, alho, rebentos de mungo e alho francês. Juntar tudo numa wok e deixar cozinhar. Comi só assim num jantar, mas o que sobrou, juntei-lhe bulgur e deu para um almoço. Super rápido e delicioso.
Esta foi uma receita retirada do Dias com Mafalda [tem por lá muitas receitas com ingredientes "esquisitos" mas depois há outras bem simples]. Rolo de carne de frango com courgette e cenoura, esta já deu um pouco mais de trabalho mas como era muita carne deu para congelar e servir para várias refeições. A acompanhar, uma espécie de ratatouille que inventei: batata doce, courgette, cenoura e tomate, temperados e com um fio de azeite no forno, tornou-se a minha maneira preferida de comer legumes.
Outro blog onde tenho ido buscar muitas inspirações é ao Casal Mistério [apesar de também lá ter receitas com ingredientes elaborados, há outras muito simples e práticas, como é o caso desta]. Queques de legumes e ovo: cenoura ralada, milho e ervilhas. Colocar numa forma os legumes, o ovo mexido por cima e finalizar com um pouco de queijo mozzarella ralado. Levar ao forno por 20 minutos. Tornou-se outro dos meus pratos preferidos, ficaram óptimos! E como se fazem, pelo menos 12, dá sempre para congelar e usar noutras refeições.
Agora os doces, assim para os lanches de fim de semana, tenho tentado fazer umas coisinhas mais apetitosas [já me basta ter que comer iogurte com sementes durante toda a semana] mas sem deixarem de ser saudáveis e dentro da linha. Esta então é muito simples. Queques de banana e morangos: esmagar duas bananas, juntar três ovos e mexer. Colocar no fundo das formas, morangos cortados aos bocadinhos e a massa por cima. Levar ao forno por 20 minutos e têm um lanche saboroso e nutritivo!
Como podem ver, não é mesmo preciso deixar de comer coisas boas estando em dieta e as minhas pesquisas e experimentações têm sido a prova disso! Vou partilhando as minhas invenções.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Visita à nutri
Ontem foi dia de ir visitar a nutricionista. Depois de um mês em dieta, estava na hora de lá ir. O peso perdido não foi assim tanto [3 kg] mas a nível de barriga e rabo perdi bastantes centímetros o que é bom sinal no que toca à redução de volume. Foram feitos uns reajustes na alimentação [o que também é bom para não enjoar] e agora que comecei a fazer exercício a coisa só tem tendência para melhorar. Daqui a um mês estou de volta, vamos lá ver se me consigo superar e obter melhores resultados. Só depende de mim.
sábado, 9 de abril de 2016
As minhas trocas
Estou a fazer um dramalhão desta dieta quando na verdade não se alterou assim tanta coisa na minha alimentação. Lá está, o problema não é o que como mas o que não posso comer. E aquelas coisas que antes comia de vez em quando e que me sabiam pela vida [e que comia sem culpa nenhuma] agora são as coisas em que penso todos os dias. E saindo um bocadinho fora do plano, sinto-me logo super mal. Não quero ser assim para o resto da vida! Só até recuperar o meu peso, vá. E pronto, além de ter deixado de comer bacalhau à Brás ou bifes com molho [coisas que já não comia em Milão] aqui estão as outras trocas que tive que fazer e que não custaram assim tanto porque também são coisas que gosto.
Ao pequeno almoço: deixei o café com leite e troquei-o por chá, assim como substituí a manteiga por queijo fresco magro. O pão de cereais ou de mistura já comia, não consigo é comer só uma fatia, continuo com duas, que de manhã sou uma pessoa de alimento.
A meio da manhã costumava comer uma barra de cereais e uma peça de fruta, coisas que agora foram substituídas por bolachas de milho [que era aquilo que eu comia antes quando me apetecia mordiscar qualquer coisa] ou marinheiras [uma espécie de bolachas de água e sal] e um queijinho A vaca que ri light.
Ao almoço posso comer qualquer peixe ou carnes magras, portanto deixei-me de carne de vaca que tanto gosto [porco já não comia] e os hidratos mantém-se no prato, em menor quantidade, acompanhados de legumes ou salada [antes ou comia uma coisa ou outra].
