sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Pedir não custa

E se nos meus anos não fiz questão de pedir nada de especial, agora que está a chegar o Natal, e visto que andei lá fora a ver as modas e entrei no espirito natalício, há umas quantas coisinhas que não me importava nada de ter. Nenhuma delas é muito cara e isto dividido pela família não custa nada.


Comecemos então pelo mais em conta. Adoro estes guias da Phaidon que fogem aos clichés dos habituais guias turísticos, são óptimos para quem visita as cidades pela segunda ou terceira vez e visto que a viagem do ano vai ser Nova Iorque, esta é a melhor maneira de me preparar.


Descobri-o já tinha acabado a minha tese, mas a curiosidade mantém-se. Os livros da Taschen nunca desiludem e o preço também é muito convidativo.


Fugindo às cromices apaixonei-me por este colar da COS. Tem tanto de simples como de especial e acho que é mesmo a minha cara. Só espero que haja à venda em Lisboa.


Já teve ter sido há uns dois anos que me apaixonei por uma camisola de lã prateada da Zara. Na altura não comprei logo e depois esgotou, mas nunca me saiu da cabeça. Todas as que vi a seguir tinham uma péssima qualidade. Agora apareceu esta na Springfield e acho que tem mesmo que vir para o meu armário.


E ainda dentro do tema brilhantes, amei esta capa assim que a vi. Super a combinar com a camisola e com uma mala que tenho, ahahah.

Pronto Pai Natal, mãe, pai, irmão e avós, por este ano é isto. Estão mais que há vontade para começarem a tratar das minhas prendas. Que eu também já estou a pensar nas vossas.


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Dos dias

Entrei em modo "férias" e tive dias mais cheios do que poderia imaginar. Comecei com uma mudança de visual radical. Pensei na vida e guardei essas coisas para mim. Fui viajar e regressei mais cheia. Aproveitei tudo, absorvi as cidades e recordei as melhores memórias que tinha de sítios onde fui realmente feliz. Estou de regresso e super inspirada. Tenho a apresentação da tese para preparar. Uma conversa difícil para ter [mas que sei que é o melhor, aquilo que me vai deixar em paz]. Estou calma, tranquila e, principalmente, feliz. Está tudo bem quando está tudo certo. E eu sei que estou exactamente onde devia estar. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Da tese

Já a entreguei na segunda-feira e só agora é que assimilei esse facto. Foi estranho ir lá e entregar. Ficar nervosa quando já tudo estava feito e mais que pronto. Agora sim estou mesmo a um passo de acabar o curso. E nem sei o que pensar quanto a isso. Estou crescida. Cada vez mais. E uma pessoa tem que aprender a lidar com isso.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Se os astros se alinharem e for feita a minha vontade.

Pois que a vida me tem provado que tendo objectivos [e sonhos] e força de vontade para os concretizar, conseguimos tudo. Mesmo que nem tudo dependa de nós, se fizermos por alinhar as coisas, tudo aquilo que queremos acaba por acontecer. Tenho sido a prova disso. Sou uma sortuda [não me canso de repetir] mas também faço por isso. Só quero que continue assim para conseguir fazer tudo o que quero. Tanto por mim, como por quem me rodeia. E isso, é o mais importante de tudo.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

O último dia

Depois da última entrega de projecto, dos últimos passeios, de muita chuva e frio, chegou o último dia. Todos estes posts demoraram a chegar, pois custa retratar uma experiência que me soube a tanto e que foi tão mais que isto. Mas pronto, não podia deixar de ter por aqui arquivados todos os meus passeios. Agora com alguma distância a coisa torna-se mais fácil, mas nunca é. Porque as saudades começam a surgir.

Quase toda a minha tralha. Muita sorte tive eu de o meu pai ir lá no último fim de semana e ter levado mais uma mala só para mim.

A paragem para os carros no aeroporto de Bergamo [o meu pai foi lá deixar-me] que achei imensa piada e que agora também já há no de Lisboa.

O avião à minha espera.

Já no ar, em modo despedida das terras italianas.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Suiça

Agora que já chegou o tempo mais fresco, posso, finalmente, terminar os meus posts sobre o Erasmus! É que neve e chuva não calhava nada bem com o calor.  Da Suíça ficam algumas fotos por onde passei, muita neve inspiradora. E muito frio, claro.







