sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Porque a vida é mara e cada vez mais acho isso

Não acredito que ninguém  seja feliz a 100%. É impossível. A banalidade da vida é chata. Nem tudo corre como queremos nem todas as pessoas agem como nós esperamos. É normal. Se perguntasse a não sei quantas pessoas se trocaria a sua vida para ficar a vegetar nas Maldivas todos diriam que sim, mas até isso iria tornar-se chato. A nossa vida não é assim. A nossa vida são os nossos compromissos, as nossas rotinas e obrigações e por fim, o que fazemos nos intervalos disso. Nesses momentos é que somos verdadeiramente felizes. Quando estamos em paz, a fazer alguma coisa pela qual desejamos, na companhia de quem gostamos. Caramba. Eu posso estar cansada da minha tese e de estar em casa mas se me perguntassem o que eu preferia estar a fazer neste momento, nem sei o que responder. Estou a fazer uma tese sobre aquilo que sempre quis com a finalidade de cumprir um dos meus objectivos — acabar o curso. E esta banalidade que se transformaram os meus dias entre livros, folhas, apontamentos e documentos de Word até pode ser chata, um processo moroso e cansativo. Mas acredito que no dia em que o terminar vou sentir uma felicidade inexplicável. Porque cumpri o meu objectivo, fiz o meu trabalho o melhor que pude e acima de qualquer coisa cheguei ao fim de um percurso, que me vai deixar muito feliz. Estes dias daqui a uns tempos vão ser uma névoa na minha cabeça e o que vai ficar vai ser a boa sensação de ter acabado e de ter partilhado isso com quem gosta de mim. Até posso ter a orientadora mais ocupada desta vida, posso estar nervosa com o que ainda falta fazer mas sei que vou conseguir. Só tenho que conseguir. A vida é mesmo assim. Uma sequência de dias não tão bons assim que nos levam a dias mesmo muito bons. E se não sei o que virá depois, porque não sei mesmo. Sei que, apesar de tudo, tenho tudo o que quero [não preciso de mais nada mesmo], tenho uma família que me adora e apoia, tenho as minhas amigas e o meu namorado. Enfim. Tudo aquilo que é preciso para fazer dos dias especiais, dias mesmo bons. Disso eu tenho a certeza. E entre[tanto] a vida vai passando e vamos concretizando os nossos sonhos. Porque acredito mesmo que nascemos para ser felizes. Mesmo que não seja o dia inteiro, todos os dias. Mas sim na grande parte deles. Porque a vida é mara, mesmo com alguns aborrecimentos e dias difíceis pelo meio.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Acho os vlogs estúpidos

Pronto já disse. Primeiro não percebo o interesse de mostrar toda a nossa vida ao mundo [como se fosse assim tão interessante] e ainda a deixar para toda a eternidade no recôndito mundo do Youtube. Depois não percebo qual é o gozo de andar sempre com uma câmera atras a falar para ela em vez de se falar com pessoas no geral  e ver o mundo com olhos de gente em vez de ser através de uma lente. Pronto, coisas que me fazem comichão. E por último, e talvez o mais importante [porque se não fosse quem vê, ninguém  se ia dar ao trabalho de os fazer] não percebo quem perde tempo a ver vídeos da vida alheia. Muito tempo livre, imagino eu. Enfim, em vez de se aproveitar a vida estar à frente de um computador a ver a vida dos outros. Mas isto sou eu, que já me canso de ter que trabalhar todos os dias no computador e quando posso quero é livrar-me dele. Pergunto-me mesmo até onde este mundo irá parar...

