quarta-feira, 28 de setembro de 2016

O universo não gosta que eu faça exercício

Há uns tempos ia a sair de casa toda lançada para ir para o ginásio quando fecho a porta e apercebo-me que tanto as chaves de casa como do carro tinham ficado do lado de dentro. Bem que perdi a aula que queria e ainda ganhei uma hora de seca nas escadas do prédio à espera do meu irmão. Já na semana anterior atinha apanhado tanto trânsito que um percurso que demora cinco minutos, demorou uma eternidade.  Entretanto esta semana, na segunda passei todo o dia mal disposta mas ao fim da tarde já estava melhor e aventurei-me a ir ao ginásio. Correu tudo bem. Até que quis voltar para casa e o carro não pegou por falta de gasolina. Lá veio a minha mãe tem comigo e o problema resolveu-se. Por fim, ontem, a sair de casa dos meus avós para ir para o ginásio, tinha um pneu furado! Toda uma animação que só me fez chegar a casa às nove da noite e sem o problema resolvido... Enfim. Será pouca sorte ou o universo a conspirar contra mim?

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Desta semana

Comecei a semana da melhor maneira com a celebração do meu aniversário. O fim de semana tinha dado para arejar a cabeça e estava bem. Até que chegou terça e caiu em mim que já faltava menos de um mês para entregar a tese. Depois de uma reunião com a orientadora, morta da cabeça cheguei a casa e dormi a sesta. Tentei trabalhar na quarta mas não saiu nada de jeito e ontem foi muito a meio gás. Tinha a cabeça aos pulos, como costumo dizer, e custa-me a focar no trabalho. Coisa que já acalmou. Apesar de ter planos e ideias na minha cabeça. Sei que preciso de me concentrar para acabar o que vem aí agora. E se este mês tem sido agitado e pouco rotineiro. Quero e preciso que a próxima semana seja para regressar ao ritmo. Trabalhar bem e com afinco nesta recta final [apesar de nunca ter paciência para os pormenores que faltam e nunca mais acabam], voltar ao eat clean e à regularidade no ginásio. Arranjar tempo para as amigas, namorado e família e nos intervalos dedicar-me aos sonhos que andam na minha cabeça. Tudo para estar a 100% nesta fase que está quase quase a terminar. Quando é que chega o dia mesmo?

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

De Setembro

Tem sido um mês pouco rotineiro. Começou com uma conferência internacional da qual fiz parte da organização, seguiu-se uma semana mais calma mas mesmo assim cheia de jantares e planos, prazos de entrega e passeios. Agora foram os meus anos e as celebrações continuam a estender-se [sempre fui muito dada à festa cigana]. Espero na próxima semana voltar à rotina habitual, já a entrar na fase final da tese e com mais tempo para me dedicar a mim. Que bem preciso. Tanto a nível fisico como mentalmente. Apesar deste quebrar de rotina também me ter feito bastante bem. Isto de sair do plano por vezes também é bom.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Dos dias felizes

Chegaram os 23 e com isso uns dias de pausa. Quase que consegui terminar tudo da tese antes dos meus anos [ficou só mesmo a faltar a conclusão] e aproveitei para ir passar o fim de semana fora com as minhas amigas. Soube bem demais, uns dias no campo, com serões de conversas intermináveis e a pacatez da aldeia que me permitiu descansar a cabeça. Regressei e a minha casa já estava a ser preparada para a festa, gosto muito de celebrar o meu aniversário em família e ainda mais de ter uma mãe que se dedica a estas coisas de alma e coração — só posso estar-lhe agradecida. O dia de anos, efectivamente, chegou e começou com um banho relaxante seguido de uma mega massagem. Almocei com as minhas amigas num dos meus restaurantes preferidos e deu tempo para a conversa e para toda uma sessão fotográfica. Cheguei a casa, montei o bolo e estive à conversa com a minha mãe, até que se aproximou a hora de jantar e comecei a ficar entusiasmada com a chegada dos convidados [tal e qual como acontecia nas minhas festas em miúda]. Chegaram todos, montou-se a confusão e eu, no topo da mesa, quis congelar aquele momento de família reunida. Acho que este ano foi ainda mais importante porque nos últimos tempos não tenho tido disponibilidade para ninguém, o único problema mesmo foi ter sabido a pouco de tão rápido que passou. Chegaram os 23 e não sei o que vem aí, pela primeira vez na minha vida não sei o que vem a seguir mas estou entusiasmada com o futuro e sei que todas as possibilidades estão em aberto. Quanto aos 22, foram um ano que teve tanto de maravilhoso como de chato, períodos muito bons e outros não tanto assim, no entanto, tenho a certeza que foi um ano em que cresci imenso e em que aprendi muito soube mim. Acho que nunca me conheci tão bem. E quanto a isso não podia estar mais agradecida.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Próximos filmes

Não só a maior fã de cinema nem de filmes em geral, sempre fui uma pessoa muito mais ligada às séries. Mas a verdade é que ninguém  nega uma ida ao cinema e se também é verdade que não ia há meses e fui este verão. Também é certo que Setembro trouxe boas estreias e até estou assim com vontade de tornar as idas ao cinema semanais [pelo menos durante três semanas, ahah]. Haja tempo neste mês final da tese!


Dizem que é o filme do ano em Portugal e não me admira nada. Gostava de ir ver com os meus avós visto que eles viveram efectivamente estas coisas.