domingo, 16 de outubro de 2016

Fim de semana em grande

Começou na sexta-feira à noite com um jantar de amigas, um reencontro que me fez perceber as saudades que afinal tenho de algumas pessoas, muita conversa e comida boa pela noite dentro. Sábado de manha teve direito a ginásio para motivar uma amiga. Trabalhei o resto do dia e jantei com o namorado. Domingo foi dia de por em ordem Anatomia de Grey. de trabalhar mais um pouco e de ver televisão. Entretanto arrumei os meus sapatos e malas, troquei a roupa de Verão pela de Inverno e limpei o quarto. Já no fim do dia, tomei um daqueles banhos relaxantes com direito a tudo e que adoro. Agora vou voltar para o sofá e aproveitar a ronha antes de entrar nos últimos quinze dias para a entrega da tese. Está mesmo quase, quase.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Coisas da [minha] vida

A parte boa de estar a trabalhar em casa é que não tendo vontade uma pessoa não trabalha e o que não se fez hoje dá sempre para fazer amanhã [tudo dentro do aceitável que há prazos para cumprir] e não há grandes stresses. No entanto se há um dia em que não estou mesmo para aí virada, chego sempre ao fim do dia com sensação de culpa*. Mas para que iria estar a trabalhar sem ser produtiva? Prefiro descansar a cabeça e depois, no dia seguinte, voltar a 100%. Estes dias têm sido recorrentes, por preguiça, ou dores de cabeça ou indisposição. Isto já é o cansaço acumulado e os nervos a falar mais alto. Mas o essencial está feito, agora é dar o meu melhor para ter o melhor trabalho possível. Já não falta quase nada e tenho mais que tempo para os pormenores. Já só quero que isto acabe, que entregue e fique finalmente despachada. Para ter as mais que merecidas férias. Em Novembro. Uhuh.

*Vai que me acontece o mesmo quando não vou ao ginásio, apesar de só faltar quando fico a trabalhar ou por algum imprevisto [neste caso venço sempre a preguiça porque sei que só me faz bem em ir]

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O que conta é o agora

Está tudo contente por amanhã ser feriado [coisa que só me apercebi no outro dia] como fica tudo contente que chegue a sexta-feira para ser fim de semana. Imagino a tristeza que será passar a vida a desejar que os dias da semana passem [e depois ainda dizem que o tempo passa a voar] e a lamuriarem-se porque mais um fim de semana acabou. Nunca fui assim, a única coisa que era capaz de desejar era que chegassem às férias mas pouco mais. Sempre estudei ao fim de semana quando era preciso, tal como passei muitos sem sair da cama a fazer maratonas de séries. Isto até chegar à faculdade. Desde que entrei no Técnico que diluiu-se completamente a fronteira entre semana/fim de semana, quase sempre tive que ir para lá, mais não fosse, ao sábado, mas em alturas apertadas o domingo também não escapava. As férias de Natal e da Páscoa também eram sempre recheadas de trabalho, safando-se uma semana entre semestres e tendo como certo que em Agosto o Técnico pára [sim, porque nos dois últimos anos também lá fiquei em Julho a fazer época especial]. Em Milão, tive muitos fins de semana de passeio, mas aqueles em que não tinha visitas também estava sempre a trabalhar. Agora com a tese, tenho feito por ter dois dias de descanso [o que nem sempre coincide com o fim de semana] mas quando não despachei o que queria ou marquei um prazo com a orientadora, lá fico eu a trabalhar. Portanto, esta felicidade iminente de ser feriado ou sexta-feira nunca me fez sentido, porque se assim fosse, vivia na infelicidade completa. Acho mesmo que o que é preciso é aproveitar os momentos livres e pensar que se estou agora ocupada com trabalho é porque mais tarde vou ser recompensada. E vou sempre. Mesmo que este ano as minhas férias sejam no mês de Novembro.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

São só mais quatro

A tese já está escrita. Soube quando acabei, que teria mais quinze dias para a entregar. Agora são as revisões sobre as revisões, o pôr bonito, o organizar e reler até ao mais ínfimo pormenor. Apesar da minha impaciência da repetição, estou pronta para este trabalho ser o melhor de mim. Tenho mais que tempo tornar o bom em fantástico. E é isso mesmo que eu quero. São só mais quatro semanas até entregar este meu bebé que me enche de orgulho. Depois disso tenho um mês de pausa [cheio de planos] que bem mereço e no inicio de Dezembro lá apresento e torno-me oficialmente uma mestre.  De coisa nenhuma que não sei o que vem a seguir. Mas também ainda não estou preocupada com isso.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O universo não gosta que eu faça exercício

Há uns tempos ia a sair de casa toda lançada para ir para o ginásio quando fecho a porta e apercebo-me que tanto as chaves de casa como do carro tinham ficado do lado de dentro. Bem que perdi a aula que queria e ainda ganhei uma hora de seca nas escadas do prédio à espera do meu irmão. Já na semana anterior atinha apanhado tanto trânsito que um percurso que demora cinco minutos, demorou uma eternidade.  Entretanto esta semana, na segunda passei todo o dia mal disposta mas ao fim da tarde já estava melhor e aventurei-me a ir ao ginásio. Correu tudo bem. Até que quis voltar para casa e o carro não pegou por falta de gasolina. Lá veio a minha mãe tem comigo e o problema resolveu-se. Por fim, ontem, a sair de casa dos meus avós para ir para o ginásio, tinha um pneu furado! Toda uma animação que só me fez chegar a casa às nove da noite e sem o problema resolvido... Enfim. Será pouca sorte ou o universo a conspirar contra mim?