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

NY


Faz dez anos que fui a Nova Iorque pela primeira vez. Com uns míseros 12 anos, claro que quem organizou a viagem foram os meus pais [mais o meu pai que já lá tinha estado], foi a vez em que vi mais coisas e descobri mais mundo. Até então não sabia que podia existir uma cidade tão agitada, com prédios tão altos, com tanta diversidade de gente. Foi a vez em que andei de barco ao pôr do sol com a estátua da Liberdade ao fundo, fui de limusine até ao outro lado do rio Hudson, subi ao Empire State Building, estive dentro de um Concord que estava exposto num porta aviões e visitei a sede da ONU, andei pela primeira vez de metro. Descobri o Central Park, os encantos da 5ª Avenida, a loucura de Times Square à noite, comi os melhores cachorros quentes de sempre, vi animais embalsamados no Museu de História Natural, andei em elevadores tão rápidos que me faziam doer os ouvidos, fiz compras como nunca tinha feito até então, trouxe para casa um dos meus peluches preferidos da loja mais amorosa do mundo e adormeci num restaurante de tão exausta que estava. Aprendi tanta coisa, guardei tantas memórias em família e apaixonei-me pela cidade. Aquela que é tal e qual como aparece nos filmes e só ganha mais encanto com isso. Três anos depois voltei, em pleno Inverno e com a cidade decorada pelo Natal. Conheci outras coisas, passeamos à deriva, fomos ao Top of the Rock, entrámos em todas as lojas e mais algumas só para aquecer um bocadinho, comprei o meu primeiro conjunto de maquilhagem na Macy's, perdi-me na Victoria's Secret e descobri a Abercrombie&Fitch. Dois anos depois, nova viagem aos Estados Unidos e com surpresa no fim, com uns últimos dias em Nova Iorque. Era Primavera e só queria passear na rua, fui ao High Line com o meu pai [quando ainda nem se falava nisso], fomos à ponte de Brooklyn ver a cidade de outra perspectiva, admiramos o tecto da Cetral Station, vi a exposição do Alexander McQueen e do Harry Potter, descobri o Burguer Joint no lobby de um hotel e ficamos no quarto com a melhor vista de sempre [e no andar mais alto em que já dormi]. Mais três anos passaram e voltei, assim de repente, soube um mês antes que íamos voltar. Desta vez com o meu irmão, em pleno Verão, fomos visitar os aquilo que ele ainda não conhecia e eu, como estudante de arquitectura, quis ver edifícios icónicos que agora despertavam o meu interesse — Seagram Building e o Guggenheim — e fui, finalmente, ao jardim zoológico ver os pinguins do Diário da Princesa.  Tantas memórias Sempre viagens em família, as primeiras completas, a terceira só com o meu pai e a última com ele e o meu irmão. Agora estou a acabar o curso e como prometido irei voltar a Nova Iorque [poderia pedir melhor prenda do que esta?], desta vez com uma amiga — a melhor companheira de curso e das melhores coisas que o Técnico me trouxe — terei todo o prazer de lhe dar a conhecer a minha cidade do coração. Voltarei aos lugares mais emblemáticos e conhecerei outros tantos, porque Nova Iorque é mesmo assim, por muitas vezes que lá vá, existirão sempre coisas que ficaram por ver. Sei que é um cliché gostar tanto desta cidade, mas é mesmo uma paixão e significa muito para mim, por todas as descobertas e aprendizagens [seguramente que foi a minha primeira viagem de menina crescida] e principalmente pelas boas memórias que me vêm à cabeça. Tenho 22 anos, tenho a sorte de já ter viajado muito e principalmente de ter ido tantas vezes à minha cidade predilecta. Enfim, que continue a ser uma sortuda para este ser o meu destino muitas e muitas vezes. 

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Da rotina

Gosto de rotina nas minhas obrigações. Neste momento elas são a tese e o exercício físico e mesmo começando meia hora mais cedo ou meia hora mais tarde, é certinho que todas as manhãs e tardes são dedicadas ao trabalho e o fim do dia ao exercício fisico. Tudo o resto, não tenho nem gosto de ter rotina. Não faço sempre as mesmas coisas com as minhas amigas, namorado ou pais. Não há dia para isto nem para aquilo. Almoços de família, serões regulares ou o que quer que seja. Já sou tão certinha naquilo que tenho mesmo que fazer que no resto gosto de ter a liberdade para ir ao sabor do vento. Mesmo que agora nunca tenha tempo para todos e para tudo. Gosto de saber que aproveito da melhor maneira quando há disponibilidade. Por agora é mesmo um fase de muito trabalho e foco, mas não dispenso os programas sociais que me desanuviam a cabeça. Como um fim de semana com as amigas, um almoço de família ou um jantar num sitio novo com o namorado. Porque no fundo, são essas as coisas que ficam. Mesmo que por agora esteja focada na escrita de um livro.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Da última semana

Uma pessoa sente-se mal por ser Agosto e estar a trabalhar, ter toda a gente à volta com tempo livre e a combinar coisas e eu a ter que recusar para ficar em casa à frente do computador [e a minha mãe de férias, anda a acompanhar-me nesta saga]. Mas bem vistas as coisas até ando a fazer mais do que se tivesse todo o tempo livre do mundo. Analisando a última semana, além de ter escrito umas sete páginas da minha tese [parece pouco mas a coisa dá trabalho acreditem], cheguei ao nível 90 do Dots&Go [que instalei na semana passada], vi mais uma temporada de Gilmore Girls, fui uma manhã à praia, fui dois dias às compras e ao café com as minhas amigas, jantei duas vezes com o meu namorado [e tomei uma vez o pequeno almoço] e ainda passei dois dias em família. Uhuh. Pelo meio ainda tive tempo de dormir e fazer exercício físico. Até parece que me estou a tornar numa daquelas pessoas fantásticas e mega produtivas. Toda uma loucura. 