Há histórias que me fascinam e mais ainda quando estão bem retratadas. Um bom filme para ir assistir com o namorado?

Depois há os clássicos da comédia romântica, que não sendo nada de especial têm a sua graça e uma pessoa não pode perder. Claramente, um programa a fazer com a minha mãe [como há muitos anos ainda me lembro de termos ido só as duas ver o Sexo e a Cidade].

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Cenas que me acontecem

Estar em casa, a meio da tarde, em pijama, a trabalhar na tese. Farta de escrever sobre a casa burguesa, decidir tratar dos agradecimentos. Começar a chorar desalmadamente em frente ao computador, conforme me aproximo do fim da coisa. O meu irmão entrar em casa. Com a namorada. E sim, eu estava nestes preparos. Só a mim.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Das amizades perdidas


A verdade é que durante demasiado tempo suportei coisas que eram desnecessárias. Mas continuei por achar que algo maior valeria a pena. Desiludi-me muitas vezes, magoei-me outras tantas, até que deixei de ter expectativas e tornei-me imune à ausência. O não esperar nada por vezes é o melhor remédio, ao menos não nos desiludimos. Mas mesmo, apesar disso, continuei. Porque sempre achei que o resto era superior. Até que não foi. Houve a gota de água. Até ao ponto em que virei a má da fita, depois de tudo e sem razão. Não aguentei mais e quebrei mesmo sem chorar. Porque há coisas que não se dizem e depois de tudo não estava para mais. Já passaram vários meses e eu aguentei-me. Há saudades mas as más atitudes [que afinal ainda magoam] prevalecem. E assim há-de continuar. Pelo menos até ao pedido de desculpa.  Mesmo que nada volte a ser o mesmo. Será que alguma vez foi?

sábado, 3 de setembro de 2016

Das séries


Isto chega o Verão e fico sempre orfã de séries. Aproveito para ver aquelas que escaparam durante o ano, descubro novas ou revejo as antigas. Foi o que aconteceu este ano. Quis matar saudades das Gilmore Girls que não via há anos. Não podia ter calhado em melhor altura porque logo a seguir de ter começado a [re]ver, anunciaram que iam sair uns quantos episódios especiais, anos depois da série ter terminado. Adorei rever e viciei-me de tal maneira que cheguei a ver uma temporada numa semana. Foram as minhas companheiras nos intervalos da tese. E por mais antiga que seja para mim não passa de moda, como tantas outras [que já vi e revi até ao enjoo da eternidade]. Agora acabou e voltei a ficar órfã de séries. Tenho que ir aí fazer uma pesquisa para ver o que está agora na berra. Ou então acabar as que ainda não vi até ao fim [Modern Family e The Middle]. Até que umas comédias não caiam nada mal. Pelo menos até voltar tudo à programação normal.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Das diferenças

Não há que enganar, uma alimentação mais saudável e o exercício fisico melhoram muitas coisas em nós. Muitas mais que só a diminuição de peso. Juro que é verdade. E com o tempo vou notando certas coisas que só me fazem sentir melhor. Para começar já não como por comer, nem como tanto quanto comia, como quando tenho fome [aquela coisa das horas não resulta comigo que vivo em pura ansiedade] e somente o necessário porque é mais que verdade aquela história de ter mais olhos que barriga e eu antes comia imenso e agora já percebi que não precisa de ser bem assim. No entanto, continuo a fazer o que sempre fiz: refeições principais e lanches pelo meio. A minha pele está mais bonita! O facto de beber muita água e pôr sempre protector solar também ajuda, mas uma boa alimentação é tudo. De vez em quando ainda me aparece uma borbulha ou outra mas no geral tenho pele de bebé. Fiquei uma pessoa muito mais regulada. Sinto-me menos inchada e com mais força e disposição para as coisas. Naquela altura do mês já não sofro de dores, graças ao exercício físico. Gosto, verdadeiramente, das coisas que como, apesar de continuar a adorar tudo o resto. Mas no fundo tornei-me mais consciente do que faz bem e menos bem e faço por evitar as coisas não tão boas, optando pelas opções mais inteligentes. Não tenho um dia livre mas sim uma refeição ou outra como vai calhando, mais ou menos quando surge a oportunidade de ir comer fora. E por último e talvez a mais importante, não voltei a ficar doente. Eu que sempre vivi entre constipações e antibióticos posso dizer que há praticamente um ano que não sofro de nenhuma maleita. Tudo em bom, não?  

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Setembro


Adoro este mês. Por todas as coisas que traz. Normalmente calha ser a altura de recomeços. O fim do Verão e o inicio da escola. Chega o fim de semana com as minhas amigas e o meu aniversário. Costuma ser um mês bom. Este ano não vai saber a recomeço mas sim, ao fim de uma etapa. Um ano diferente com tudo de bom e de mau que pode trazer. Enfim. Estou mais que preparada para o que aí vem. No meio do trabalho, stress e afins tenho a certeza que existirão muitas coisas boas. Porque só tem que ser assim. No meu mês.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Do meu novo estilo de vida