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Desta semana

Comecei a semana da melhor maneira com a celebração do meu aniversário. O fim de semana tinha dado para arejar a cabeça e estava bem. Até que chegou terça e caiu em mim que já faltava menos de um mês para entregar a tese. Depois de uma reunião com a orientadora, morta da cabeça cheguei a casa e dormi a sesta. Tentei trabalhar na quarta mas não saiu nada de jeito e ontem foi muito a meio gás. Tinha a cabeça aos pulos, como costumo dizer, e custa-me a focar no trabalho. Coisa que já acalmou. Apesar de ter planos e ideias na minha cabeça. Sei que preciso de me concentrar para acabar o que vem aí agora. E se este mês tem sido agitado e pouco rotineiro. Quero e preciso que a próxima semana seja para regressar ao ritmo. Trabalhar bem e com afinco nesta recta final [apesar de nunca ter paciência para os pormenores que faltam e nunca mais acabam], voltar ao eat clean e à regularidade no ginásio. Arranjar tempo para as amigas, namorado e família e nos intervalos dedicar-me aos sonhos que andam na minha cabeça. Tudo para estar a 100% nesta fase que está quase quase a terminar. Quando é que chega o dia mesmo?

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

De Setembro

Tem sido um mês pouco rotineiro. Começou com uma conferência internacional da qual fiz parte da organização, seguiu-se uma semana mais calma mas mesmo assim cheia de jantares e planos, prazos de entrega e passeios. Agora foram os meus anos e as celebrações continuam a estender-se [sempre fui muito dada à festa cigana]. Espero na próxima semana voltar à rotina habitual, já a entrar na fase final da tese e com mais tempo para me dedicar a mim. Que bem preciso. Tanto a nível fisico como mentalmente. Apesar deste quebrar de rotina também me ter feito bastante bem. Isto de sair do plano por vezes também é bom.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Dos dias felizes

Chegaram os 23 e com isso uns dias de pausa. Quase que consegui terminar tudo da tese antes dos meus anos [ficou só mesmo a faltar a conclusão] e aproveitei para ir passar o fim de semana fora com as minhas amigas. Soube bem demais, uns dias no campo, com serões de conversas intermináveis e a pacatez da aldeia que me permitiu descansar a cabeça. Regressei e a minha casa já estava a ser preparada para a festa, gosto muito de celebrar o meu aniversário em família e ainda mais de ter uma mãe que se dedica a estas coisas de alma e coração — só posso estar-lhe agradecida. O dia de anos, efectivamente, chegou e começou com um banho relaxante seguido de uma mega massagem. Almocei com as minhas amigas num dos meus restaurantes preferidos e deu tempo para a conversa e para toda uma sessão fotográfica. Cheguei a casa, montei o bolo e estive à conversa com a minha mãe, até que se aproximou a hora de jantar e comecei a ficar entusiasmada com a chegada dos convidados [tal e qual como acontecia nas minhas festas em miúda]. Chegaram todos, montou-se a confusão e eu, no topo da mesa, quis congelar aquele momento de família reunida. Acho que este ano foi ainda mais importante porque nos últimos tempos não tenho tido disponibilidade para ninguém, o único problema mesmo foi ter sabido a pouco de tão rápido que passou. Chegaram os 23 e não sei o que vem aí, pela primeira vez na minha vida não sei o que vem a seguir mas estou entusiasmada com o futuro e sei que todas as possibilidades estão em aberto. Quanto aos 22, foram um ano que teve tanto de maravilhoso como de chato, períodos muito bons e outros não tanto assim, no entanto, tenho a certeza que foi um ano em que cresci imenso e em que aprendi muito soube mim. Acho que nunca me conheci tão bem. E quanto a isso não podia estar mais agradecida.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Próximos filmes

Não só a maior fã de cinema nem de filmes em geral, sempre fui uma pessoa muito mais ligada às séries. Mas a verdade é que ninguém  nega uma ida ao cinema e se também é verdade que não ia há meses e fui este verão. Também é certo que Setembro trouxe boas estreias e até estou assim com vontade de tornar as idas ao cinema semanais [pelo menos durante três semanas, ahah]. Haja tempo neste mês final da tese!