sábado, 6 de agosto de 2016

O melhor dos exercícios


Nunca esta frase se adequou tanto à minha vida. Ontem era dia de treino de cardio e este foi mesmo realizado num bate pé pelo centro comercial. Depois de uma semana em casa a trabalhar, apeteceu-me ir ver lojas e trapos. Quanto ao saldos tudo muito pobrezinho que nem deu para cometer nenhuma loucura. E vai que se ia à procura de algum achado, não consegui tal proeza. Mas consegui apaixonar-me por uma mala da nova colecção linda de morrer. Tão eu. Pois que não a trouxe logo comigo porque já não estou para compras impulsivas, mas a verdade é que não consigo parar de pensar nela e acho que hoje vou lá buscá-la. Só mais uma para a colecção. 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Do Verão

Gosto do Verão porque são aqueles meses sem escola, sem obrigações e muito que fazer. Há mais tempo para o passeio e para as viagens e, principalmente, para o tempo de qualidade com quem mais gostamos. Gosto da facilidade com que se sai de casa: basta um vestido, umas sandálias e uma mala pequenina. Gosto das noites quentes e do céu estrelado.  É aquela altura do ano em que tenho mais tempo para ler.  Mais tempo. É isso. Sobretudo gosto do Verão pelo tempo que ele nos dá, com ele chega a calmaria que os dias agitados renunciam. Mas este Verão não vai ter nada disto para mim. Tenho uma tese para escrever e prevê-se um Agosto somente dedicado à escrita, aos esquemas e às leituras [não daquelas boas mas sim das chatas] e sinto que me falta tempo para fazer tudo aquilo que quero. O tempo que normalmente o Verão me dá, foge-me agora das mãos quando o trabalho fala mais alto. E vai passar a correr. Mas no fim tudo aparecerá feito. Como sempre. Só que desta vez custa um bocadinho mais.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Os meus Verões

Há três anos estive em Paris e depois fiz uma viagem por várias cidades inglesas. Há dois anos andei a passear pela Riviera Francesa e fui aos Estados Unidos. No ano passado fiquei por Portugal e fiz umas férias diferentes, não saí para passeios culturais nem estive na casa de campo a fazer uso da piscina e da cama de rede. Fiz férias de praia como não fazia há muitos anos. Uns dias com as amigas pelo Pedrogão, uma semana com o namorado no Algarve e uns dias com a minha mãe e irmão pela Comporta. Umas férias mais calmas que antecederam a minha ida para Milão e as suas correspondentes viagens. Sou uma sortuda com a oportunidade de viajar seja no Verão ou Inverno. E o que eu gosto de ir para fora. Estarei sempre pronta a fazer mais uma mala. Agora, depois de regressar de Erasmus, e de já ter voltado a sair para Barcelona e Roma, é tempo de ficar por cá. Ficar por cá e trabalhar. Este sim vai ser um Verão diferente dos outros. Sem férias. Não haverá grandes passeios nem dias de dolce fare niente. Haverá muito trabalho para fazer e um calendário para cumprir. Um Verão completamente diferente de todos os outros mas aquele que preciso agora para cumprir os meus objectivos. Depois logo voltarão as viagens [tenho tantos planos na minha cabeça] e a doçura dos dias sem planos. Para já é isto. O que tem que ser.   

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Dos meus dias no campo

Acordar e tomar o pequeno almoço com os meus avós. Não ver o sol da janela mas sim senti-lo ao sair para o jardim. A calma de trabalhar na sombra do alpendre. Os grelhados tão de Verão, a fruta arranjada pelo meu avô e o comer na rua. As conversas depois de almoço. O exercício fisico ao fim do dia. Conseguir ver mil estrelas no céu e ficar à espera das estrelas cadentes. As caminhadas nocturnas. Os serões a ver séries. Faltou a piscina e o rio, os passeios para ver a roda e as leituras na cama de rede. Mas deu para trabalhar e descansar. E principalmente mudar de ares. Entretanto haverá mais. É só deixar Agosto chegar.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Uma nova semana


Depois de uma semana complicada, cheia de altos e baixos, com muitas emoções e sensações à mistura. Estou pronta para uma nova semana. O dia de ontem cheio de praia, sol e passeio só me fez bem e deu-me as forças que precisava para começar esta semana em bom. Há objectivos a cumprir, há muita vontade de fazer acontecer e só o foco e a motivação são capazes de me manter no caminho certo. Por mais desvios que vá fazendo, volto sempre à rota. Meto a primeira até chegar à quinta e conseguir entrar em piloto automático, porque por mais travagens e marchas atrás que tenha que fazer, sei que o meu caminho é em frente. E o sol vai estar sempre à minha espera para nascer. Basta acreditar. E fazer por acontecer.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Alexa Chung

Não é só o seu cabelo que me inspira mas as suas roupitas também! É a minha it girl preferida, por todos os motivos e mais alguns. Primeiro não é nada coquete, veste-se de forma super despretensiosa e descontraída, o que eu adoro. Depois, via-me a vestir todos os trapos dela e mesmo com a combinação mais simples fica uma estilosa. Vai que também acho imensa piada ao facto de fumar [não aprovo mas também não condeno, estou um pouco cansada de todas as meninas mega fit e mega healthy], não se preocupar com isso e fica cheia de estilo ao fazê-lo. Aqui ficam uns dos muitos exemplos disso. Só para me inspirar para o fim de semana que aí vem.