Ao lanche, por aqui costumava comer um pão com queijo, um iogurte grego ou uma merenda no bar, enquanto que em Milão comia somente umas bolachas integrais [e depois fruta quando chegava a casa]. Agora como fruta uma hora e meia depois de almoço, um iogurte com aveia e sementes a meio da tarde e outra peça de fruta uma hora e meia antes do jantar.
Ao jantar, o habitual era comer sopa e depois pão, tostas ou torradas com qualquer coisa. Esta parte agora foi substituída por proteína [normalmente ovo] com legumes ou salada.
A ceia nunca foi uma coisa regular, caso saísse não comia nada, caso ficasse em casa à frente da televisão sempre variava entre pipocas, palmiers ou bolachas [em Milão eram bolachas ou waffles, terrível]. Agora como uma gelatina, um queijinho ou uma bolacha de arroz.
A juntar a isto tudo deixei-me de beber refrigerantes, sumos naturais e afins e só bebo água ou chá, coisa que não me custa assim tanto.
E agora percebo que apesar de ter uma alimentação normal em Milão, comia muitas vezes massa, depois da sopa ao jantar, excedia-me sempre com mais qualquer coisa e à falta de levar lanche para a faculdade comia sempre um kinder bueno [uma óptima decisão]. Para não falar que os fins-de-semana de passeio envolviam brioches ou croaissants ao pequeno almoço, capuccinos a cada pausa e pizza ou massa em todas as refeições. Tudo ligeiro portanto. Vai na volta não me alimentei assim tão bem por lá. Agora é tempo de recuperar.
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Um pequeno retrocesso
Já sabia que iria ser assim. Excedi-me na páscoa, excedi-me [muito] no último sábado. Durante a semana apesar de ter feito as melhores escolhas nos restaurantes, acabaram por ser exageros na mesma que se repercutiram nos erros que cometi à tarde. Tenho um problema de compulsão com a comida, quando começo não consigo parar e as últimas semanas ainda não foram o suficiente para alterar este mau hábito. Preciso de ganhar auto controlo, coisa que sei que não é fácil. É preciso disciplina e força de vontade. Sei também que esta semana já vai ser melhor porque vou começar a fazer exercício. Mas mesmo assim não há desculpas para a semana que passou. Todos andam a fazer um esforço para que este plano corra bem e eu não o posso boicotar, dia sim dia não, com uma desculpa qualquer. Também sei que este peso se deve "aquela semana do mês" mas não queria que a balança tivesse voltado a subir tanto. Vamos lá começar com o exercício, para perder de uma vez estes quilos todos que vieram a mais comigo de Itália. Preciso de os perder para me voltar a sentir bem comigo e deixar-me desta luta [porque agora que não posso é que ando obcecada com doces e afins] e só com exercício e disciplina na alimentação é que vou conseguir. Vamos lá.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Dos molhos
Pois que sempre adorei o molho da comida. De um peixe no forno, de uma carne estufada, de uns bifes de cebolada, enfim. Havia lá coisa melhor que molhar o pão no molho durante a refeição? Em tempos, numa altura em que ganhei uns 2/3 quilinhos, aniquilei com esse vicio do pão e molho à refeição. Não deixei de comer as mesmas coisas mas sabia que cortar com este hábito só ia fazer bem e fez. Quanto aos molhos processados [?], desses nunca fui fã. Era capaz de comer ketchup de vez em quando mas nunca encher as batatas com ele, por exemplo. Até que a moda das hamburguerias chegou e descobri que, afinal, gostava de maionese. A maior desgraça da vida! Agora é hamburgueres, batatas e o que mais vier com este molho. Claro que isso se fez notar na balança a longo prazo. Agora que estou em dieta e na maior das restrições alimentares claro que os molhos são todos proibidos mas ainda ontem me pus a pensar. Se antes comia um hamburguer sem nenhum molho, quão dificil será fazer isso novamente? Não preciso de deixar de comê-los mas posso reduzir-lhes drasticamente as calorias retirando o molho, então porque não? Se também fui capaz de deixar de comer pão com molho às refeições também sou capaz de deixar a maionese. Agora claro que está completamente fora de questão mas assim que perder o peso que preciso lá voltarei a comer as coisas que mais gosto mas de maneira a não estragar tanto. Não é difícil e só nos faz é bem. Truques para no meio da desgraça, não estragar tanto. Ahah.