Dizem que é o filme do ano em Portugal e não me admira nada. Gostava de ir ver com os meus avós visto que eles viveram efectivamente estas coisas.


Há histórias que me fascinam e mais ainda quando estão bem retratadas. Um bom filme para ir assistir com o namorado?

Depois há os clássicos da comédia romântica, que não sendo nada de especial têm a sua graça e uma pessoa não pode perder. Claramente, um programa a fazer com a minha mãe [como há muitos anos ainda me lembro de termos ido só as duas ver o Sexo e a Cidade].

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Cenas que me acontecem

Estar em casa, a meio da tarde, em pijama, a trabalhar na tese. Farta de escrever sobre a casa burguesa, decidir tratar dos agradecimentos. Começar a chorar desalmadamente em frente ao computador, conforme me aproximo do fim da coisa. O meu irmão entrar em casa. Com a namorada. E sim, eu estava nestes preparos. Só a mim.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Das amizades perdidas


A verdade é que durante demasiado tempo suportei coisas que eram desnecessárias. Mas continuei por achar que algo maior valeria a pena. Desiludi-me muitas vezes, magoei-me outras tantas, até que deixei de ter expectativas e tornei-me imune à ausência. O não esperar nada por vezes é o melhor remédio, ao menos não nos desiludimos. Mas mesmo, apesar disso, continuei. Porque sempre achei que o resto era superior. Até que não foi. Houve a gota de água. Até ao ponto em que virei a má da fita, depois de tudo e sem razão. Não aguentei mais e quebrei mesmo sem chorar. Porque há coisas que não se dizem e depois de tudo não estava para mais. Já passaram vários meses e eu aguentei-me. Há saudades mas as más atitudes [que afinal ainda magoam] prevalecem. E assim há-de continuar. Pelo menos até ao pedido de desculpa.  Mesmo que nada volte a ser o mesmo. Será que alguma vez foi?

sábado, 3 de setembro de 2016

Das séries


Isto chega o Verão e fico sempre orfã de séries. Aproveito para ver aquelas que escaparam durante o ano, descubro novas ou revejo as antigas. Foi o que aconteceu este ano. Quis matar saudades das Gilmore Girls que não via há anos. Não podia ter calhado em melhor altura porque logo a seguir de ter começado a [re]ver, anunciaram que iam sair uns quantos episódios especiais, anos depois da série ter terminado. Adorei rever e viciei-me de tal maneira que cheguei a ver uma temporada numa semana. Foram as minhas companheiras nos intervalos da tese. E por mais antiga que seja para mim não passa de moda, como tantas outras [que já vi e revi até ao enjoo da eternidade]. Agora acabou e voltei a ficar órfã de séries. Tenho que ir aí fazer uma pesquisa para ver o que está agora na berra. Ou então acabar as que ainda não vi até ao fim [Modern Family e The Middle]. Até que umas comédias não caiam nada mal. Pelo menos até voltar tudo à programação normal.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Das diferenças

Não há que enganar, uma alimentação mais saudável e o exercício fisico melhoram muitas coisas em nós. Muitas mais que só a diminuição de peso. Juro que é verdade. E com o tempo vou notando certas coisas que só me fazem sentir melhor. Para começar já não como por comer, nem como tanto quanto comia, como quando tenho fome [aquela coisa das horas não resulta comigo que vivo em pura ansiedade] e somente o necessário porque é mais que verdade aquela história de ter mais olhos que barriga e eu antes comia imenso e agora já percebi que não precisa de ser bem assim. No entanto, continuo a fazer o que sempre fiz: refeições principais e lanches pelo meio. A minha pele está mais bonita! O facto de beber muita água e pôr sempre protector solar também ajuda, mas uma boa alimentação é tudo. De vez em quando ainda me aparece uma borbulha ou outra mas no geral tenho pele de bebé. Fiquei uma pessoa muito mais regulada. Sinto-me menos inchada e com mais força e disposição para as coisas. Naquela altura do mês já não sofro de dores, graças ao exercício físico. Gosto, verdadeiramente, das coisas que como, apesar de continuar a adorar tudo o resto. Mas no fundo tornei-me mais consciente do que faz bem e menos bem e faço por evitar as coisas não tão boas, optando pelas opções mais inteligentes. Não tenho um dia livre mas sim uma refeição ou outra como vai calhando, mais ou menos quando surge a oportunidade de ir comer fora. E por último e talvez a mais importante, não voltei a ficar doente. Eu que sempre vivi entre constipações e antibióticos posso dizer que há praticamente um ano que não sofro de nenhuma maleita. Tudo em bom, não?  