Nunca fui fã de fazer exercício fisico, quando era miúda andei na natação, no ballet e na ginástica até que fracturei um pé e ganhei um medo danado de me mexer. Limitei durante muitos anos o exercício que fazia às aulas de educação física. Até que fui para a faculdade e nunca mais fiz nada. Com a comida também nunca fui muito restritiva nem preocupada, sempre tive o cuidado de fazer uma alimentação minimamente saudável mas nunca me restringi do que gostava. Até que passados cinco anos na faculdade e seis meses em Itália regresso e dizem-me que devia perder "cerca de 10kg". Fiquei preocupada pela minha saúde e consequentemente obcecada com a dieta. Pesquisei imensas coisas, absorvi tudo e só pensava nisto. Claramente que a coisa não correu bem e numa semana mais descontraída acabei por acumular mais peso do que devia. Mas não desisti. Com este novo foco em mente também me meti num ginásio e comecei a ir três vezes por semana sem nunca falhar [quando me meto em alguma coisa é a sério] mas fazia as aulas que achava mais piada porque tinha na cabeça que o que interessava era mexer-me [coisa que já não fazia há séculos]. Os resultados não apareceram, muito por culpa do facto de estar em casa a trabalhar e não fazer mais nada durante o dia do que estar sentada à secretária. Enfim, comecei a ficar frustada com o facto de não ver resultados, logo agora que comecei a ter mais cuidado com o que comia e a fazer exercício fisico. Tive fases menos boas de descontrolo alimentar [coisa que nunca tinha tido antes] e muitos nervos de cada vez que pensava que tinha que me pesar. Todo um drama. Comecei a descontrair e a coisa melhorou. Percebi que tudo demora o seu tempo e até a nossa cabeça precisa de se habituar a novas regras. Ainda não sou a pessoa mais focada do mundo [nem quero ser] mas já sou capaz de ter muitos dias  sem desvarios no que toca a comida, de já não ficar preocupada quando como qualquer coisa fora do plano [porque também faz parte]  e já estou mais que habituada a fazer exercício fisico regularmente. Cansei-me do ginásio e decidi parar em Agosto, mas tive a preocupação de preparar um treino para fazer na rua que cumpri grande parte das vezes. Agora estou na semana de transição a preparar-me para regressar e confesso que já estou com saudades. Tudo é um processo e mais que uma dieta quero que esta alimentação e preocupação com o exercício fisico seja um estilo de vida. Não por modas, mas por mim e para ser mais saudável. Tropecei muitas vezes ao longo deste caminho mas acho que tudo faz parte do processo. Não estou para já preocupada com a perda de peso [tenho uma tese para acabar, caramba] mas já sei o que tenho que fazer para lá chegar [e até já arranjei maneira de contornar aquilo que menos gosto de fazer] e sei que vou conseguir. Em mais ou menos tempo sei que vou chegar onde quero. À minha maneira e velocidade. Porque tudo tem um porquê na nossa vida e eu já aprendi muito deste que me meti nesta aventura. Para a semana regresso ao ginásio, com os treinos certos e mais que preparada para este novo capitulo. Porque agora, mais que um objectivo, o ginásio vai ser o meu refugio da tese e a alimentação saudável a maneira para ser quem realmente quero ser. Não ficando obcecada com um jantar fora nem a sentir-me culpada por não malhar um dia. Tudo com calma, tempo, trabalho, esforço e perseverança vai lá. Porque só tem que ir. E eu já estou mais que tranquila com isso. Agora sim. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Das malas


Há um fenómeno que acontece dentro das malas das mulheres que é incrível — andar sempre com a casa às costas quando efectivamente não precisamos nem te metade! Contra mim falo, em tempo de aulas e afins ando sempre com uma mala gigante e na verdade não dou uso a metade das coisas. A parte mais maravilhosa é a mini bolsa que anda comigo, para qualquer eventualidade, com coisas extremamente práticas, mas que na realidade nunca dou uso. Ora vamos lá ver, consigo ter sempre comigo coisas várias como:
- toalhitas [embalagens roubadas dos aviões]
- discos sabonete [são umas mini folhas secas que com água se transformam em sabão] 
- discos de algodão [embalagens roubadas de hóteis]
- folhas anti brilho [daquelas que servem para tirar todo o brilho da cara]
- creme para as mãos
- vários batons do cieiro [para aí uns quatro, vão variando as cores]
- uma lima
- mini escova e pasta dos dentes
- ganchos e elástico para o cabelo
- tampões [ok, estes uso pelo menos uma vez por mês] 
- Ben-u-ron  [acho que quando preciso nunca tenho]
- pensos rápidos
Enfim, todo um conjunto que até tem o potencial de ser extremamente prático mas que eu NUNCA dou uso, vá se lá perceber. Quando ando aflita dos lábios atiro um dos outros mil batons para a mala, raramente apanho o cabelo, só precisava de lavar os dentes fora de casa quando fazia noitadas no Técnico, quando se parte uma unha nunca me lembro que ando com uma lima atrás, não ando propriamente a conviver com crianças que precisem de pensos rápidos pra os dói-dóis e quando preciso de limpar alguma coisa pego nos lenços de papel que estão algures espalhados na mala. Alguém consegue perceber? Eu não. E se em tempo de malas grandes até me dou ao trabalho de andar com esta bolsa atrás, quando chegam as férias ando com uma mala pequena somente com a carteira, chaves e telemóvel, que é tudo o que eu preciso na verdade. Porque será que complico no resto do ano? Vai na volta sentimos uma qualquer necessidade de estar preparadas para tudo, mas com o tempo já percebi que não  há mesmo necessidade disso. Bora lá destralhar?

