segunda-feira, 26 de março de 2012

Já não é a primeira


Nem a segunda vez que vejo a série Sexo e a Cidade. Mas sempre que chega ao fim, uma tristeza invade-me, vá se lá saber porquê. Por tudo. Pela história de amor, pela história de amizade, pela história de vida. Pelo fim das tantas e tantas perguntas que me questiono, mil e uma vezes. A ficção que é tão a nossa realidade. A série que compreendo perfeitamente ter marcado tantas mulheres. E o ser uma referência. Quantas e quantas vezes não cito Carrie Bradshaw no meio dos nossos devaneios sobre rapazes. Porque quer queiramos quer não eles são um dos nossos principais temas de conversa, isso e quem mais nos ocupa o pensamento. Até podemos admitir que não, que temos todo um outro mundo além deles, e é verdade. Mas eles são uma parte bastante importante, nada a fazer. E assim será sempre.

3 comentários:

Rita disse...

Nunca vi a série.
Dá para acreditar?

A. Richter disse...

A única vez que vi acabei a chorar porque não estava propriamente bem a nível amoroso e a série deprimiu-me ainda mais :S
Por isso nunca mais vi e não consigo ter curiosidade xD

Susana disse...

Eu só de há um ano para cá é que comecei a ver, e assim que vi o primeiro, foram uns atrás dos outros e arrependi-me de ter descoberto tão tarde o quanto aquela série contava partes das minhas histórias e eu me identificava tanto com a vida delas. E também me sinto assim, triste, durante o decorrer do episódio todo. Não tanto pelas histórias, mas mais por saber que um dia aquela história vai acabar e tenho medo de nunca descobrir mais nada que diga tanto de mim como a Carrie diz, ou por saber que agora as actrizes já estão mais velhas e que nunca mais vão poder ser aquilo que são ali - jovens, livres e ter histórias como as nossas.