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Setembro


Adoro este mês. Por todas as coisas que traz. Normalmente calha ser a altura de recomeços. O fim do Verão e o inicio da escola. Chega o fim de semana com as minhas amigas e o meu aniversário. Costuma ser um mês bom. Este ano não vai saber a recomeço mas sim, ao fim de uma etapa. Um ano diferente com tudo de bom e de mau que pode trazer. Enfim. Estou mais que preparada para o que aí vem. No meio do trabalho, stress e afins tenho a certeza que existirão muitas coisas boas. Porque só tem que ser assim. No meu mês.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Do meu novo estilo de vida

Nunca fui fã de fazer exercício fisico, quando era miúda andei na natação, no ballet e na ginástica até que fracturei um pé e ganhei um medo danado de me mexer. Limitei durante muitos anos o exercício que fazia às aulas de educação física. Até que fui para a faculdade e nunca mais fiz nada. Com a comida também nunca fui muito restritiva nem preocupada, sempre tive o cuidado de fazer uma alimentação minimamente saudável mas nunca me restringi do que gostava. Até que passados cinco anos na faculdade e seis meses em Itália regresso e dizem-me que devia perder "cerca de 10kg". Fiquei preocupada pela minha saúde e consequentemente obcecada com a dieta. Pesquisei imensas coisas, absorvi tudo e só pensava nisto. Claramente que a coisa não correu bem e numa semana mais descontraída acabei por acumular mais peso do que devia. Mas não desisti. Com este novo foco em mente também me meti num ginásio e comecei a ir três vezes por semana sem nunca falhar [quando me meto em alguma coisa é a sério] mas fazia as aulas que achava mais piada porque tinha na cabeça que o que interessava era mexer-me [coisa que já não fazia há séculos]. Os resultados não apareceram, muito por culpa do facto de estar em casa a trabalhar e não fazer mais nada durante o dia do que estar sentada à secretária. Enfim, comecei a ficar frustada com o facto de não ver resultados, logo agora que comecei a ter mais cuidado com o que comia e a fazer exercício fisico. Tive fases menos boas de descontrolo alimentar [coisa que nunca tinha tido antes] e muitos nervos de cada vez que pensava que tinha que me pesar. Todo um drama. Comecei a descontrair e a coisa melhorou. Percebi que tudo demora o seu tempo e até a nossa cabeça precisa de se habituar a novas regras. Ainda não sou a pessoa mais focada do mundo [nem quero ser] mas já sou capaz de ter muitos dias  sem desvarios no que toca a comida, de já não ficar preocupada quando como qualquer coisa fora do plano [porque também faz parte]  e já estou mais que habituada a fazer exercício fisico regularmente. Cansei-me do ginásio e decidi parar em Agosto, mas tive a preocupação de preparar um treino para fazer na rua que cumpri grande parte das vezes. Agora estou na semana de transição a preparar-me para regressar e confesso que já estou com saudades. Tudo é um processo e mais que uma dieta quero que esta alimentação e preocupação com o exercício fisico seja um estilo de vida. Não por modas, mas por mim e para ser mais saudável. Tropecei muitas vezes ao longo deste caminho mas acho que tudo faz parte do processo. Não estou para já preocupada com a perda de peso [tenho uma tese para acabar, caramba] mas já sei o que tenho que fazer para lá chegar [e até já arranjei maneira de contornar aquilo que menos gosto de fazer] e sei que vou conseguir. Em mais ou menos tempo sei que vou chegar onde quero. À minha maneira e velocidade. Porque tudo tem um porquê na nossa vida e eu já aprendi muito deste que me meti nesta aventura. Para a semana regresso ao ginásio, com os treinos certos e mais que preparada para este novo capitulo. Porque agora, mais que um objectivo, o ginásio vai ser o meu refugio da tese e a alimentação saudável a maneira para ser quem realmente quero ser. Não ficando obcecada com um jantar fora nem a sentir-me culpada por não malhar um dia. Tudo com calma, tempo, trabalho, esforço e perseverança vai lá. Porque só tem que ir. E eu já estou mais que tranquila com isso. Agora sim. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Das malas