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Do telemóvel

Na minha rotina normal, acordo, tomo o pequeno almoço, visto-me e arranjo-me e saio para a faculdade, pegando só no telemóvel quando já estou sentada no metro. Em Milão, a única maneira de falar com as pessoas era estando ligada à net e já passava o pequeno almoço de volta do telemóvel [porque tinha mais tempo e porque o caminho para a faculdade era feito a pé]. Entretanto voltei e com o trabalho a minha rotina voltou ao normal e pouco ligava ao telemóvel, pela manhã, porque este hábito de estar sempre online acabou por não desaparecer. Depois vim para casa e a coisa piorou consideravelmente. Como já não tenho horas para estar num sítio nem tenho que me apressar para nada [só começar a trabalhar na tese a uma hora decente], acabo por  acordar e perder logo um bocado de tempo a actualizar-me do mundo e das redes sociais. Todo um vicio terrível que só me faz acumular informação mais que desnecessária na cabeça, ainda mesmo antes de tomar o pequeno almoço! Uma coisa que odeio mas que se tem tornado inevitável. Enfim. Quero mesmo parar com isto porque acho mesmo que não há necessidade nenhuma. Que bom que era antes passar o dia desligada e chegava a casa ao fim da tarde e aí sim checkar tudo. Gostava mesmo muito de voltar a este ponto. Mas com dados quase ilimitados e toda uma generalização do uso da internet torna-se difícil. No entanto não há-de ser impossível. Antes que comece a dar em doida.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Porque a vida é mara e cada vez mais acho isso

Não acredito que ninguém  seja feliz a 100%. É impossível. A banalidade da vida é chata. Nem tudo corre como queremos nem todas as pessoas agem como nós esperamos. É normal. Se perguntasse a não sei quantas pessoas se trocaria a sua vida para ficar a vegetar nas Maldivas todos diriam que sim, mas até isso iria tornar-se chato. A nossa vida não é assim. A nossa vida são os nossos compromissos, as nossas rotinas e obrigações e por fim, o que fazemos nos intervalos disso. Nesses momentos é que somos verdadeiramente felizes. Quando estamos em paz, a fazer alguma coisa pela qual desejamos, na companhia de quem gostamos. Caramba. Eu posso estar cansada da minha tese e de estar em casa mas se me perguntassem o que eu preferia estar a fazer neste momento, nem sei o que responder. Estou a fazer uma tese sobre aquilo que sempre quis com a finalidade de cumprir um dos meus objectivos — acabar o curso. E esta banalidade que se transformaram os meus dias entre livros, folhas, apontamentos e documentos de Word até pode ser chata, um processo moroso e cansativo. Mas acredito que no dia em que o terminar vou sentir uma felicidade inexplicável. Porque cumpri o meu objectivo, fiz o meu trabalho o melhor que pude e acima de qualquer coisa cheguei ao fim de um percurso, que me vai deixar muito feliz. Estes dias daqui a uns tempos vão ser uma névoa na minha cabeça e o que vai ficar vai ser a boa sensação de ter acabado e de ter partilhado isso com quem gosta de mim. Até posso ter a orientadora mais ocupada desta vida, posso estar nervosa com o que ainda falta fazer mas sei que vou conseguir. Só tenho que conseguir. A vida é mesmo assim. Uma sequência de dias não tão bons assim que nos levam a dias mesmo muito bons. E se não sei o que virá depois, porque não sei mesmo. Sei que, apesar de tudo, tenho tudo o que quero [não preciso de mais nada mesmo], tenho uma família que me adora e apoia, tenho as minhas amigas e o meu namorado. Enfim. Tudo aquilo que é preciso para fazer dos dias especiais, dias mesmo bons. Disso eu tenho a certeza. E entre[tanto] a vida vai passando e vamos concretizando os nossos sonhos. Porque acredito mesmo que nascemos para ser felizes. Mesmo que não seja o dia inteiro, todos os dias. Mas sim na grande parte deles. Porque a vida é mara, mesmo com alguns aborrecimentos e dias difíceis pelo meio.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Acho os vlogs estúpidos

Pronto já disse. Primeiro não percebo o interesse de mostrar toda a nossa vida ao mundo [como se fosse assim tão interessante] e ainda a deixar para toda a eternidade no recôndito mundo do Youtube. Depois não percebo qual é o gozo de andar sempre com uma câmera atras a falar para ela em vez de se falar com pessoas no geral  e ver o mundo com olhos de gente em vez de ser através de uma lente. Pronto, coisas que me fazem comichão. E por último, e talvez o mais importante [porque se não fosse quem vê, ninguém  se ia dar ao trabalho de os fazer] não percebo quem perde tempo a ver vídeos da vida alheia. Muito tempo livre, imagino eu. Enfim, em vez de se aproveitar a vida estar à frente de um computador a ver a vida dos outros. Mas isto sou eu, que já me canso de ter que trabalhar todos os dias no computador e quando posso quero é livrar-me dele. Pergunto-me mesmo até onde este mundo irá parar...