quinta-feira, 14 de julho de 2016

Do meu cabelo


Há muito que já me passou a pancada de querer cabelo comprido. Já o tive. Já me fartei e cortei-o. Agora está a ficar grande outra vez. E eu a ficar farta dele outra vez. Mas decidi que só o ia cortar depois de entregar [ou apresentar] a tese. Primeiro porque sempre é um novo penteado que marca uma nova fase da minha vida e depois porque gostava mesmo muito de doar cabelo. Sentir que posso fazer qualquer coisa por alguém. E daí, apesar da minha gigante vontade de lhe dar já umas valentes tesouradas, vou esperar. E entretanto, vou tratando dele para estar na melhor das condições quando o doar. Cortei-o há três meses, vou agora voltar a cortar as pontas e em Setembro volto a fazer o mesmo, para o corte radical no fim de Outubro ou Novembro.  Nos entretanto vou-me inspirando na minha querida Alexa para o novo penteado. Em tempos inspirei-me nela para fazer franja e agora inspiro-me para um corte curto. E se antes tinha na ideia alisar o cabelo quando o cortasse, essa, já me saiu completamente da cabeça. Primeiro porque não me gostei nada de ver da última vez que o alisei e depois porque se a esta menina fica bem assim ondulado, a mim também há-de ficar. Ahah.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Destralhar

No sábado passado deu-me na cabeça de reorganizar a minha cómoda, arrumei bijuteria que já não usava, repesquei outras coisas e dei um novo ar a este cantinho do meu quarto. E a verdade, é que durante o processo apercebi-me que tenho demasiadas coisas! Além de guardar coisas que não uso há séculos, tenho outras que nunca usei e umas tantas que não servem para nada. Debaixo da minha secretária e dentro do meu armário, posso encontrar coisas que se fossem para o lixo eu não daria pela falta. Mesmo. Há coisas que por vezes guardo por questões sentimentais, mas há tantas outras que não fazem sentido nenhum estar ali. Só ocupam espaço, acumulam pó e para quê? Nada. A prova disto, é que vivi seis meses em Itália e não senti falta de nada em especial, nem mesmo da metade do meu armário que ficou por cá. O que quer isto dizer realmente? Que tenho muito mais do que aquilo que preciso. É claro que adoro roupa, malas e sapatos e dou uso a quase tudo o que tenho mas na verdade já passei tempo sem essas coisas e não lhes senti a falta... O desejo de consumo e a afinidade que ganhamos com objectos é puramente superficial e começa-me a fazer uma certa confusão. Destralhar tem que ser mais que palavra de ordem. E com uma pequena arrumação no meu quarto ficou mais que decidido que quando tiver a minha casa esta vai ser super clean e com o mínimo de coisas possíveis. Decorada só com livros, fotografias e flores frescas. O que conta nos espaços não são as coisas que lá temos mas sim as memórias que lá fazemos. Cada vez acredito mais nisso. E cada vez mais tenho diminuído a minha veia consumista para guardar o meu dinheiro para experiências. Sim, hoje em dia poupo não para comprar isto ou aquilo [muito raramente] mas sim para viajar. São essas memórias que quero para a minha vida. Assim como os jantares com as amigas, os almoços de família, as idas à praia e os passeios pela cidade. Prefiro isso a um armário cheio de tralha. Mesmo. E isto não quer dizer que passe a ser uma hippie e a viver de um amor e uma cabana, não. Quer mesmo dizer que tenho cada vez mais consciência da sociedade de consumo em que vivemos e que não quero isso para mim. Mas continuarei a comprar malas, roupa e sapatos. Quando precisar.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Da água