Há um fenómeno que acontece dentro das malas das mulheres que é incrível — andar sempre com a casa às costas quando efectivamente não precisamos nem te metade! Contra mim falo, em tempo de aulas e afins ando sempre com uma mala gigante e na verdade não dou uso a metade das coisas. A parte mais maravilhosa é a mini bolsa que anda comigo, para qualquer eventualidade, com coisas extremamente práticas, mas que na realidade nunca dou uso. Ora vamos lá ver, consigo ter sempre comigo coisas várias como:
- toalhitas [embalagens roubadas dos aviões]
- discos sabonete [são umas mini folhas secas que com água se transformam em sabão] 
- discos de algodão [embalagens roubadas de hóteis]
- folhas anti brilho [daquelas que servem para tirar todo o brilho da cara]
- creme para as mãos
- vários batons do cieiro [para aí uns quatro, vão variando as cores]
- uma lima
- mini escova e pasta dos dentes
- ganchos e elástico para o cabelo
- tampões [ok, estes uso pelo menos uma vez por mês] 
- Ben-u-ron  [acho que quando preciso nunca tenho]
- pensos rápidos
Enfim, todo um conjunto que até tem o potencial de ser extremamente prático mas que eu NUNCA dou uso, vá se lá perceber. Quando ando aflita dos lábios atiro um dos outros mil batons para a mala, raramente apanho o cabelo, só precisava de lavar os dentes fora de casa quando fazia noitadas no Técnico, quando se parte uma unha nunca me lembro que ando com uma lima atrás, não ando propriamente a conviver com crianças que precisem de pensos rápidos pra os dói-dóis e quando preciso de limpar alguma coisa pego nos lenços de papel que estão algures espalhados na mala. Alguém consegue perceber? Eu não. E se em tempo de malas grandes até me dou ao trabalho de andar com esta bolsa atrás, quando chegam as férias ando com uma mala pequena somente com a carteira, chaves e telemóvel, que é tudo o que eu preciso na verdade. Porque será que complico no resto do ano? Vai na volta sentimos uma qualquer necessidade de estar preparadas para tudo, mas com o tempo já percebi que não  há mesmo necessidade disso. Bora lá destralhar?

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Do telemóvel

Na minha rotina normal, acordo, tomo o pequeno almoço, visto-me e arranjo-me e saio para a faculdade, pegando só no telemóvel quando já estou sentada no metro. Em Milão, a única maneira de falar com as pessoas era estando ligada à net e já passava o pequeno almoço de volta do telemóvel [porque tinha mais tempo e porque o caminho para a faculdade era feito a pé]. Entretanto voltei e com o trabalho a minha rotina voltou ao normal e pouco ligava ao telemóvel, pela manhã, porque este hábito de estar sempre online acabou por não desaparecer. Depois vim para casa e a coisa piorou consideravelmente. Como já não tenho horas para estar num sítio nem tenho que me apressar para nada [só começar a trabalhar na tese a uma hora decente], acabo por  acordar e perder logo um bocado de tempo a actualizar-me do mundo e das redes sociais. Todo um vicio terrível que só me faz acumular informação mais que desnecessária na cabeça, ainda mesmo antes de tomar o pequeno almoço! Uma coisa que odeio mas que se tem tornado inevitável. Enfim. Quero mesmo parar com isto porque acho mesmo que não há necessidade nenhuma. Que bom que era antes passar o dia desligada e chegava a casa ao fim da tarde e aí sim checkar tudo. Gostava mesmo muito de voltar a este ponto. Mas com dados quase ilimitados e toda uma generalização do uso da internet torna-se difícil. No entanto não há-de ser impossível. Antes que comece a dar em doida.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Porque a vida é mara e cada vez mais acho isso

Não acredito que ninguém  seja feliz a 100%. É impossível. A banalidade da vida é chata. Nem tudo corre como queremos nem todas as pessoas agem como nós esperamos. É normal. Se perguntasse a não sei quantas pessoas se trocaria a sua vida para ficar a vegetar nas Maldivas todos diriam que sim, mas até isso iria tornar-se chato. A nossa vida não é assim. A nossa vida são os nossos compromissos, as nossas rotinas e obrigações e por fim, o que fazemos nos intervalos disso. Nesses momentos é que somos verdadeiramente felizes. Quando estamos em paz, a fazer alguma coisa pela qual desejamos, na companhia de quem gostamos. Caramba. Eu posso estar cansada da minha tese e de estar em casa mas se me perguntassem o que eu preferia estar a fazer neste momento, nem sei o que responder. Estou a fazer uma tese sobre aquilo que sempre quis com a finalidade de cumprir um dos meus objectivos — acabar o curso. E esta banalidade que se transformaram os meus dias entre livros, folhas, apontamentos e documentos de Word até pode ser chata, um processo moroso e cansativo. Mas acredito que no dia em que o terminar vou sentir uma felicidade inexplicável. Porque cumpri o meu objectivo, fiz o meu trabalho o melhor que pude e acima de qualquer coisa cheguei ao fim de um percurso, que me vai deixar muito feliz. Estes dias daqui a uns tempos vão ser uma névoa na minha cabeça e o que vai ficar vai ser a boa sensação de ter acabado e de ter partilhado isso com quem gosta de mim. Até posso ter a orientadora mais ocupada desta vida, posso estar nervosa com o que ainda falta fazer mas sei que vou conseguir. Só tenho que conseguir. A vida é mesmo assim. Uma sequência de dias não tão bons assim que nos levam a dias mesmo muito bons. E se não sei o que virá depois, porque não sei mesmo. Sei que, apesar de tudo, tenho tudo o que quero [não preciso de mais nada mesmo], tenho uma família que me adora e apoia, tenho as minhas amigas e o meu namorado. Enfim. Tudo aquilo que é preciso para fazer dos dias especiais, dias mesmo bons. Disso eu tenho a certeza. E entre[tanto] a vida vai passando e vamos concretizando os nossos sonhos. Porque acredito mesmo que nascemos para ser felizes. Mesmo que não seja o dia inteiro, todos os dias. Mas sim na grande parte deles. Porque a vida é mara, mesmo com alguns aborrecimentos e dias difíceis pelo meio.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Acho os vlogs estúpidos

