
No primeiro dia do ano, vomitei. Ah e tal, andaste a beber e deu nisso. Não, claro que não e por isso mesmo tanta indisposição só podia ser mau sinal. E foi, claro que foi.
Os dois primeiros meses passaram-se com normalidade até com alguns picos de alta felicidade, mas depois veio o terceiro mês do ano e o meu mundo foi por aí a baixo. Uma relação acabou, um desespero começou e veio a angústia... que se prolongou até ao início do Verão.
A silly season foi bem vivida com alguns altos e baixos.
Depois voltou a escola e muitas coisas mudaram no meu ser, fiz coisas diferentes, agi de outra maneira, mudei.
Para melhor? Não sei, mas não me arrependo de nada do que fiz. Nem este ano, nem no ano passado, que já é mais que passado. Algumas coisas já quase perdidas na memória.
Há sempre aquelas memórias, as mais insignificantes na altura, mas que são as mais importantes agora, que ficam marcadas, para sempre.
Um ano de mudanças, que não se pode dizer que tenha sido nem o melhor nem o pior, apenas mais um no meio de tantos outros com histórias boas e outras menos boas.
Resumindo: comecei o ano com três furos, acabo com cinco. Comecei o ano com namorado acabo sem ele. Comecei o ano menina, acabo mulher. Comecei o ano com os amigos, acabo com muitos mais.
E é tudo isto, as coisas boas e as coisas más que nos fazem andar para a frente.
Porque o que tem de ser tem que ser e o que tem que ser tem muita força.
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