Descobri que existem pessoas que bebem 6 litros de água por dia! S E I S. Como é que é possível?! Não devem fazer mais nada da vida a não ser beber água e ir a correr para a casa de banho para fazer chichi... Quer dizer, eu bebo entre 2 a 3 litros e às vezes já me sinto a afogar em água [sem falar da canseira que é estar sempre a ir à casa de banho], quanto mais beber 6 litros. Enfim. Eu bebo o recomendado pela nutri e pela Organização Mundial de Saúde [sim, eu fui pesquisar] e não é que a água faça mal mas também não precisamos de cair em exageros, até porque a água está a acabar no planeta. Ahah. Então e o que fazes tu, Lady C, para garantir que bebes tanta água por dia? [sim, para mim já é muita e mais que suficiente]. Portanto,  eu não bebo só água, água, também gosto de variar com chás, que acaba por ser água com sabor e hidrata na mesma. Então, começo o dia a beber um copo [pequeno] de água morna com limão enquanto preparo o pequeno almoço, depois, a maior parte das vezes, bebo chá ao pequeno almoço [outras vezes apetece-me leite com café, nada a fazer], depois durante a manhã bebo mais duas chávenas de chá, ao almoço um copo de água, mais dois copos de água durante a tarde, uma garrafa de meio litro de água enquanto estou no ginásio, mais um copo de água ao jantar e termino a noite a beber um cházinho enquanto vejo televisão [tenho que me ficar por uma chávena depois do jantar, se não acordo durante a noite para ir à casa de banho]. E assim, nunca fiz bem as contas exactas, lá acabo por beber a água recomendada por dia. Quanto aos chás vario entre chá verde, chá de cavalinha, chá preto e infusão de gengibre e canela, todos termogénicos, drenantes, desinchantes e afins. Claro que isto é assim a maior parte dos dias mas nem sempre, também bebo outras coisas, mas a regra é esta e lá está, a excepção é excepção. E na maior parte das vezes chama-se Coca-Cola Zero. Ou gin.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

💚💛❤️

A verdade é que ontem foi o primeiro jogo da Selecção que eu vi do principio ao fim. Não liguei muito a este Europeu, não esperava nada nem tinha expectativas de grande coisa. Os jogos todos foram desculpa para uns petiscos cá em casa, vi uns bocadinhos mas sempre sem grande interesse. Até que fomos passando e indo cada vez mais longe. Mesmo quando chegámos à final, não estava à espera de muito. Até que ontem, já tinham passado os 90 minutos de jogo e pensei "se fomos a equipa que foi passando quase sempre sem ser no tempo regulamentar, acho que é hoje que ganhamos". E ganhámos mesmo. Dei conta do golo pelos vizinhos de cima, confirmando somente uns segundos depois, culpa do delay da box [pareceu-me o maior delay de sempre!]. E assim foi. Desta vez, que não vibrei nada com o futebol, não combinei nada com os amigos cá em casa [como já fiz noutras competições] e afinal foi desta que conseguimos mesmo. Ontem não fomos só campeões da Europa, fomos três ouros, dois bronzes e uma prata no atletismo. Todo um orgulho. Dia de Portugal, dia 10 de Junho ou dia 10 de Julho? 

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Caudalie*

Já muito tinha ouvido falar desta marca e a curiosidade em experimentar era muita. Por isso, antes de ir para Roma achei que este kit era uma óptima oportunidade para, finalmente, ficar a conhecer esta marca. Encontrei este kit mais que perfeito para viagens, com tudo aquilo que podemos precisar, nos tamanhos mais que certos para a mala de cabine. Então e o que eu achei dos produtos? Vamos lá ver, um por um.

Shampoo e amaciador: como lavo o cabelo, dia sim, dia não, esta embalagem foi mais que suficiente para uma semana de férias e o facto de ser dois em um só o tornava mais prático. No entanto, não gostei muito do produto, o cheiro era fraco e é daqueles shampoos que não fazem muita espuma, o que me deixa sempre com a sensação de cabeça mal lavada...

Gel de banho: este já não foi suficiente para todos os dias mas deu bem para experimentar. Gostei muito! Deixa um cheiro maravilhoso na pele.

Creme de corpo: gostei da textura e do cheiro, e é bastante hidratante mas sem nos deixar pegajosas [até que fiz uma irritação na pele por causa do calor e este creme foi mais que suficiente para resolver o problema].

Creme de rosto: gostei da textura leve que deixou a minha pele sem brilhos e seca durante todo o dia [mesmo com muito sol e calor] no entanto, o cheiro era estranho, o que não é nada bom quando estamos a aplicar um produto na cara.

Água micelar desmaquilhante: amei, amei, amei! Ok, acho que encontrei a melhor água micelar de todo o sempre, além de desmaquilhar super bem [só punha rímel mas mesmo assim este saía logo] não deixa a pele a repuxar depois de aplicarmos o produto. Ainda sobrou da amostra e tenho utilizado pontualmente, este é sem dúvida um dos produtos a investir no futuro.

Óleo maravilhoso: só experimentei no cabelo e não gostei do aspecto meio gorduroso com que o deixou... tenho que experimentar no corpo a ver se é um hidratante maravilha ou não [sim, este óleo dá para as duas coisas].

Portanto, o saldo deste teste até foi positivo. A Caudalie é uma marca super reconhecida e os seus produtos só mostram essa qualidade. Depois tudo varia consoante os gostos das pessoas e daquilo que estão habituadas. A única parte menos boa é que estas embalagens não podem ser reutilizadas numa futura viagem [o que é uma pena, porque tenho outro kit que depois de experimentar os produtos, deu para aproveitar as embalagens].

*Este post não é patrocinado. Comprei eu o kit e dei a minha opinião porque quis. 