Pronto já disse. Primeiro não percebo o interesse de mostrar toda a nossa vida ao mundo [como se fosse assim tão interessante] e ainda a deixar para toda a eternidade no recôndito mundo do Youtube. Depois não percebo qual é o gozo de andar sempre com uma câmera atras a falar para ela em vez de se falar com pessoas no geral  e ver o mundo com olhos de gente em vez de ser através de uma lente. Pronto, coisas que me fazem comichão. E por último, e talvez o mais importante [porque se não fosse quem vê, ninguém  se ia dar ao trabalho de os fazer] não percebo quem perde tempo a ver vídeos da vida alheia. Muito tempo livre, imagino eu. Enfim, em vez de se aproveitar a vida estar à frente de um computador a ver a vida dos outros. Mas isto sou eu, que já me canso de ter que trabalhar todos os dias no computador e quando posso quero é livrar-me dele. Pergunto-me mesmo até onde este mundo irá parar...

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

NY


Faz dez anos que fui a Nova Iorque pela primeira vez. Com uns míseros 12 anos, claro que quem organizou a viagem foram os meus pais [mais o meu pai que já lá tinha estado], foi a vez em que vi mais coisas e descobri mais mundo. Até então não sabia que podia existir uma cidade tão agitada, com prédios tão altos, com tanta diversidade de gente. Foi a vez em que andei de barco ao pôr do sol com a estátua da Liberdade ao fundo, fui de limusine até ao outro lado do rio Hudson, subi ao Empire State Building, estive dentro de um Concord que estava exposto num porta aviões e visitei a sede da ONU, andei pela primeira vez de metro. Descobri o Central Park, os encantos da 5ª Avenida, a loucura de Times Square à noite, comi os melhores cachorros quentes de sempre, vi animais embalsamados no Museu de História Natural, andei em elevadores tão rápidos que me faziam doer os ouvidos, fiz compras como nunca tinha feito até então, trouxe para casa um dos meus peluches preferidos da loja mais amorosa do mundo e adormeci num restaurante de tão exausta que estava. Aprendi tanta coisa, guardei tantas memórias em família e apaixonei-me pela cidade. Aquela que é tal e qual como aparece nos filmes e só ganha mais encanto com isso. Três anos depois voltei, em pleno Inverno e com a cidade decorada pelo Natal. Conheci outras coisas, passeamos à deriva, fomos ao Top of the Rock, entrámos em todas as lojas e mais algumas só para aquecer um bocadinho, comprei o meu primeiro conjunto de maquilhagem na Macy's, perdi-me na Victoria's Secret e descobri a Abercrombie&Fitch. Dois anos depois, nova viagem aos Estados Unidos e com surpresa no fim, com uns últimos dias em Nova Iorque. Era Primavera e só queria passear na rua, fui ao High Line com o meu pai [quando ainda nem se falava nisso], fomos à ponte de Brooklyn ver a cidade de outra perspectiva, admiramos o tecto da Cetral Station, vi a exposição do Alexander McQueen e do Harry Potter, descobri o Burguer Joint no lobby de um hotel e ficamos no quarto com a melhor vista de sempre [e no andar mais alto em que já dormi]. Mais três anos passaram e voltei, assim de repente, soube um mês antes que íamos voltar. Desta vez com o meu irmão, em pleno Verão, fomos visitar os aquilo que ele ainda não conhecia e eu, como estudante de arquitectura, quis ver edifícios icónicos que agora despertavam o meu interesse — Seagram Building e o Guggenheim — e fui, finalmente, ao jardim zoológico ver os pinguins do Diário da Princesa.  Tantas memórias Sempre viagens em família, as primeiras completas, a terceira só com o meu pai e a última com ele e o meu irmão. Agora estou a acabar o curso e como prometido irei voltar a Nova Iorque [poderia pedir melhor prenda do que esta?], desta vez com uma amiga — a melhor companheira de curso e das melhores coisas que o Técnico me trouxe — terei todo o prazer de lhe dar a conhecer a minha cidade do coração. Voltarei aos lugares mais emblemáticos e conhecerei outros tantos, porque Nova Iorque é mesmo assim, por muitas vezes que lá vá, existirão sempre coisas que ficaram por ver. Sei que é um cliché gostar tanto desta cidade, mas é mesmo uma paixão e significa muito para mim, por todas as descobertas e aprendizagens [seguramente que foi a minha primeira viagem de menina crescida] e principalmente pelas boas memórias que me vêm à cabeça. Tenho 22 anos, tenho a sorte de já ter viajado muito e principalmente de ter ido tantas vezes à minha cidade predilecta. Enfim, que continue a ser uma sortuda para este ser o meu destino muitas e muitas vezes. 

