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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Suiça

Agora que já chegou o tempo mais fresco, posso, finalmente, terminar os meus posts sobre o Erasmus! É que neve e chuva não calhava nada bem com o calor.  Da Suíça ficam algumas fotos por onde passei, muita neve inspiradora. E muito frio, claro.







quarta-feira, 24 de agosto de 2016

NY


Faz dez anos que fui a Nova Iorque pela primeira vez. Com uns míseros 12 anos, claro que quem organizou a viagem foram os meus pais [mais o meu pai que já lá tinha estado], foi a vez em que vi mais coisas e descobri mais mundo. Até então não sabia que podia existir uma cidade tão agitada, com prédios tão altos, com tanta diversidade de gente. Foi a vez em que andei de barco ao pôr do sol com a estátua da Liberdade ao fundo, fui de limusine até ao outro lado do rio Hudson, subi ao Empire State Building, estive dentro de um Concord que estava exposto num porta aviões e visitei a sede da ONU, andei pela primeira vez de metro. Descobri o Central Park, os encantos da 5ª Avenida, a loucura de Times Square à noite, comi os melhores cachorros quentes de sempre, vi animais embalsamados no Museu de História Natural, andei em elevadores tão rápidos que me faziam doer os ouvidos, fiz compras como nunca tinha feito até então, trouxe para casa um dos meus peluches preferidos da loja mais amorosa do mundo e adormeci num restaurante de tão exausta que estava. Aprendi tanta coisa, guardei tantas memórias em família e apaixonei-me pela cidade. Aquela que é tal e qual como aparece nos filmes e só ganha mais encanto com isso. Três anos depois voltei, em pleno Inverno e com a cidade decorada pelo Natal. Conheci outras coisas, passeamos à deriva, fomos ao Top of the Rock, entrámos em todas as lojas e mais algumas só para aquecer um bocadinho, comprei o meu primeiro conjunto de maquilhagem na Macy's, perdi-me na Victoria's Secret e descobri a Abercrombie&Fitch. Dois anos depois, nova viagem aos Estados Unidos e com surpresa no fim, com uns últimos dias em Nova Iorque. Era Primavera e só queria passear na rua, fui ao High Line com o meu pai [quando ainda nem se falava nisso], fomos à ponte de Brooklyn ver a cidade de outra perspectiva, admiramos o tecto da Cetral Station, vi a exposição do Alexander McQueen e do Harry Potter, descobri o Burguer Joint no lobby de um hotel e ficamos no quarto com a melhor vista de sempre [e no andar mais alto em que já dormi]. Mais três anos passaram e voltei, assim de repente, soube um mês antes que íamos voltar. Desta vez com o meu irmão, em pleno Verão, fomos visitar os aquilo que ele ainda não conhecia e eu, como estudante de arquitectura, quis ver edifícios icónicos que agora despertavam o meu interesse — Seagram Building e o Guggenheim — e fui, finalmente, ao jardim zoológico ver os pinguins do Diário da Princesa.  Tantas memórias Sempre viagens em família, as primeiras completas, a terceira só com o meu pai e a última com ele e o meu irmão. Agora estou a acabar o curso e como prometido irei voltar a Nova Iorque [poderia pedir melhor prenda do que esta?], desta vez com uma amiga — a melhor companheira de curso e das melhores coisas que o Técnico me trouxe — terei todo o prazer de lhe dar a conhecer a minha cidade do coração. Voltarei aos lugares mais emblemáticos e conhecerei outros tantos, porque Nova Iorque é mesmo assim, por muitas vezes que lá vá, existirão sempre coisas que ficaram por ver. Sei que é um cliché gostar tanto desta cidade, mas é mesmo uma paixão e significa muito para mim, por todas as descobertas e aprendizagens [seguramente que foi a minha primeira viagem de menina crescida] e principalmente pelas boas memórias que me vêm à cabeça. Tenho 22 anos, tenho a sorte de já ter viajado muito e principalmente de ter ido tantas vezes à minha cidade predilecta. Enfim, que continue a ser uma sortuda para este ser o meu destino muitas e muitas vezes. 

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Termas de Vals

Para uma estudante de arquitectura, tendo a oportunidade, mesmo que isso envolva um desvio de algumas horas, não poderia perder a oportunidade de conhecer esta obra, de um grande arquitecto — Peter Zumthor. Adorei a experiência, valeu imenso a pena, esta autêntica aula de arquitectura.

















sexta-feira, 13 de maio de 2016

Roma 1.8

O último dia reduziu-se a meio, que à tarde houve um comboio para apanhar. Vi e conheci muito da cidade mas ainda ficou muito para ver [por isso mesmo já tenho a próxima ida marcada]. Aqui ficam as fotos do último passeio, que foi brindado pelo sol [apesar do frio], pelos jardins da Villa Borghese.







quinta-feira, 12 de maio de 2016

Roma 1.7

O dia da subida à cúpula, é uma das coisas que mais gosto de fazer quando conheço uma cidade. E claramente, que esta não desiludiu. A igreja de São Pedro é gigante mas a subida não custou assim tanto. O pior foi mesmo estar lá em cima, que parece que agora, ganhei medo às alturas [tremeliques e suores por todos os lados].