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Do pequeno almoço


É a minha refeição preferida. Sem sombra de dúvidas. Adoro deitar-me a pensar no que vou comer no dia seguinte de manhã. E não tenho problemas nenhuns em levantar-me e ir logo comer. Até porque acordo cheia de fome. Logo para mim é impossível sair de casa sem tomar esta refeição. Também gosto, de vez em quando, comer comida de pequeno almoço ao jantar. Adoro. Nos dias de semana não vario muito. Como sempre torradas, só trocando o acompanhamento [queijo fresco, manteiga de amendoim, philadelphia, fiambre] e bebo chá ou café com leite. Ao fim de semana, em família, são os meus preferidos e quando tenho oportunidade de inventar mais. Às vezes são ovos mexidos, panquecas ou até mesmo um bolo [normalmente depois de festas ou jantares cá em casa]. Toda uma animação que adoro. E já estou com ideias para preparar um óptimo brunch este fim de semana. Que isto melhor que pequeno almoço mesmo, só juntando-o com o almoço. Sou uma gorda feliz. Ahah. 

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Para começar bem a semana

Nada melhor do que as boas noticias de ver o nosso esforço recompensado. Dediquei a última semana a uma alimentação super clean e além de não ter custado mesmo nada [já não me apetece bolachas ou chocolates, já não me descontrolo a comer isto ou aquilo] foi muito bom ver a recompensa surgir em números reduzidos na balança. Com calma, sem obsessões e fundamentalismos sei que vou chegar onde quero. E se dei muitos passos para trás, foi para aprender a lidar com a situação e a focar-me no que realmente interessa. Agora sim, estou mais que pronta para dar todos os passos para a frente até chegar à meta. Por mim e para mim, sei que este é um caminho que preciso de fazer. E quando a nossa cabeça está tranquila e o foco está nos nossos objectivos, não há nada que nos pare. Agora é só continuar em frente até cortar a fita da chegada.

sábado, 2 de julho de 2016

Dilemas de vida


Decidi que não ia comprar roupa nestes saldos mas estou a precisar de umas sandálias novas e de roupa para o ginásio. E no meio das minhas pesquisas [já não há paciência para ir para as lojas procurar achados, vejo tudo online e depois vou só comprar], fui apaixonar-me por estes ténis-lindos-de-morrer e super à Inverno. Claramente que ando um pouco baralhada, tanto no que toca a necessidades como nas estações do ano. Mas são tão lindos.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Vamos lá ver uma coisa


Acho imensa piada quando dizem "é saudável podes comer à vontade". Não. As coisas não são assim. TUDO o que é comido em exagero engorda e faz mal. Ponto final. Não são só as bolachas, doces e chocolates que prejudicam a nossa saúde. O chocolate negro, por exemplo, é saudável mas tem as mesmas calorias que chocolate de leite, a diferença é que tem menos açúcar e é mais nutritivo, mas quando comido em exagero também engorda. Como todas as outras coisas. Fruta, frutos secos, manteiga de amendoim,  azeite, produtos light, são todos óptimos e devem fazer parte da nossa alimentação, mas de forma regrada. Assim de repente as únicas coisas que me lembro, que se pode comer mesmo à balda, e que dificilmente engordam são espinafres, rúcula, morangos e melância, porque têm mesmo muito poucas calorias. Tudo o resto por mais saudável que seja, engorda tanto como as coisas más.  Também não é por comermos um dia um hambúrguer com batatas fritas que vamos ficar gordos e cheios de doenças. A questão é mesmo comer as proporções certas e não cair em exageros. Deixem de inventar. Tudo é uma questão de equilíbrio. Esclarecidos?

quinta-feira, 30 de junho de 2016

De Roma


A minha semana de pausa foi passada por lá. E que bem que se esteve. Muito calor, passeio, gelados e namoro. Deu para descansar a cabeça, enquanto se cansava o corpo e alimentava a barriga. Revisitei alguns lugares, conheci outros, aproveitei a cidade no Verão. Soube-me pela vida. 

terça-feira, 14 de junho de 2016

Da tese


Já começo a ficar cansada. Não devia estar assim porque isto vai ser o meu trabalho nos próximos meses, mas a verdade é que estou. Não sei se é por estar de volta do mesmo capítulo há umas semanas, se é por esta parte ser a que menos me interessa ou o facto de a orientadora andar super ocupada e eu sem receber feedback. Preciso de palavras de animo para continuar. O que vale é que agora vou fazer uma semana de pausa e espero depois voltar cheia de força para o novo capítulo. Nos entretanto tenho que acabar este, rever tudo e acrescentar as coisinhas que faltam. Muita força nesta hora.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Toda partida mas...


