Agora que já chegou o tempo mais fresco, posso, finalmente, terminar os meus posts sobre o Erasmus! É que neve e chuva não calhava nada bem com o calor. Da Suíça ficam algumas fotos por onde passei, muita neve inspiradora. E muito frio, claro.
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segunda-feira, 17 de outubro de 2016
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
NY
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Termas de Vals
Para uma estudante de arquitectura, tendo a oportunidade, mesmo que isso envolva um desvio de algumas horas, não poderia perder a oportunidade de conhecer esta obra, de um grande arquitecto — Peter Zumthor. Adorei a experiência, valeu imenso a pena, esta autêntica aula de arquitectura.
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Roma 1.8
O último dia reduziu-se a meio, que à tarde houve um comboio para apanhar. Vi e conheci muito da cidade mas ainda ficou muito para ver [por isso mesmo já tenho a próxima ida marcada]. Aqui ficam as fotos do último passeio, que foi brindado pelo sol [apesar do frio], pelos jardins da Villa Borghese.
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Roma 1.7
O dia da subida à cúpula, é uma das coisas que mais gosto de fazer quando conheço uma cidade. E claramente, que esta não desiludiu. A igreja de São Pedro é gigante mas a subida não custou assim tanto. O pior foi mesmo estar lá em cima, que parece que agora, ganhei medo às alturas [tremeliques e suores por todos os lados].
A cúpula vista por dentro.
A sua subida. A foto não está torta, as paredes é que são assim! E a impressão que mete ao subir isto?
A vista do topo.
A vista do terraço.
As estátuas que lá debaixo parecem minúsculas e que ao perto são gigantes [só é pena estarem mais trabalhadas da parte da frente do que atrás].
terça-feira, 10 de maio de 2016
Roma 1.6
Outro dia de passeio e muitos quilómetros nas pernas. Roma é mesmo assim, uma cidade para aproveitar a pé [não serão todas?] para descobrir os seus recantos e encantos. Ver as suas obras monumentais tanto de dia como à noite. É uma cidade que vale mesmo a pena. Ver e rever, até à exaustão.
O interior da igreja do povo, bastante modesto portanto.
Igreja de Santa Maria Maggiore — uma das quatro igrejas Papais na cidade.
O túmulo do Bernini, assim o senhor que fez quase tudo o que é digno de ver em Roma.
O Coliseu ao pôr do sol.
O túmulo feito por Miguel Ângelo. A obra que o levou a Roma mas que demorou anos a acabar por se meterem outros trabalhos pelo meio, a Capela Sistina, por exemplo.
O mercado e a coluna de Trajano.
O meu segundo gelado em Itália, o primeiro tinha sido em Milão [sim, não sou fã desta iguaria e portanto em cinco meses só comi dois gelados].
A Fontana di Trevi, suspeito que acabámos todas as noites aqui.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Pequenas coisas
Já há muito tempo que não comprava um porta-chaves em viagem. Normalmente os souveniers que trago são lápis para mim e ímans para o frigorífico lá de casa. Desta vez, adorei um porta-chaves que vi e lá trouxe. E não é que ao chegar a casa e olhar para as minhas chaves apercebi-me que andava com a última cidade que amei de paixão? Paris. Não é que não goste dos sítios que vou conhecendo, porque gosto, mas não posso dizer que gosto de todos eles da mesma maneira. Agora quando voltei de Barcelona, senti o mesmo que ao voltar de Paris. Pura felicidade e satisfação nesta viagem. Por motivos completamente diferentes mas que me fizeram voltar a amar novas cidades [quase tanto como Nova Iorque]. E portanto, tudo isto para dizer, que, pelos vistos, gosto que andem comigo as cidades que me marcam. E já estava mais que na altura de substituir o meu porta-chaves. Por todos os motivos.
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Voltei de coração cheio
Fui em Abril, voltei em Maio. Não tinha noção do quanto estava a precisar desta viagem. Pois que só agora é que me apercebi do quão stressante foi afinal o regresso de Erasmus, o fazer dieta, a nova rotina e até mesmo a tese. Estes dias fizeram-me aperceber de uma série de coisas [que só dependem de mim para manter/mudar o que for necessário], deram para matar as muitas saudades de uma amiga querida e do namorado e fizeram-me relaxar e abrandar o ritmo. Só ter que me preocupar com o passeio e com o local onde comer a seguir foi mesmo a melhor terapia que podia ter. E claro que todas as conversas enquanto caminhávamos, às refeições ou já à noite na varanda [o tempo esteve tão bom] ajudaram-me a pôr a cabeça no lugar. Desliguei muito do mundo digital, absorvi a cidade e aproveitei todos os momentos. Regresso assim, mais calma e serena comigo mesma. Mais que pronta para voltar ao trabalho e para cumprir os objectivos com os quais me comprometi. Agora com a calma e a força que estava a precisar. Voltar de cabeça fresca e coração cheio, foi o melhor que Barcelona me deu. Obrigada.




