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

NY


Faz dez anos que fui a Nova Iorque pela primeira vez. Com uns míseros 12 anos, claro que quem organizou a viagem foram os meus pais [mais o meu pai que já lá tinha estado], foi a vez em que vi mais coisas e descobri mais mundo. Até então não sabia que podia existir uma cidade tão agitada, com prédios tão altos, com tanta diversidade de gente. Foi a vez em que andei de barco ao pôr do sol com a estátua da Liberdade ao fundo, fui de limusine até ao outro lado do rio Hudson, subi ao Empire State Building, estive dentro de um Concord que estava exposto num porta aviões e visitei a sede da ONU, andei pela primeira vez de metro. Descobri o Central Park, os encantos da 5ª Avenida, a loucura de Times Square à noite, comi os melhores cachorros quentes de sempre, vi animais embalsamados no Museu de História Natural, andei em elevadores tão rápidos que me faziam doer os ouvidos, fiz compras como nunca tinha feito até então, trouxe para casa um dos meus peluches preferidos da loja mais amorosa do mundo e adormeci num restaurante de tão exausta que estava. Aprendi tanta coisa, guardei tantas memórias em família e apaixonei-me pela cidade. Aquela que é tal e qual como aparece nos filmes e só ganha mais encanto com isso. Três anos depois voltei, em pleno Inverno e com a cidade decorada pelo Natal. Conheci outras coisas, passeamos à deriva, fomos ao Top of the Rock, entrámos em todas as lojas e mais algumas só para aquecer um bocadinho, comprei o meu primeiro conjunto de maquilhagem na Macy's, perdi-me na Victoria's Secret e descobri a Abercrombie&Fitch. Dois anos depois, nova viagem aos Estados Unidos e com surpresa no fim, com uns últimos dias em Nova Iorque. Era Primavera e só queria passear na rua, fui ao High Line com o meu pai [quando ainda nem se falava nisso], fomos à ponte de Brooklyn ver a cidade de outra perspectiva, admiramos o tecto da Cetral Station, vi a exposição do Alexander McQueen e do Harry Potter, descobri o Burguer Joint no lobby de um hotel e ficamos no quarto com a melhor vista de sempre [e no andar mais alto em que já dormi]. Mais três anos passaram e voltei, assim de repente, soube um mês antes que íamos voltar. Desta vez com o meu irmão, em pleno Verão, fomos visitar os aquilo que ele ainda não conhecia e eu, como estudante de arquitectura, quis ver edifícios icónicos que agora despertavam o meu interesse — Seagram Building e o Guggenheim — e fui, finalmente, ao jardim zoológico ver os pinguins do Diário da Princesa.  Tantas memórias Sempre viagens em família, as primeiras completas, a terceira só com o meu pai e a última com ele e o meu irmão. Agora estou a acabar o curso e como prometido irei voltar a Nova Iorque [poderia pedir melhor prenda do que esta?], desta vez com uma amiga — a melhor companheira de curso e das melhores coisas que o Técnico me trouxe — terei todo o prazer de lhe dar a conhecer a minha cidade do coração. Voltarei aos lugares mais emblemáticos e conhecerei outros tantos, porque Nova Iorque é mesmo assim, por muitas vezes que lá vá, existirão sempre coisas que ficaram por ver. Sei que é um cliché gostar tanto desta cidade, mas é mesmo uma paixão e significa muito para mim, por todas as descobertas e aprendizagens [seguramente que foi a minha primeira viagem de menina crescida] e principalmente pelas boas memórias que me vêm à cabeça. Tenho 22 anos, tenho a sorte de já ter viajado muito e principalmente de ter ido tantas vezes à minha cidade predilecta. Enfim, que continue a ser uma sortuda para este ser o meu destino muitas e muitas vezes. 

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Da rotina

Gosto de rotina nas minhas obrigações. Neste momento elas são a tese e o exercício físico e mesmo começando meia hora mais cedo ou meia hora mais tarde, é certinho que todas as manhãs e tardes são dedicadas ao trabalho e o fim do dia ao exercício fisico. Tudo o resto, não tenho nem gosto de ter rotina. Não faço sempre as mesmas coisas com as minhas amigas, namorado ou pais. Não há dia para isto nem para aquilo. Almoços de família, serões regulares ou o que quer que seja. Já sou tão certinha naquilo que tenho mesmo que fazer que no resto gosto de ter a liberdade para ir ao sabor do vento. Mesmo que agora nunca tenha tempo para todos e para tudo. Gosto de saber que aproveito da melhor maneira quando há disponibilidade. Por agora é mesmo um fase de muito trabalho e foco, mas não dispenso os programas sociais que me desanuviam a cabeça. Como um fim de semana com as amigas, um almoço de família ou um jantar num sitio novo com o namorado. Porque no fundo, são essas as coisas que ficam. Mesmo que por agora esteja focada na escrita de um livro.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Da última semana

Uma pessoa sente-se mal por ser Agosto e estar a trabalhar, ter toda a gente à volta com tempo livre e a combinar coisas e eu a ter que recusar para ficar em casa à frente do computador [e a minha mãe de férias, anda a acompanhar-me nesta saga]. Mas bem vistas as coisas até ando a fazer mais do que se tivesse todo o tempo livre do mundo. Analisando a última semana, além de ter escrito umas sete páginas da minha tese [parece pouco mas a coisa dá trabalho acreditem], cheguei ao nível 90 do Dots&Go [que instalei na semana passada], vi mais uma temporada de Gilmore Girls, fui uma manhã à praia, fui dois dias às compras e ao café com as minhas amigas, jantei duas vezes com o meu namorado [e tomei uma vez o pequeno almoço] e ainda passei dois dias em família. Uhuh. Pelo meio ainda tive tempo de dormir e fazer exercício físico. Até parece que me estou a tornar numa daquelas pessoas fantásticas e mega produtivas. Toda uma loucura. 