Pois que ontem achei por bem ir ao ginásio em vez de ir ao pilates, visto que hoje é feriado. Foi a primeira vez que fui dois dias seguidos, ainda para mais para fazer duas aulas super puxadas. Resultado? Hoje estou toda partida. Achava que não aguentava a segunda aula mas não desisti e fiz tudo na mesma. Ando a surpreender-me a cada dia que passa. E a superar-me. O que é ainda melhor. Agora descanso por três dias. Que bem mereço.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Termas de Vals

Para uma estudante de arquitectura, tendo a oportunidade, mesmo que isso envolva um desvio de algumas horas, não poderia perder a oportunidade de conhecer esta obra, de um grande arquitecto — Peter Zumthor. Adorei a experiência, valeu imenso a pena, esta autêntica aula de arquitectura.

















quarta-feira, 8 de junho de 2016

O último dia

O último dia em Milão. Confesso que adiei este post. Já custa recordar e as saudades começam a apertar. No entanto, este foi um dia bom, apesar da chuva miudinha, passei-o com o meu pai, a passear, a comer e a fazer algumas compras. No dia seguinte, a chuva tinha piorado [digo que a cidade estava triste com a minha partida], tomámos o pequeno almoço na minha pastelaria preferida e rumámos até à Suíça [o que me fez super bem para não ter uma despedida triste e dramática de Milão].


As colunas de San Lorenzo.


 Os ovos da Páscoa que havia por lá! A embalagem do azul era, claramente, maior que eu.


Apesar de com sol e luz ser muito mais bonita, não consigo deixar de encontrar beleza na Duomo, mesmo num dia feio. E não é que já morei a 10 minutos daqui?


Uma última vez que fiz o emblemático caminho entre a Duomo e o Castelo Sforzesco.


Brera, a cidade vestida para a semana da moda.


O restaurante do último jantar [depois de ter ido almoçar as melhores pizzas de sempre], um restaurante típico, onde comi o prato tradicional de Milão, a costeleta milanesa.


No regresso a casa, voltámos a passar pela Duomo. Só para dizer um último adeus.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Desta história do ginásio


Pois que já antes de regressar tinha na cabeça começar a fazer algum exercício físico. Primeiro porque em Milão andava imenso [e aqui não acontece isso] e depois porque ia ter mais tempo. Portanto, depois de ter chegado lá ganhei coragem para ir experimentar os ginásios de algumas amigas minhas. Fui a dois, lá me decidi e, no primeiro dia do novo mês, fui inscrever-me e comecei. Primeiro comecei a experimentar aulas e a ver o que mais gostava, depois fui ganhando o ritmo de ir três vezes por semana. Os únicos dias que faltei foi quando estive em Barcelona, tirando isso nunca falhei o ginásio. Entretanto, como não gostava das aulas de pilates ali e sei que preciso fazer por causa das minhas costas, fui experimentar noutro sítio. E, há cerca de três semanas, comecei a ir três vezes por semana ao ginásio e duas ao pilates [treino intenso intercalado com relaxamento]. Pronto, só esta semana é que cumpri, pela primeira vez, os cinco dias seguidos de exercício [não por preguiça mas por feriados ou consultas]. Mas quem me conhece, nunca esperaria isto de mim. Quando era miúda fiz natação, ballet e ginástica acrobática, até que fracturei um pé e ganhei medo. Portanto, só me mexia nas aulas de Educação Física, coisa que já não tinha há cinco anos. Ora bem, ter andado mais de um mês a ir três vezes por semana ao ginásio já era bom mas agora ir mesmo todos os dias é óptimo. Nem eu esperava isto de mim, mas quando me meto numa coisa é para levar a sério. E, a mais pura das verdades, é que estou a adorar. Só me faz é bem, ainda para mais depois de passar todo o dia em casa, a trabalhar à frente do computador. É para continuar.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

A minha nova rotina

Agora que já não vou trabalhar e estou completamente dedicada à minha tese, tenho que ser metódica e organizada para não procrastinar. Além do meu calendário, que tento fazer por cumprir, há rotinas que tive que criar para não entrar no mundo da preguiça.

Tento acordar entre as oito e meia e as nove e a primeira coisa que faço é tomar o pequeno almoço enquanto me actualizo do mundo. Depois faço sempre por me arranjar e vestir [nem que seja a roupa do ginásio] só para não passar o dia todo de pijama. Entretanto faço um chá e sento-me à secretária. Olho para a agenda, organizo o meu dia, escrevo um post para o blog e lá começo a trabalhar. Até à hora do almoço. Ajudo na cozinha e depois de comer, vou sempre um bocadinho para o sofá, ou ver qualquer coisa na televisão ou dormir, nem que sejam vinte minutos. Volto ao trabalho. Páro a meio da tarde para lanchar [tenho inventado muito à hora do lanche] e termino as tarefas desse dia. Arranjo o saco para o ginásio e lá vou eu [três dias por semana fazer aulas puxadas e nos outros dois, pilates, só para relaxar]. Durante, normalmente, duas horas, desligo do mundo, foco-me nas aulas e dou o meu máximo. Transpiro imenso e no fim, o bem que sabe tomar aquele banhinho mega relaxante e rejuvenescedor. Volto para casa e janto. Sendo que depois vou até ao sofá ver uma ou outra série [se não adormecer entretanto]. Ao fim de semana sempre vou beber café com as minhas amigas ou fazer algum programa ao fim da tarde [tento só trabalhar ao sábado de manhã].