sábado, 26 de março de 2016
O meu problema
Não quero a andar a ser mega chata com esta coisa da dieta. Mas depois de três semanas disto cheguei a duas conclusões. O meu problema não é a comida saudável, as refeições são bastante normais, com coisas que gosto e as outras que não como, se já não me faziam falta em Milão porque haveriam de fazer agora? [por exemplo, lá não comia carne de vaca]. Os snacks também não me chateiam nada. Fruta eu adoro, as bolachas que posso comer agora já eram as que comia antes [a maior parte das vezes], só mesmo os iogurtes é que é pior, primeiro porque antes só comia dos gregos [prefiro esta consistência] e depois por que lanchar somente um iogurte não me agrada nada. O problema mesmo é não poder comer aquilo que quero quando me apetece. Lá está, antes queria almoçar um hamburguer e lá ia eu, antes queria um croaissant e era isso que lanchava, antes apetecia-me uma waflle e ia ao supermercado comprar, antes queria umas bolachas e atacava logo a dispensa. Enfim. Não que fizesse isto todos os dias, mas não deixa de ser o meu maior problema, porque agora não posso e fico-me pelo "apetecer". O pior é que agora penso nestas coisas TODOS os dias, o que dificulta ainda mais. O segundo problema é custar-me comer "só aquilo", sou uma pessoa de alimento e gosto de comer. Agora estar reduzida a certas doses, torna o processo complicado, não porque fique com fome mas porque fico com aquela ansiedade do querer continuar a comer [ou comer mais qualquer coisinha] e não poder. Também acho que é uma questão do meu corpo se habituar a estas quantidades, nada que o tempo não resolva. Quanto aos doces e salgados, é uma questão de pensar que assim que atingir o meu objectivo vou poder voltar a comer estas coisas todas outra vez. Com conta, peso e medida. Pois claro.
quinta-feira, 24 de março de 2016
Da dieta
Há dias e dias. Estive para aí super obcecada em procurar receitas saudáveis [e por estar sempre a olhar para comida, ficava invariavelmente cheia de fome] e a contar todas as calorias que comia, dando em louca por passar ali um bocadinho da linha. Chega. Quero perder peso mas não ser uma obcecada com a alimentação e tudo aquilo que como. Claro que agora no início tenho que ser mais restrita, seguir tudo à regra e não inventar muito. Nesta segunda semana de dieta não perdi peso e sei o que fiz mal. Agora é corrigir os erros e continuar com força [nunca ninguém disse que perder peso era fácil] para atingir o meu objectivo. Nao custa assim tanto quando pensamos nisto como alimentação normal e não uma restrição, mas há dias mais difíceis que outros. E o objectivo, é não dar em louca com isto, já dando. Preciso de ver os números na balança a descer para ficar mais descansada. É isso.
segunda-feira, 14 de março de 2016
Dos novos hábitos
Depois de regressar de Itália, o lugar da terra de onde vem tudo de bom (pizza, massa, panettone, kinder, nutella e por aí podíamos continuar) está na altura de fazer uma dieta, perder uns quilinhos e fazer por ter uma alimentação mais saudável. Lá isto já ia acontecendo, mas só durante a semana, que isto chegavam os fins de semana de visitas e era ver-me a comer porcarias [alias, coisas para lá de boas] de manhã à noite. Enfim. As duas últimas semanas também não ajudaram. Uma porque passei em modo férias a comer de tudo [e super focada nos óptimos croaissants que não existem por Milão] e outra de trabalho intenso, refeições fora de horas e muito açúcar para compensar a falta de sono. Toda uma desgraça que se reflectiu na balança. Agora é perder os quilos ganhos [e mais uns quantos, sff] e focar-me, para sempre, numa boa e equilibrada alimentação. Que
os pecados até podem continuar a existir, só não podem é ser todos no mesmo dia. Vamos lá.