sábado, 6 de agosto de 2016

O melhor dos exercícios


Nunca esta frase se adequou tanto à minha vida. Ontem era dia de treino de cardio e este foi mesmo realizado num bate pé pelo centro comercial. Depois de uma semana em casa a trabalhar, apeteceu-me ir ver lojas e trapos. Quanto ao saldos tudo muito pobrezinho que nem deu para cometer nenhuma loucura. E vai que se ia à procura de algum achado, não consegui tal proeza. Mas consegui apaixonar-me por uma mala da nova colecção linda de morrer. Tão eu. Pois que não a trouxe logo comigo porque já não estou para compras impulsivas, mas a verdade é que não consigo parar de pensar nela e acho que hoje vou lá buscá-la. Só mais uma para a colecção. 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Do Verão

Gosto do Verão porque são aqueles meses sem escola, sem obrigações e muito que fazer. Há mais tempo para o passeio e para as viagens e, principalmente, para o tempo de qualidade com quem mais gostamos. Gosto da facilidade com que se sai de casa: basta um vestido, umas sandálias e uma mala pequenina. Gosto das noites quentes e do céu estrelado.  É aquela altura do ano em que tenho mais tempo para ler.  Mais tempo. É isso. Sobretudo gosto do Verão pelo tempo que ele nos dá, com ele chega a calmaria que os dias agitados renunciam. Mas este Verão não vai ter nada disto para mim. Tenho uma tese para escrever e prevê-se um Agosto somente dedicado à escrita, aos esquemas e às leituras [não daquelas boas mas sim das chatas] e sinto que me falta tempo para fazer tudo aquilo que quero. O tempo que normalmente o Verão me dá, foge-me agora das mãos quando o trabalho fala mais alto. E vai passar a correr. Mas no fim tudo aparecerá feito. Como sempre. Só que desta vez custa um bocadinho mais.

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Os meus Verões

Há três anos estive em Paris e depois fiz uma viagem por várias cidades inglesas. Há dois anos andei a passear pela Riviera Francesa e fui aos Estados Unidos. No ano passado fiquei por Portugal e fiz umas férias diferentes, não saí para passeios culturais nem estive na casa de campo a fazer uso da piscina e da cama de rede. Fiz férias de praia como não fazia há muitos anos. Uns dias com as amigas pelo Pedrogão, uma semana com o namorado no Algarve e uns dias com a minha mãe e irmão pela Comporta. Umas férias mais calmas que antecederam a minha ida para Milão e as suas correspondentes viagens. Sou uma sortuda com a oportunidade de viajar seja no Verão ou Inverno. E o que eu gosto de ir para fora. Estarei sempre pronta a fazer mais uma mala. Agora, depois de regressar de Erasmus, e de já ter voltado a sair para Barcelona e Roma, é tempo de ficar por cá. Ficar por cá e trabalhar. Este sim vai ser um Verão diferente dos outros. Sem férias. Não haverá grandes passeios nem dias de dolce fare niente. Haverá muito trabalho para fazer e um calendário para cumprir. Um Verão completamente diferente de todos os outros mas aquele que preciso agora para cumprir os meus objectivos. Depois logo voltarão as viagens [tenho tantos planos na minha cabeça] e a doçura dos dias sem planos. Para já é isto. O que tem que ser.   

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Dos meus dias no campo

Acordar e tomar o pequeno almoço com os meus avós. Não ver o sol da janela mas sim senti-lo ao sair para o jardim. A calma de trabalhar na sombra do alpendre. Os grelhados tão de Verão, a fruta arranjada pelo meu avô e o comer na rua. As conversas depois de almoço. O exercício fisico ao fim do dia. Conseguir ver mil estrelas no céu e ficar à espera das estrelas cadentes. As caminhadas nocturnas. Os serões a ver séries. Faltou a piscina e o rio, os passeios para ver a roda e as leituras na cama de rede. Mas deu para trabalhar e descansar. E principalmente mudar de ares. Entretanto haverá mais. É só deixar Agosto chegar.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Uma nova semana


Depois de uma semana complicada, cheia de altos e baixos, com muitas emoções e sensações à mistura. Estou pronta para uma nova semana. O dia de ontem cheio de praia, sol e passeio só me fez bem e deu-me as forças que precisava para começar esta semana em bom. Há objectivos a cumprir, há muita vontade de fazer acontecer e só o foco e a motivação são capazes de me manter no caminho certo. Por mais desvios que vá fazendo, volto sempre à rota. Meto a primeira até chegar à quinta e conseguir entrar em piloto automático, porque por mais travagens e marchas atrás que tenha que fazer, sei que o meu caminho é em frente. E o sol vai estar sempre à minha espera para nascer. Basta acreditar. E fazer por acontecer.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Alexa Chung

Não é só o seu cabelo que me inspira mas as suas roupitas também! É a minha it girl preferida, por todos os motivos e mais alguns. Primeiro não é nada coquete, veste-se de forma super despretensiosa e descontraída, o que eu adoro. Depois, via-me a vestir todos os trapos dela e mesmo com a combinação mais simples fica uma estilosa. Vai que também acho imensa piada ao facto de fumar [não aprovo mas também não condeno, estou um pouco cansada de todas as meninas mega fit e mega healthy], não se preocupar com isso e fica cheia de estilo ao fazê-lo. Aqui ficam uns dos muitos exemplos disso. Só para me inspirar para o fim de semana que aí vem.