Quero ver se entretanto, como já está tudo em época de estudo, começo a ir para a biblioteca, só para não dar em doida todos os dias em casa [por isso mesmo é que também tenho ido todos os dias ao ginásio, quem diria]. Mas esta rotina tem corrido bem e tenho sido produtiva. Pelo meio existirão umas idas ao Técnico, ora para ir buscar qualquer coisa à biblioteca, ora para me reunir com a professora. E pronto, será esta a minha vidinha nos próximos tempos. Toda uma verdadeira animação.

domingo, 5 de junho de 2016

Itália tornou-me gulosa


Se antes era a rapariga dos salgados, preferindo sempre as batatas fritas, merendas mistas, patês, queijos e muuuuito pão, desde que fui para Itália que isto alterou-se. Claro que continuo a adorar comer estas coisas mas não me custa tanto não comê-las, ao contrário dos doces. Depois de viver rodeada de panettone, brioches da Princi, Nutella [que aprendi a gostar lá], Kinder Bueno por todo o lado, waffles belgas do supermercado e o Outlet dos Doces [uma loja gigante só de doces] com as suas mil e uma maravilhas! Enfim, só coisas boas que me tornaram numa gulosa e que, três meses depois de regressar, ainda continuo assim. Logo eu  que nunca fui de doces, só uma ou outra sobremesa de vez em quando. Portanto, nesta coisa da alimentação saudável, depois de ter interiorizado o beber muita água por dia e o fazer exercício fisico regularmente, o tentar escolher sempre as opções mais saudáveis e ter aprendido a controlar-me e a distinguir fome de vontade de comer [comecei a fazer tudo em passos pequeninos depois de ter explodido ao cumprir a dieta à risca durante um mês e tal] chegou a hora de cortar, definitivamente, com os doces. Apesar de andar a portar-me bem, há sempre um bolo ou outro ao fim de semana, chocolate depois de almoçar ou umas coisinhas que a minha mãe vai trazendo e eu não resisto. Mas já chega. O objectivo agora é limitar o açúcar ao da fruta e ao dos iogurtes [que também só têm a frutose da fruta]. Depois, um passo de cada vez, é fazer por reduzir as doses, porque mesmo comendo coisas saudáveis, acho sempre que como demais... Por agora, é focar-me [ou esquecer-me] que o açúcar existe e fazer com que o meu corpo perceba que não preciso dele, isto para depois introduzi-lo de forma controlada e pontual. Como sempre foi, aliás.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Desta semana


Tenho-me sentido uma autêntica Carrie Bradshaw. Não por ser uma estilosa, escrever sobre o amor e ir a sítios giros. Mas mais precisamente por ter passado estes dias em casa, a escrever. Não com tanto estilo, que ou estou de pijama ou estou com roupa de ginásio, já preparada para o fim do dia. Nem por escrever sobre o amor e as relações, que escrevo sobre coisas completamente diferentes. Mas esta rotina de estar em casa a pensar e a escrever fez-me lembrar esta personagem. Apesar de eu não ter uma vida tão interessante, ahah. Os meus dias limitam-se à escrita e ao ginásio ao fim do dia, com maratonas no sofá à noite. E ir a sítios giros só mesmo ao fim de semana. É o que dá.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Produtos de desejo

Aproveitando que falei dos produtos que tenho cá por casa por estrear, ficam aqui também os que irei comprar nos próximos dias, mesmo a chamar pelo Verão.


Este é o batom que toda a gente fala e a sua embalagem é mais que apelativa. A ideal para os dias de calor, tanto para hidratar os lábios como para dar uma cor às bochechas quando nos apanham desprevenidas.



O meu rabiosque pede por estas coisas e eu gosto de experimentar novos produtos. Normalmente compro a versão em gel, mas desta vez vou experimentar em óleo pra ver como é que corre.



O do ano passado já acabou e a verdade é que devemos substituir o protector solar todos os anos. Esta é a minha opção para este ano, em versão spray por ser mais fácil de aplicar mas sempre com uma protecção alta que com a pele não se brinca.


Gosto de usar um creme especifico para a cara por ter a pele com tendência oleosa, até agora usei sempre dos de farmácia, mas chegou a hora de dar uma oportunidade a este da Garnier.


E visto que sou a pessoa que menos bronzeada fica à face da terra [apesar de no ano passado não ter sido bem assim] todas as ajudas contam e esta novidade é capaz de ser uma óptima surpresa. Não custa nada experimentar.