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Da rotina

Gosto de rotina nas minhas obrigações. Neste momento elas são a tese e o exercício físico e mesmo começando meia hora mais cedo ou meia hora mais tarde, é certinho que todas as manhãs e tardes são dedicadas ao trabalho e o fim do dia ao exercício fisico. Tudo o resto, não tenho nem gosto de ter rotina. Não faço sempre as mesmas coisas com as minhas amigas, namorado ou pais. Não há dia para isto nem para aquilo. Almoços de família, serões regulares ou o que quer que seja. Já sou tão certinha naquilo que tenho mesmo que fazer que no resto gosto de ter a liberdade para ir ao sabor do vento. Mesmo que agora nunca tenha tempo para todos e para tudo. Gosto de saber que aproveito da melhor maneira quando há disponibilidade. Por agora é mesmo um fase de muito trabalho e foco, mas não dispenso os programas sociais que me desanuviam a cabeça. Como um fim de semana com as amigas, um almoço de família ou um jantar num sitio novo com o namorado. Porque no fundo, são essas as coisas que ficam. Mesmo que por agora esteja focada na escrita de um livro.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Da última semana

Uma pessoa sente-se mal por ser Agosto e estar a trabalhar, ter toda a gente à volta com tempo livre e a combinar coisas e eu a ter que recusar para ficar em casa à frente do computador [e a minha mãe de férias, anda a acompanhar-me nesta saga]. Mas bem vistas as coisas até ando a fazer mais do que se tivesse todo o tempo livre do mundo. Analisando a última semana, além de ter escrito umas sete páginas da minha tese [parece pouco mas a coisa dá trabalho acreditem], cheguei ao nível 90 do Dots&Go [que instalei na semana passada], vi mais uma temporada de Gilmore Girls, fui uma manhã à praia, fui dois dias às compras e ao café com as minhas amigas, jantei duas vezes com o meu namorado [e tomei uma vez o pequeno almoço] e ainda passei dois dias em família. Uhuh. Pelo meio ainda tive tempo de dormir e fazer exercício físico. Até parece que me estou a tornar numa daquelas pessoas fantásticas e mega produtivas. Toda uma loucura. 

sábado, 6 de agosto de 2016

O melhor dos exercícios


Nunca esta frase se adequou tanto à minha vida. Ontem era dia de treino de cardio e este foi mesmo realizado num bate pé pelo centro comercial. Depois de uma semana em casa a trabalhar, apeteceu-me ir ver lojas e trapos. Quanto ao saldos tudo muito pobrezinho que nem deu para cometer nenhuma loucura. E vai que se ia à procura de algum achado, não consegui tal proeza. Mas consegui apaixonar-me por uma mala da nova colecção linda de morrer. Tão eu. Pois que não a trouxe logo comigo porque já não estou para compras impulsivas, mas a verdade é que não consigo parar de pensar nela e acho que hoje vou lá buscá-la. Só mais uma para a colecção. 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Do Verão

Gosto do Verão porque são aqueles meses sem escola, sem obrigações e muito que fazer. Há mais tempo para o passeio e para as viagens e, principalmente, para o tempo de qualidade com quem mais gostamos. Gosto da facilidade com que se sai de casa: basta um vestido, umas sandálias e uma mala pequenina. Gosto das noites quentes e do céu estrelado.  É aquela altura do ano em que tenho mais tempo para ler.  Mais tempo. É isso. Sobretudo gosto do Verão pelo tempo que ele nos dá, com ele chega a calmaria que os dias agitados renunciam. Mas este Verão não vai ter nada disto para mim. Tenho uma tese para escrever e prevê-se um Agosto somente dedicado à escrita, aos esquemas e às leituras [não daquelas boas mas sim das chatas] e sinto que me falta tempo para fazer tudo aquilo que quero. O tempo que normalmente o Verão me dá, foge-me agora das mãos quando o trabalho fala mais alto. E vai passar a correr. Mas no fim tudo aparecerá feito. Como sempre. Só que desta vez custa um bocadinho mais.