quinta-feira, 14 de julho de 2016

Do meu cabelo


Há muito que já me passou a pancada de querer cabelo comprido. Já o tive. Já me fartei e cortei-o. Agora está a ficar grande outra vez. E eu a ficar farta dele outra vez. Mas decidi que só o ia cortar depois de entregar [ou apresentar] a tese. Primeiro porque sempre é um novo penteado que marca uma nova fase da minha vida e depois porque gostava mesmo muito de doar cabelo. Sentir que posso fazer qualquer coisa por alguém. E daí, apesar da minha gigante vontade de lhe dar já umas valentes tesouradas, vou esperar. E entretanto, vou tratando dele para estar na melhor das condições quando o doar. Cortei-o há três meses, vou agora voltar a cortar as pontas e em Setembro volto a fazer o mesmo, para o corte radical no fim de Outubro ou Novembro.  Nos entretanto vou-me inspirando na minha querida Alexa para o novo penteado. Em tempos inspirei-me nela para fazer franja e agora inspiro-me para um corte curto. E se antes tinha na ideia alisar o cabelo quando o cortasse, essa, já me saiu completamente da cabeça. Primeiro porque não me gostei nada de ver da última vez que o alisei e depois porque se a esta menina fica bem assim ondulado, a mim também há-de ficar. Ahah.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Destralhar

No sábado passado deu-me na cabeça de reorganizar a minha cómoda, arrumei bijuteria que já não usava, repesquei outras coisas e dei um novo ar a este cantinho do meu quarto. E a verdade, é que durante o processo apercebi-me que tenho demasiadas coisas! Além de guardar coisas que não uso há séculos, tenho outras que nunca usei e umas tantas que não servem para nada. Debaixo da minha secretária e dentro do meu armário, posso encontrar coisas que se fossem para o lixo eu não daria pela falta. Mesmo. Há coisas que por vezes guardo por questões sentimentais, mas há tantas outras que não fazem sentido nenhum estar ali. Só ocupam espaço, acumulam pó e para quê? Nada. A prova disto, é que vivi seis meses em Itália e não senti falta de nada em especial, nem mesmo da metade do meu armário que ficou por cá. O que quer isto dizer realmente? Que tenho muito mais do que aquilo que preciso. É claro que adoro roupa, malas e sapatos e dou uso a quase tudo o que tenho mas na verdade já passei tempo sem essas coisas e não lhes senti a falta... O desejo de consumo e a afinidade que ganhamos com objectos é puramente superficial e começa-me a fazer uma certa confusão. Destralhar tem que ser mais que palavra de ordem. E com uma pequena arrumação no meu quarto ficou mais que decidido que quando tiver a minha casa esta vai ser super clean e com o mínimo de coisas possíveis. Decorada só com livros, fotografias e flores frescas. O que conta nos espaços não são as coisas que lá temos mas sim as memórias que lá fazemos. Cada vez acredito mais nisso. E cada vez mais tenho diminuído a minha veia consumista para guardar o meu dinheiro para experiências. Sim, hoje em dia poupo não para comprar isto ou aquilo [muito raramente] mas sim para viajar. São essas memórias que quero para a minha vida. Assim como os jantares com as amigas, os almoços de família, as idas à praia e os passeios pela cidade. Prefiro isso a um armário cheio de tralha. Mesmo. E isto não quer dizer que passe a ser uma hippie e a viver de um amor e uma cabana, não. Quer mesmo dizer que tenho cada vez mais consciência da sociedade de consumo em que vivemos e que não quero isso para mim. Mas continuarei a comprar malas, roupa e sapatos. Quando precisar.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Da água


Descobri que existem pessoas que bebem 6 litros de água por dia! S E I S. Como é que é possível?! Não devem fazer mais nada da vida a não ser beber água e ir a correr para a casa de banho para fazer chichi... Quer dizer, eu bebo entre 2 a 3 litros e às vezes já me sinto a afogar em água [sem falar da canseira que é estar sempre a ir à casa de banho], quanto mais beber 6 litros. Enfim. Eu bebo o recomendado pela nutri e pela Organização Mundial de Saúde [sim, eu fui pesquisar] e não é que a água faça mal mas também não precisamos de cair em exageros, até porque a água está a acabar no planeta. Ahah. Então e o que fazes tu, Lady C, para garantir que bebes tanta água por dia? [sim, para mim já é muita e mais que suficiente]. Portanto,  eu não bebo só água, água, também gosto de variar com chás, que acaba por ser água com sabor e hidrata na mesma. Então, começo o dia a beber um copo [pequeno] de água morna com limão enquanto preparo o pequeno almoço, depois, a maior parte das vezes, bebo chá ao pequeno almoço [outras vezes apetece-me leite com café, nada a fazer], depois durante a manhã bebo mais duas chávenas de chá, ao almoço um copo de água, mais dois copos de água durante a tarde, uma garrafa de meio litro de água enquanto estou no ginásio, mais um copo de água ao jantar e termino a noite a beber um cházinho enquanto vejo televisão [tenho que me ficar por uma chávena depois do jantar, se não acordo durante a noite para ir à casa de banho]. E assim, nunca fiz bem as contas exactas, lá acabo por beber a água recomendada por dia. Quanto aos chás vario entre chá verde, chá de cavalinha, chá preto e infusão de gengibre e canela, todos termogénicos, drenantes, desinchantes e afins. Claro que isto é assim a maior parte dos dias mas nem sempre, também bebo outras coisas, mas a regra é esta e lá está, a excepção é excepção. E na maior parte das vezes chama-se Coca-Cola Zero. Ou gin.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