A cúpula vista por dentro.


 A sua subida. A foto não está torta, as paredes é que são assim! E a impressão que mete ao subir isto?



A vista do topo.


A vista do terraço.


As estátuas que lá debaixo parecem minúsculas e que ao perto são gigantes [só é pena estarem mais trabalhadas da parte da frente do que atrás].

terça-feira, 10 de maio de 2016

Roma 1.6

Outro dia de passeio e muitos quilómetros nas pernas. Roma é mesmo assim, uma cidade para aproveitar a pé [não serão todas?] para descobrir os seus recantos e encantos. Ver as suas obras monumentais tanto de dia como à noite. É uma cidade que vale mesmo a pena. Ver e rever, até à exaustão. 


O interior da igreja do povo, bastante modesto portanto.


 Igreja de Santa Maria Maggiore — uma das quatro igrejas Papais na cidade.


O túmulo do Bernini, assim o senhor que fez quase tudo o que é digno de ver em Roma.



O Coliseu ao pôr do sol.


O túmulo feito por Miguel Ângelo. A obra que o levou a Roma mas que demorou anos a acabar por se meterem outros trabalhos pelo meio, a Capela Sistina, por exemplo.





O mercado e a coluna de Trajano.


O meu segundo gelado em Itália, o primeiro tinha sido em Milão [sim, não sou fã desta iguaria e portanto em cinco meses só comi dois gelados].


A Fontana di Trevi, suspeito que acabámos todas as noites aqui.

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Pequenas coisas


Já há muito tempo que não comprava um porta-chaves em viagem. Normalmente os souveniers que trago são lápis para mim e ímans para o frigorífico lá de casa. Desta vez, adorei um porta-chaves que vi e lá trouxe. E não é que ao chegar a casa e olhar para as minhas chaves apercebi-me que andava com a última cidade que amei de paixão? Paris. Não é que não goste dos sítios que vou conhecendo, porque gosto, mas não posso dizer que gosto de todos eles da mesma maneira. Agora quando voltei de Barcelona, senti o mesmo que ao voltar de Paris. Pura felicidade e satisfação nesta viagem. Por motivos completamente diferentes mas que me fizeram voltar a amar novas cidades [quase tanto como Nova Iorque]. E portanto, tudo isto para dizer, que, pelos vistos, gosto que andem comigo as cidades que me marcam. E já estava mais que na altura de substituir o meu porta-chaves. Por todos os motivos. 

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Voltei de coração cheio


Fui em Abril, voltei em Maio. Não tinha noção do quanto estava a precisar desta viagem. Pois que só agora é que me apercebi do quão stressante foi afinal o regresso de Erasmus, o fazer dieta, a nova rotina e até mesmo a tese. Estes dias fizeram-me aperceber de uma série de coisas [que só dependem de mim para manter/mudar o que for necessário], deram para matar as muitas saudades de uma amiga querida e do namorado e fizeram-me relaxar e abrandar o ritmo. Só ter que me preocupar com o passeio e com o local onde comer a seguir foi mesmo a melhor terapia que podia ter. E claro que todas as conversas enquanto caminhávamos, às refeições ou já à noite na varanda [o tempo esteve tão bom] ajudaram-me a pôr a cabeça no lugar. Desliguei muito do mundo digital, absorvi a cidade e aproveitei todos os momentos. Regresso assim,  mais calma e serena comigo mesma. Mais que pronta para voltar ao trabalho e para cumprir os objectivos com os quais me comprometi. Agora com a calma e a força que estava a precisar. Voltar de cabeça fresca e coração cheio, foi o melhor que Barcelona me deu. Obrigada.  

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Viajar está dentro de mim


Vivo em constante ansiedade de conhecer o mundo. Ir a novos lugares, ter novas experiências, criar novas memórias. Não que desta vez vá a um sítio novo, mas sei que o vou viver de maneira completamente diferente. E mais importante que tudo, vou matar saudades de duas das minhas pessoas preferidas. A mala já está feita, o bilhete impresso e eu mais que pronta para partir novamente. Agora é fazer tudo o que ainda falta hoje [vai ser um dia longo] e à noite apanhar o avião que me vai levar ao abraço mais apertado. Até já.