💚💛❤️

A verdade é que ontem foi o primeiro jogo da Selecção que eu vi do principio ao fim. Não liguei muito a este Europeu, não esperava nada nem tinha expectativas de grande coisa. Os jogos todos foram desculpa para uns petiscos cá em casa, vi uns bocadinhos mas sempre sem grande interesse. Até que fomos passando e indo cada vez mais longe. Mesmo quando chegámos à final, não estava à espera de muito. Até que ontem, já tinham passado os 90 minutos de jogo e pensei "se fomos a equipa que foi passando quase sempre sem ser no tempo regulamentar, acho que é hoje que ganhamos". E ganhámos mesmo. Dei conta do golo pelos vizinhos de cima, confirmando somente uns segundos depois, culpa do delay da box [pareceu-me o maior delay de sempre!]. E assim foi. Desta vez, que não vibrei nada com o futebol, não combinei nada com os amigos cá em casa [como já fiz noutras competições] e afinal foi desta que conseguimos mesmo. Ontem não fomos só campeões da Europa, fomos três ouros, dois bronzes e uma prata no atletismo. Todo um orgulho. Dia de Portugal, dia 10 de Junho ou dia 10 de Julho? 

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Caudalie*

Já muito tinha ouvido falar desta marca e a curiosidade em experimentar era muita. Por isso, antes de ir para Roma achei que este kit era uma óptima oportunidade para, finalmente, ficar a conhecer esta marca. Encontrei este kit mais que perfeito para viagens, com tudo aquilo que podemos precisar, nos tamanhos mais que certos para a mala de cabine. Então e o que eu achei dos produtos? Vamos lá ver, um por um.

Shampoo e amaciador: como lavo o cabelo, dia sim, dia não, esta embalagem foi mais que suficiente para uma semana de férias e o facto de ser dois em um só o tornava mais prático. No entanto, não gostei muito do produto, o cheiro era fraco e é daqueles shampoos que não fazem muita espuma, o que me deixa sempre com a sensação de cabeça mal lavada...

Gel de banho: este já não foi suficiente para todos os dias mas deu bem para experimentar. Gostei muito! Deixa um cheiro maravilhoso na pele.

Creme de corpo: gostei da textura e do cheiro, e é bastante hidratante mas sem nos deixar pegajosas [até que fiz uma irritação na pele por causa do calor e este creme foi mais que suficiente para resolver o problema].

Creme de rosto: gostei da textura leve que deixou a minha pele sem brilhos e seca durante todo o dia [mesmo com muito sol e calor] no entanto, o cheiro era estranho, o que não é nada bom quando estamos a aplicar um produto na cara.

Água micelar desmaquilhante: amei, amei, amei! Ok, acho que encontrei a melhor água micelar de todo o sempre, além de desmaquilhar super bem [só punha rímel mas mesmo assim este saía logo] não deixa a pele a repuxar depois de aplicarmos o produto. Ainda sobrou da amostra e tenho utilizado pontualmente, este é sem dúvida um dos produtos a investir no futuro.

Óleo maravilhoso: só experimentei no cabelo e não gostei do aspecto meio gorduroso com que o deixou... tenho que experimentar no corpo a ver se é um hidratante maravilha ou não [sim, este óleo dá para as duas coisas].

Portanto, o saldo deste teste até foi positivo. A Caudalie é uma marca super reconhecida e os seus produtos só mostram essa qualidade. Depois tudo varia consoante os gostos das pessoas e daquilo que estão habituadas. A única parte menos boa é que estas embalagens não podem ser reutilizadas numa futura viagem [o que é uma pena, porque tenho outro kit que depois de experimentar os produtos, deu para aproveitar as embalagens].

*Este post não é patrocinado. Comprei eu o kit e dei a minha opinião porque quis. 

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Do pequeno almoço


É a minha refeição preferida. Sem sombra de dúvidas. Adoro deitar-me a pensar no que vou comer no dia seguinte de manhã. E não tenho problemas nenhuns em levantar-me e ir logo comer. Até porque acordo cheia de fome. Logo para mim é impossível sair de casa sem tomar esta refeição. Também gosto, de vez em quando, comer comida de pequeno almoço ao jantar. Adoro. Nos dias de semana não vario muito. Como sempre torradas, só trocando o acompanhamento [queijo fresco, manteiga de amendoim, philadelphia, fiambre] e bebo chá ou café com leite. Ao fim de semana, em família, são os meus preferidos e quando tenho oportunidade de inventar mais. Às vezes são ovos mexidos, panquecas ou até mesmo um bolo [normalmente depois de festas ou jantares cá em casa]. Toda uma animação que adoro. E já estou com ideias para preparar um óptimo brunch este fim de semana. Que isto melhor que pequeno almoço mesmo, só juntando-o com o almoço. Sou uma gorda feliz. Ahah.